Chevrolet Omega deixa de ser importado

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Chevrolet Omega deixa de ser importado

Sedã encerra carreira de 20 anos no Brasil

Chevrolet Omega Fittipaldi
Em agosto de 2009, o esgotamento do Chevrolet Omega no Brasil fez levantar a questão de que o modelo não seria mais vendido no Brasil. A Chevrolet logo desmentiu e há exatos dois anos, em 14 de dezembro de 2010 a Chevrolet lançava o Omega Fittipaldi Edition, que além de homenagear o primeiro campeão brasileiro da Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, veio com modificações no design, interior e em componentes mecânicos. Foram 600 unidades, agora esgotadas. Desta vez a própria fabricante confirmou o final dos 20 anos de história do Omega no Brasil. Chevrolet Omega Fittipaldi
Absoluto! Esta uma das palavras usadas pelo departamento de marketing da Chevrolet para fazer o lançamento do Omega no Brasil em 1992. Nunca uma sucinta palavra definiu tão bem um automóvel em seu lançamento. Com projeto identificado como 1700, baseado na Plataforma V já utilizada pela Opel na Alemanha. O novo modelo da marca chegava às ruas 25 meses depois da decisão de sua fabricação por aqui.
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Simplesmente foi melhor carro nacional. Ainda não tivemos um progresso tão grande na indústria automobilística brasileira quanto o que tivemos quando o Chevrolet Opala foi substituído pelo Omega. Ele era realmente o rei da indústria automotiva nacional, o maior de todos, o melhor já fabricado em nossas terras. Suas linhas aerodinâmicas denotavam o cuidado que a Opel teve em faze-lo com um perfil que cortasse o ar de maneira suave. Todos os vidros da carroceria eram o mais rente possível da carroceria para não gerar ruídos indesejados durante o curso da viagem. Seu coeficiente aerodinâmico era de 0,28, melhor que o do último Omega, com seus 0,33.
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A partir de 1999, no entanto, o Chevrolet Omega passou a vir da Austrália, sendo nada mais que um Holden Commodore com outro nome, outra marca. Mas ainda derivado de um projeto Opel. Mas o último Omega vendido no Brasil, lançado em 2007, já foi uma geração do Commodore inteiramente projetada na Austrália, sobre a até então inédita plataforma Zeta, maior e mais espaçosa, com suspensão independente do tipo multi-link, mais sofisticada, e distribuição de peso 50/50. É a mesma plataforma do Chevrolet Camaro.
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A questão é que nos últimos 20 anos o mercado brasileiro mudou bastante. Inúmeros sedãs de luxo, inclusive de marcas Premium, podem ser comprados hoje com os mesmos R$ 161 mil que eram cobrados pelos últimos Chevrolet Omega. Não faz mais sentido para a Chevrolet importá-lo. Dentro de poucos meses a nova geração do Chevrolet Malibu assumirá o posto de sedã topo-de-linha da marca no Brasil. Apesar disso, o nome “Omega” continuará tão forte, como ainda é hoje o nome “Opala”.
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