Ford fabricará nova família de motores Dragon no Brasil a partir de 2017

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Ford fabricará nova família de motores Dragon no Brasil a partir de 2017

Motores substituirão os atuais Sigma em países emergentes

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Hoje a Ford tem alguns dos motores mais modernos do país, com o 1.0 3cil Fox do novo Ka, o 1.6 Sigma Ti-VCT do New Fiesta e o 2.0 Duratec com injeção direta do Focus. Mas não basta. Eles são modernos hoje, mas a fabricante norte-americana já está pesando em 2017, quando acaba o Inovar Auto e quando a média de consumo terá de ser de 17,26km/l de gasolina. Por isso, para este mesmo ano ela estima o lançamento de uma nova família de motores, a Dragon. New_Fiesta_Hatch_2014_75
Pensados para países emergentes e com produção prevista para unidades China, Índia, Inglaterra e no Brasil, os motores Dragon estão designados a substituir os 1.5 e 1.6 Sigma, que por aqui equipam o novo Ka, Fiesta, EcoSport e Focus. A família de motores em si aposta em blocos com deslocamento entre 1,2 e 1,6 litro, sempre em alumínio e com injeção direta de combustível. No Brasil a Ford já estaria negociando componentes com fornecedores, mas ainda não decidiu qual unidade fabricará os motores, a de Taubaté (SP) ou a de Camaçari (BA). Hoje responsável pela produção dos motores Sigma nas versões 1,5 litro e 1,6 litro, destinadas tanto ao mercado interno quando exportações para países como Argentina e Rússia, ao ritmo de 500 mil por ano, a unidade paulista é a mais cotada.
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O Inovar Auto vale do período de 2013 a 2017, e contempla exigências de produção local, segurança e de eficiência de combustível. Neste caso, até a data limite 100% dos veículos produzidos no Brasil deverão ser etiquetados pelo sistema de eficiência energética do Inmetro. Além disso, consumo médio, em toda a linha de veículos de cada fabricante precisará ser de 17,26km/l com gasolina (hoje a média seria 14km/l) e 11,96km/l com álcool (hoje 9,7km/l). Além de preverem o uso mais amplo de injeção direta, especialistas apontam que motores turbo também se tornarão regra por aqui nos próximos anos. Fonte | AutoData