Articles by: Johanns Lopes

A reação das fabricantes depois da abertura das importações em 1990

O que as marcas fizeram para competir com carros importados?

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Há alguns dias, fizemos uma lista dos importados que mais marcaram os anos 1990. Hoje, o assunto é a reação do mercado interno, ou seja, o que fizeram as ditas “montadoras nacionais” com seus carros desatualizados para conter a chegada destes que seriam mais modernos.

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por 7 de janeiro de 2016 Chevrolet, Fiat, Ford, Volkswagen

10 marcas estrangeiras que deram o que falar nos anos 90

A abertura do mercado trouxe grande diversidade de carros ao Brasil

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O Brasil experimentou uma revolução em 1990, quando o então presidente Collor declarou seu desprezo por nossos carros, ou melhor, nossas carroças. Com os portos fechados para importações desde 1976, impedindo que qualquer tecnologia estrangeira entrasse no país, as montadoras viam-se obrigadas a trazer maquinários escondidos em bagagens para evoluir minimamente o mercado nacional. Anos antes de sofrer impeachment, Collor percebeu a situação da indústria nacional e abriu os portos.
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Após prometer nova geração revolucionária, Hyundai deixa vazar fotos do Elantra 2016

“Chegou o novo Hyundai… Elantra… Um carro… IN-CRÍ-VEL.”

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Prevista para ser revelada em abril, a nova geração do Elantra já tem suas fotos circulando nos sites globais. O vazamento teria iniciado na própria Coreia do Sul. Apesar da Hyundai prometer um design revolucionário (nestas palavras), o que se vê são linhas readequadas à atual identidade visual da montadora, com forte inspiração na perua i40. De qualquer modo, são alterações relevantes e bem-vindas, até mesmo por trazerem uma plataforma nova. As principais alterações estão na grade, que passou a assumir o formato trapezoidal, faróis que lembram o Kia Cerato e faróis diurnos de LED enfileirados verticalmente, lembrando um de seus principais concorrentes e atual líder global em vendas, o Toyota Corolla.  No Velho Continente, por baixo do capô, adormece o tradicional diesel quatro cilindros e, muito possivelmente, o 1.6 T-GDI a gasolina de 176cv presente no novo Tucson, que deve ser opção garantida na Coreia do Sul . hyundai_elantra_2
Este último, por sinal, poderá trabalhar associado a um câmbio de seis marchas ou, ainda, com a nova caixa de velocidades de sete marchas e transmissão de dupla embreagem.  Sua chegada à Europa está prevista para o segundo semestre de 2015. No Brasil, ele poderá dar o ar de sua graça, a depender da favorabilidade do mercado local, no primeiro semestre de 2016.

por 12 de março de 2015 Hyundai, Segredos

Honda divulga preços e detalhes do HR-V brasileiro

Seu concorrente de peso, o Jeep Renegade, também chega em março

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O HR-V chegará ao mercado brasileiro em um momento paradoxal. O período é propício dada a proximidade com o lançamento do Jeep Renegade, mas se mostra completamente hostil dada as condições atuais da economia brasileira e da retração do mercado automotivo. Ainda assim, a Honda aposta com boas armas no pequeno SUV, que oscilará entre R$ 69.900 e R$ 88.700, tal como seu principal concorrente, o Ford EcoSport. Mas será que seu principal atrativo será apenas o peso do logotipo no capô ou ele fará bonito diante dos adversários renovados?

