Conectando-se à Vida

Ford

Conectando-se à Vida

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“Olha pra cá, Renato”. “Fale de tal forma”, e muito mais. Assim foi a minha participação na campanha Ford Connect. E isso foi ruim? De forma alguma! Entretanto, não foi de primeira que fiz a sincronia devida das idéias. Me sentia uma espécie de alienígena no meio de tanta gente que se sentia à vontade frente as câmeras. Pensei comigo mesmo: “Não é possível, eles brilham fácil demais”. Afinal, lidar com tamanha simpatia, alegria e destreza da Carmem, do Miro, da Juliana e do Ricardo não era fácil. Mas, lá estavam os equipamentos de filmagem e seus operadores, os participantes, eu e o Focus. Ah, o Focus!

A missão era simples: Mostrar o sistema de direção assistida variável do Focus, que varia entre os modos Normal, Conforto e Esporte. É mais um equipamento bacana de um carro igualmente bacana. No modo Normal a direção possui um peso bem tranqüilo, como as melhores direções assistidas do mercado. Já no modo Conforto, ela fica ainda mais leve, facilitando as manobras e também a vida nos dias mais preguiçosos. Finalmente, o modo Esporte torna mais rígida o comando de direção, atendendo aos anseios dos dias que acordamos com Jackie Stewart (Jack quem? Uma cara bacana aí. Pesquise e surpreenda-se. Como o Ford Connect!) dentro de nós.

Então, vai o Renato explicar a todos como funciona o equipamento. Epa, as coisas começam a fazer sentido! A Ford foi caprichosa ao criar o sistema de direção assistida variável. Um usuário comum consegue facilmente entender como funciona a escolha dos modos. Foi aí que a ficha caiu. “É fácil e intuitivo o computador de bordo do Focus. A filmagem vai ser assim também!”

E foi assim que tivemos sucesso na proposta da campanha. Não é pra qualquer um fazer uma peça publicitária com um dos melhores carros do país, disparado em sua categoria, não é? E tão importante quanto: A Ford, ao criar sistemas fáceis, inteligentes e intuitivos, também nos faz pensar que a vida é simples, mas nós a complicamos. Quer tranqüilidade, mas sem ser careta ou cafona? Vá de Ford. E, de quebra, foi a luz que precisava para cogitar a carreira de ator…

É isso aí. Um abraço, e até a próxima!