Carros das linhas Audi A3 e S3 são reestilizados

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Carros das linhas Audi A3 e S3 são reestilizados

Brasil receberá as novidades no segundo semestre

A linha Audi A3 e S3 acaba de receber uma reestilização. De uma só vez, todas as opções de carroceria das duas linhas são atualizadas. As mudanças são leves e focadas na dianteira, mas há novidades no interior, na lista de equipamentos e de motores.

Na parte frontal há novos faróis, com sistema Matrix LED, nova grade e para-choques. As mudanças são sutis, mas deixam o carro atualizado em relação aos outros modelos da gama Audi. Lâmpadas de xenônio são de série na nova linha. Cinco novas cores serão oferecidas, totalizando 13 opções.

No interior há novo volante e no lugar do painel de instrumentos há uma tela de 12,3 polegadas com o sistema Virtual Cockpit da Audi, já oferecido em outros carros e que permite diversas configurações do painel. O controle de cruzeiro adaptativo com assistente de congestionamento, que segue o veículo da frente, parando e partindo automaticamente.

Seis opções de motores estarão disponíveis nos A3. Com gasolina são três, todos TFSI, começando com um 1.0 três cilindros de 116 cv e 20,4 kgfm, subindo para um 1.4 de 150 cv e 25,5 kgfm.

A versão mais potente é um 2.0 de 190 cv e 32,6 kgfm a 1500 rpm que é combinado com nova transmissão S-Tronic de sete marchas e embreagem banhada em óleo. Este 2.0 pode contar com tração integral Quattro, já as outras opções, incluindo as diesel, só serão ofertadas com tração dianteira.

Com diesel, mais três motores, todos TDI. O menor é um 1.6 de 110 cv que pode ser equipado com transmissão manual de seis marchas ou automática S-Tronic de sete marchas. O 2.0 TDI será oferecido em versões de 150 cv/34,7 kgfm e 184 cv/38,7 kgfm.

A versão e-tron retorna à linha A3, com motorização híbrida, combinando um 1.4 TFSI de 150 cv com um elétrico de 101 cv, totalizando 204 cv de potência combinada. As versões S3, ganham 10 cv no motor 2.0 TFSI, totalizando 310 cv. Os primeiros mercados recebem a novidade em maio, já no Brasil as mudanças chegam apenas no segundo semestre.