Para começar o tira-teima, é preciso ir direto ao tópico crucial: os equipamentos e as versões. O HR-V terá três versões, como de praxe: LX, EX e EXL. Todas são equipadas com a transmissão CVT, com exceção da LX, que também oferece uma variante manual de seis velocidades. Todas as versões vêm com freio de estacionamento eletrônico, controle de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, sistema de freios a disco nas quatro rodas, volante com regulagem em altura e profundidade e EBD. iY56M6c - Imgur Outro destaque é o chamado Motion Adaptative Electric Power Steering, que interpreta os movimentos do motorista e enrijece ou favorece o movimento da direção quando o carro sai da trajetória da curva, contribuindo para a retomada do controle. Por fim, também são de série comandos para ligações atreladas ao Bluetooth do sistema de som, além das lanternas, luzes de freio e brake-light compostos por LEDs. A Honda não especificou as variações de equipamentos entre as versões – enalteceu apenas os equipamentos da versão top, a EXL, que virá com ar-condicionado digital com comandos touch e central multimídia de sete polegadas com  conexão HDMI e com navegador GPS adaptado para quatro capitais brasileiras (Rio, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte) – outras cidades serão incorporadas futuramente. nQTLVMP - Imgur
Além dos pequenos luxos, a EXL também contempla retrovisores com rebatimento elétrico, tilt down (que direciona os espelhos para baixo ao engatar a marcha ré), além de setas em LED nos retrovisores (estas também presentes na versão EX). Bancos de couro também completam o quadro de equipamentos do HR-V de R$ 88 mil – não poderia ser diferente, a depender do bom senso, mesmo se tratando da mesma Honda que economizou rodas de liga e sistema de som nos antigos Fit e City LX.  Baseado no Fit, o HR-V também incorpora soluções do seu irmão mais velho, como o sistema ULT, que rearranja o posicionamento dos bancos, facilitando o transporte de cargas de diferentes tamanhos e volumes. O porta-malas oferece bons 437 litros – ainda aquém de um sedã premium, mas à frente do EcoSport, que dispõe de 362 no total.
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A Honda destaca que a vida a bordo proporciona uma mistura de sentimentos – o painel, que lembra um cockpit, transpira esportividade, mas o uso de materiais diferenciados (tecidos, couro e plásticos macios ao toque) afugentam qualquer tese espartana. Infelizmente, o mesmo não é visto no exterior do veículo – a versão mais barata, de consideráveis R$ 70 mil, não dispõe de faróis de neblina e mesmo rodas de liga leve – sim, isso significa que teremos calotas! A propulsão fica por conta do 1.8 i-VTEC Flex One advindo do Civic. Os números são bons: 139cv e 17,5kgfm na gasolina e 140cv e 17,7kgfm no etanol. Além da opção manual de seis marchas já mencionada, o motor pode trabalhar junto do CVT – na EXL, são simuladas sete marchas e o motorista pode dispor dos paddle-shifts, as “borboletas” de trocas sequenciais atrás do volante – ficando à frente, neste ponto, do EcoSport Powershift. pNuXhJF
Por fim, os preços: a versão mais barata, a LX manual, partirá de R$ 69.900. Já a variante CVT custará a partir de R$ 75.400. A EX pula para R$ 80.400, sempre com CVT. A top-de-linha EXL estaciona nos R$ 88.700. Pinturas metalizadas e perolizadas simbolizam um acréscimo de R$ 1.200. Existem também diversos acessórios disponíveis para o modelo, que vão desde a grade cromada até bagageiro com teto com suporte para bicicleta, passando por soleiras iluminadas e iluminação interna sob o painel. Isso significa que um HR-V poderá custar, sem qualquer pudor, mais de R$ 90 mil. Todas as informações do HR-V serão divulgadas ao longo da próxima semana, prazo previsto para seu lançamento. É possível concluir, desde já, que o pequeno SUV é muito mais do que seu emblema no capô, mas precisará nadar em águas turbulentas dentro do mercado brasileiro e encarar, ainda, um concorrente de peso imerso em um contexto de globalização de mercados: o Renegade. Será uma briga boa – quem viver, verá. Voltaremos a falar do Honda HR-V na próxima semana, após as primeiras impressões do modelo.

por 6 de março de 2015 Brasil, Honda

Suzuki aposta em conceitos para o Salão de Genebra

Novos ventos sopram na marca nipônica

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De olho em brechas em diferentes nichos no mercado europeu, a Suzuki aposta em táticas que caminham em direções opostas. Por um lado, a marca apresenta o conceito iK-2, que adianta a investida da marca japonesa no segmento dos hatches compactos. Ele conviverá com concorrentes de peso, como o Opel Corsa, o VW Polo e o Ford Fiesta. Por outro lado, seu segundo conceito, o iM-4, quer aliar a aptidão 4×4 com baixo preço e design de personalidade. O Salão de Genebra está apenas começando: ele abre as portas amanhã, dia 5 de março.

