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Novo Honda Civic chega em agosto com preços entre R$ 87.900 e R$ 124.900

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As linhas desta décima geração do Honda Civic são conhecidas desde o ano passado. O que há de novo agora é que o Civic 2017 já entrou em produção na fábrica de Sumaré (SP) e estará disponível em pré-venda a partir do dia 30 deste mês em cinco versões diferentes, com preços entre R$ 87.900 e R$ 124.900. Os detalhes de cada um você confere a seguir.

Baseado em uma nova plataforma, pensada para ser mais ampla, rígida e leve, o Honda Civic 2017 tem em 4,63 metros, contra 4,52 m, enquanto a largura cresceu 5 centímetros para chegar a 1,80 metro. O entre-eixos foi ampliado de 2,66 m a 2,70 m, mas a altura diminuiu de 1,45 m para 1,41 m. De quebra, rigidez torcional foi ampliada em 25% e o peso da carroceria reduzido em 22 kg.

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Para os passageiros, a evolução representa espaço para as pernas no banco traseiro ampliado em 27 mm, enquanto o painel mais recuado também abre espaço para as pernas do motorista. O console central agora tem porta-objetos de 7,2 litros de capacidade, que pode alojar garrafas grandes e tablets, mesmo com tampa fechada. O porta-malas cresceu 73 litro até 525 litros.

A suspensão é independente, com multibraços montados no subchassi traseiro. Buchas de suspensão são hidráulicas pela primeira vez. O carro também adotou buchas conectadas nas barras estabilizadoras na dianteira e a nova caixa de direção elétrica tem duplo pinhão e relação variável, que permite maior precisão de direção e senso de controle – com apenas 2,2 voltas de batente a batente (contra 3,1 voltas do modelo anterior).

Esportivo de entrada

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Para o Brasil, a Honda tomou a sábia decisão de tirar da versão de entrada a imagem de versão pobre, que geralmente é mantida no limbo pelas concessionárias. Sem tantos cromados, o Civic Sport representa a porta de entrada para a gama de versões. Já tem rodas aro 17″ pretas, bem como grade frontal em black piano, faróis com projetores e luzes de neblina dianteiras. Por dentro, tem bancos em tecido na cor preta, velocímetro digital com conta-giros analógico e sistema de som com tela de 5 polegadas. Ainda tem ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico com função Brake-Hold, controle de cruzeiro, botão ECON de modo de condução econômico  e vidros elétricos com função “um toque”.

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Em matéria de segurança, tem  airbags frontais, laterais e de cortina, controle de tração e estabilidade (VSA), sistema de partida em aclive (HSA), sistema de vetorização de torque baseado em frenagem (AHA), luz de frenagem de emergência, luzes de rodagem diurna (DRL) e lanternas traseiras em LED, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas e aviso de esquecimento dos cintos dianteiros.

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Sim, um Civic com câmbio manual que poderá não ser tão raro!

O motor é o conhecido 2.0 i-VTEC FlexOne, com 155 cv a 6.300 rpm e 19.5kgfm a 4.800 rpm no etanol, e só esta versão pode ter o câmbio manual de seis marchas, fechando o pacote inicial por R$ 87.900. Com o câmbio continuamente variável (CVT)  com opção de sete marchas simuladas que podem ser trocadas por borboletas atrás do volante o preço sobe para R$ 94.900.

Meio de campo

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Ainda com o motor 2.0 e sempre com o câmbio CVT, as versões EX e EXL dividem a zona intermediária da gama de versões. No EX, há grade frontal cromada, retrovisores rebatíveis eletricamente com repetidores laterais integrados em LED, faróis com acendimento automático, bancos de couro, mas o mesmo velocímetro digital e som com tela de 5 polegadas. Custa R$ 98.400.

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Por R$ 105.900, a EXL soma ar-condicionado automático de duas zonas, central multimídia com tela de sete polegadas touchscreen com navegador e integração com Apple CarPlay e Android Auto, entrada HDMI, duas portas USB, dois tweeters dianteiros e dois traseiros. Além disso, tem o painel de instrumentos com tela de TFT de alta definição que pode ser configurado ao gosto do cliente.

Civic Touring, o premium

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Mais sofisticado que qualquer outro Civic, o Touring agrega motor e equipamentos inéditos até mesmo para o segmento. Começa pelo LaneWatch, usa uma câmera posicionada abaixo do retrovisor direito para minimizar os pontos cegos. Ela reproduz as imagens na tela central e oferecendo mais segurança em mudanças de faixa. Também tem faróis Full LED. Até os faróis de neblina são de LED!

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Entram no pacote equipamentos que já deveriam estar ao menos na versão EXL, como sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, bancos dianteiros com ajuste elétrico em oito direções, sensor de chuva, retrovisor interno fotocrômico, teto solar elétrico e sistema de partida por botão no painel ou pelo controle remoto.  As portas ganham acabamento em alumínio escovado e as maçanetas externas cromadas.

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Grande destaque é o motor 1.5 de quatro cilindros com turbo, injeção direta, variação de tempo de abertura de válvulas (VTC) e válvula wastegate eletrônica. Inédito no Brasil, queima apenas gasolina para gerar 173 cv a 5.500 rpm, com o torque linear de 22.4 kgfm entre 1.700 rpm a 5.500 rpm. O câmbio também é o automático CVT, mas em versão própria para ele. Mas há um problema: o Civic Touring custa R$ 124.900.

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  • Pedro Cunha

    Sabe, cada vez que vejo essas manchetes de lançamento contendo o “intervalo” de preço dos modelos, meu cérebro interpreta automaticamente como “Novo Honda Civic chega em agosto com preços entre não vai dar e nem f_d3nd0!”
    Só isso.

  • pedro rt

    so vale apena o sport, o resto ta muito caro

  • Brasileiro

    Surpreso com esses valores surreais, R$ 125 mil?
    Esse com cambio manual será mosca branca, podemos dizer que o Civic é a partir de R$ 95 mil, sem duvidas o Cruze virou a melhor opção com turbo em todas as versoes

  • Wallace Goldman Oliveira

    Um carro de 100 mil deveria vir com a central multimídia de série em todas as versões, e esse sport merecia o motor 1.5 Turbo, com esse visual e cambio manual assim poderia até ser chamado de Sport

    • Antonio

      Pena que a Honda não pensa assim. No mais, comentário perfeito.

  • Dudu Pimentel

    É impressão ou o desenho básico das rodas vai ser igual em TODAS as versões? Achei legal a Honda manter o 2.0, afinal o 1.5 Turbo Earth Dreams é muito salgado.

    • Antonio

      Pensamento de pobre.