Pergunta da Semana – Você deixaria uma marca pela má fama de seu pós-venda?

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Pergunta da Semana – Você deixaria uma marca pela má fama de seu pós-venda?

Mais uma pergunta da Semana polêmica como debate político…

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Quando você entra na fila para comprar seu carro novo de certa marca, você está praticamente preso em um relacionamento com os concessionários dessa marca, mesmo que você não queira (a não ser que você mande a garantia às favas…). É como um namoro: você se delicia com a garota, mas tem que aguentar a sogra tacando pedras em você. Você até pode matar sua sogra, mas isso é assunto para outro post. mazda_new_showroom
Pela lei 6.729, de 28 de novembro de 1979, você praticamente não pode comprar um carro direto do fabricante. Essa lei é conhecida como "Lei Ferrari" devido a um acidente do destino, uma vez que seu nome se dá não pela fabricante de Maranello e sim pelo então presidente da FENABRAVE, Renato Ferrari. Isso significa que, queira você ou não e sendo você dono de um veículo novo ou com pouco uso, você está na mão deles. Essa experiência pode ser extremamente profissional e agradável, fidelizando de vez o consumidor. Mas também pode se assemelhar à doce experiência de brigar com o seguidor mais ávido do partido político diametralmente oposto ao seu. E é aí que o bicho pega. Alguma vez você já teve – ou mesmo ouviu falar sobre – casos atrozes e aterrorizantes envolvendo concessionários de forma tal a espantar um cliente como o diabo foge da cruz? Recentemente tivemos aqui em Belo Horizonte casos de concessionários que vendeu um "usado premium" da marca que representava como um veículo impecável, ao passo que o mesmo já tinha dado uma deliciosa volta DENTRO da Lagoa da Pampulha. Até mesmo esse que vos escreve já precisou recorrer a métodos neandertais para resolução de problemas de seu carro ainda na vigência da garantia. Nada que uns berros bem executados, para lembrar os direitos do consumidor, e tapas na mesa (só na mesa!) não resolvam, não é mesmo? Outra questão: você abandonaria a marca após ter dor de cabeça com seu pós-venda? Vamos, queremos te ouvir. E quem sabe assim nos prevenirmos de problemas, enquanto os fabricantes tomam conhecimento das atrocidades cometidas por seus representantes e melhoram a forma de lidar com o cliente. Esperamos seu depoimento!