iK-2

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O protótipo iK-2 é um hatch compacto construído com base em uma plataforma inteiramente nova. Seu design é baseado na identidade “Fluxo Líquido”, que a Suzuki caracteriza como dinâmica e sóbria. A frente se destaca pela grade que parede deslizar dos faróis de LED. Definitivamente, é diferente da maioria dos Suzuki que vimos até aqui. A nova plataforma aposta em aumento na rigidez e redução de peso, o que contribui para a redução de combustível, segurança e estabilidade. Essa plataforma passará a ser usada nos outros modelos da marca. A meta é que a partir da atual sejam formadas outras duas, totalizando três, que substituiriam os quatro modelos atuais de plataformas. suzuki-ik-2-1 (1)
Alinhado com o downsizing inteligente no peso, está o novo motor 1.0 turbo movido a gasolina, batizado de BOOSTERJET. Apesar do nome, digamos, peculiar, o propulsor promete não decepcionar na combinação entre eficiência energética e torque e potência. A fórmula do iK-2 para a Europa será o tamanho: terá mais de 4m de comprimento e mais de 2m de entre-eixos, acima da média dos hatches compactos. A velha e boa tática mais por menos. O Swift custaria o mesmo preço, oferecendo uma proposta diferente (tamanho reduzido e pocket rocket). Algo como Clio e Sandero. O lançamento fica para 2016.

iM-4

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Lembra das fórmulas de cinemática? S = S0 + vt + at2/2 é uma delas. A fórmula para o iM-4 promete ser bem mais simples: um pequeno 4×4 com um exterior esplendoroso e baixo consumo de combustível. A regra é Jimny para os puristas e iM-4 para os hipsters. Sem deixar a desejar no design, o iM-4 encararia desde rotas na neve até as trilhas mais difíceis de um terreno acidentado. O design surpreende e foge de qualquer Suzuki já visto – mais do que o próprio iK-2. O formato em caixote foge de referências anteriores (como o Kia Soul) e, não fosse a lateral, proporcionaria algum déjà-vu com o BMW i3. As rodas são um dos principais destaques do conjunto, que aposta na jovialidade e na diferenciação dos outros off-roads da Suzuki, em geral com design defasado ou mesmo eternizado. suzuki-im-4-2 O iM-4 é construído sobre a mesma plataforma do iK-2. A única diferença fica por conta do motor, que desta vez é um 1.2 DUALJET – sem turbo – e do tamanho. Esse crossover é consideravelmente menor que o hatch compacto. Dessa forma, a ideia é que ele não seja muito maior do que um Opel Adam ou do que um Ford Ka. No final das contas, ele é quase um kei-car.

por 4 de março de 2015 Europa, Salão de Genebra, Suzuki

Peugeot Partner ganha mudanças estéticas para Genebra

Retoque torna o furgão mais agradável ao aproximá-lo dos outros Peugeot

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Seguindo os passos do Berlingo, da companheIra Citroën, a Peugeot adianta a reestilização da Partner, que estará no Salão de Genebra. As mudanças se concentram no campo visual, se estendendo timidamente para os equipamentos. Além dos motores a diesel Euro6, compartilhados com o utilitário da Citroën, o furgão conta com um 1.6 movido a gasolina em duas variantes: uma com 99 cv e outra com 122 cv. Para 2016, a Peugeot promete um 1.2 PureTech de 112 cv. Peugeot-Partner-Van-3
Além da opção furgão, a Partner seguirá nas versões Tepee (urbana) e Outdoor (equivalente aos Adventure da Fiat). As novidades no portfólio de equipamentos se concentram na introdução de uma tela multimídia de sete polegadas, além do Mirror Screen Function, que conecta qualquer smartphone à central, permitindo diversas funções facilitadoras na vida a bordo. Peugeot-Partner-Van-4
Como opcionais são oferecidos câmera de ré, sensor de estacionamento dianteiro e o Active Brake System, que evita colisões em baixa velocidade. Todos esses equipamentos também estão disponíveis na variante da Citroën. São as crônicas da PSA. Na França, a versão mais barata da Parnet parte de R$ 60.490, considerando a cotação de ontem. Peugeot-Partner-lineup

por 2 de março de 2015 Europa, Peugeot, Salão de Genebra

Audi restaura van elétrica da DKW dos anos 1950

Restaram apenas dois exemplares deste raro modelo alemão

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Em 1932, em meio à Grande Depressão, quatro marcas alemãs se uniram para formar a Auto Union, que, mais tarde, se tornaria a atual Audi. Este passado está sendo resgatado pela marca alemã: uma unidade do DKW Schnellaster Kastenwagen, uma pequena van utilitária de motor dois tempos. Entretanto, a marca – que teve seus produtos licenciados no Brasil pela Vemag – produziu cem unidades de uma variante elétrica, vendida à época para a companhia de energia elétrica da Alemanha Ocidental. HI150001_largeHI150002_large
Destas cem unidades, sobraram apenas duas. Uma delas é a que ilustra essa publicação, completamente reformada pela Audi e futura peça de museu. Cada uma delas tinha um motor elétrico de apenas sete cavalos – 36 a menos do que o motor dois tempos. O avô dos E-Tron, por assim dizer, chegava a 40 km/h e tinha uma autonomia respeitável de 80 km. Um Nissan Leaf, projetado quase 60 anos depois, tem pouco mais que o dobro. Não se sabe ainda para qual museu o Schnellaster Kastenwagen estará, mas a iniciativa da Audi é louvável não apenas pela preservação da sua própria história, mas também pelo chamado que gira em torno do próprio automóvel. Ao mesmo tempo que encanta ao trazer o incrível de sua exclusividade – dois sobraram em um universo de uma centena, o pequeno utilitário da DKW promove incredulidade aos nos darmos conta de que uma quantidade expressiva de veículos – mesmo alguns recentes – se perderam no tempo. Carros fazem parte da História humana e, muitas vezes, ajudaram a escrevê-la. A Audi acerta ao garantir que eles façam parte dos tempos futuros relembrando-nos o passado.  HI150003_large

por 27 de fevereiro de 2015 Antigo, Audi, DKW, Europa

Berlingo reestilizado estará no Salão de Genebra

Principais mudanças estão nas motorizações a diesel, adequadas ao Euro6

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O Salão de Genebra abrirá as portas ao público no próximo dia 5. Apesar das expectativas para os lançamentos quentes, também há espaço para novidades mornas. É nesse espírito que caminha a Citroën, que apresenta uma reestilização pontual no Berlingo. Lembra dele? O monovolume foi vendido por aqui entre o final dos anos 1990 e a primeira metade dos anos 2000 – chegando a ser vendido até meados desta década como Peugeot Partner. Na Europa, o modelo hoje se baseia na segunda geração, lançada há sete anos. Citroen-Berlingo-8
Externamente, o Berlingo ganhou novos para-choques, novo reposicionamento das luzes diurnas de LEDs e nova grade. A versão Multispace (de passageiros) ganhou duas novas cores: Cumulos Grey e Moka Grey. Evidentemente, se trata de uma apologia ao 50 Tons de Cinza (só que não).
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No que tange os equipamentos de bordo, o francês oferecerá a partir de novembro o sistema multimídia Touchdrive Interface, com tela de sete polegadas e que vem acompanhada da tecnologia Mirror Screen, que sincroniza o smartphone com a central e oferece diferentes serviços funcionais. Além disso, o Berlingo ganhará, também em novembro, o sistema Active City Brake System, que previne colisões em baixas velocidades com base em sensores. Antes disso, em junho, o modelo ganhará  câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros. Citroen-Berlingo-6
As principais mudanças que abrangem o conjunto mecânico. O monovolume contará com três variantes a diesel, todas já adequadas ao padrão Euro6: um com 75 cv, outro com 100 cv e, por fim, o mais potente, com 120 cv. Há também uma versão elétrica, o Berlingo EV, alimentada por um motor de 49kW e com autonomia de 170 km. Os preços não devem fugir do ordinário: atualmente, um Berlingo parte de 17.700 €, o equivalente a R$ 57.655 na cotação de hoje.

por 20 de fevereiro de 2015 Citroën, Europa, Salão de Genebra

Porsche anuncia mudanças na linha e Macan ganha versão mais barata

“O patrão ficou maluco!”…

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Em épocas difíceis para o mercado de automóveis no país, a Porsche alterou sua gama de modelos no país. Entretanto, não houve canibalismo: a montadora alemã ampliou sua oferta de versões e passou a oferecer uma versão mais acessível do SUV de entrada Macan, que agora parte de R$ 299 mil. As novidades também atingiram o irmão maior Cayenne e o Panamera. O Macan, proposta da Porsche para o segmento de SUVs premium, alavancado pelo lançamento do Evoque em 2011, passa a ser oferecido com um propulsor 2.0 de 237 cavalos movido a gasolina por pouco menos de R$ 300 mil. Estarão mantidas a caixa de marchas automatizada de dupla embreagem e sete velocidades PDK e o controle de tração PTM. A variante “espartana” será seguida da intermediária, S, que parte de R$ 399 mil. Por fim, a topo-de-linha é a versão Turbo, que custa salgados R$ 519 mil. porsche_cayenne_s_16
O Cayenne também foi contemplado por uma nova versão: a Turbo S, já abençoada pela nossa senhora dos absurdos. Por R$ 969 mil – 619 mil a mais que o Cayenne mais básico, ela oferece um brutal V8 4.8 de 550 cavalos, capaz de levá-lo da inércia a 100 km/h em 4,5 segundos. Por fim, as alterações cessam na linha Panamera. O cupê de quatro portas que arrancou polêmicas de fãs puristas da montadora ganhou duas novas configurações: o GTS, com um V8 4.8 e 440 cavalos, partindo de R$ 799 mil, e a Turbo S, que faz uso do mesmo propulsor do Cayenne Turbo S reajustado para 570 cavalos. Por isso tudo, deve-se pagar R$ 1.169.000. No Brasil, ele só perde para o 911, que custa a partir de R$ 1.199.000. porsche_panamera_4s_3

por 11 de fevereiro de 2015 Brasil, Lançamentos, Porsche

Mercedes-Benz C180 Brabus passa a ser importado para o Brasil

Quem não tem AMG caça com Brabus

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A Brabus, customizadora dos modelos da Mercedes-Benz (e, em consequência, uma alternativa mais barata aos puro-sangues AMG), terá mais um modelo comercializado no Brasil: trata-se do C180, que passa a integrar a gama renovada com um banho de loja. O anúncio foi feito pela Strasse, importadora da Brabus no Brasil. O singelo Classe C ganha ares de um esportivo dotado de um apetite voraz, disponíveis nas versões sedã e perua. O preço? A partir de módicos R$ 159 mil. brabus_mercedes-benz_c-klasse_11_1
Em troca, o (feliz) dono de um C180 Brabus ganha, no quesito estético, um eminente logotipo da marca, que substitui a clássica estrela de três pontas da marca alemã, spoiler no para-choque dianteiro e na tampa do porta-malas, quatro escapamentos esportivos e aprimoramentos que garantem ao modelo uma melhor aerodinâmica em relação à versão original. Rodas de aro 18 ou 19 completam o estilo agressivo. No interior, tapetes, maçanetas e shift paddles personalizados brindam o interior deste Classe C customizado. brabus_mercedes-benz_c-klasse_9_1
O motor 1.6 turbo tem 177 cavalos e também recebeu aprimoramentos – o suficiente para arrebatar 11cv a mais do que o propulsor original.  A velocidade máxima é de 230 km/h e a versão vai de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos, além de contar com um torque de 30,5 kgfm. Se você comprou um C180 há pouco menos de um ano, não lamente pela sua escolha. A Brabus oferece a opção de conversão para modelos com até um ano de uso. Além disso, ela oferece garantia de dois anos ou até cem mil quilômetros registrados no hodômetro.

por 6 de fevereiro de 2015 Brabus, Brasil, Lançamentos, Mercedes-Benz