Eventos

Lamborghini 5-95 Zagato comemora os 95 anos do estúdio italiano

Não parece, mas o ele é baseado no Gallardo

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Único, o Lamborghini 5-95 Zagato foi uma das grandes atrações do Concorso d’Eleganza Villa d’Este neste final de semana, na Itália. Criado em parceria entre Lamborghini e Zagato sob encomenda de Albert Spiess, descrito como "um dos colecionadores Lamborghini mais significativos" no mundo, o  5-95 comemora os 95 anos do estúdio de design italiano (1919 – 2014). 1755386280318521361
A base do esportivo é o Lamborghini Gallardo LP570-4, escolhido por ter sido o modelo mais marcante para a fabricante em termos de popularidade e também de produção. Foi, de longe, o Lambo mais vendido da história. De toda forma, características marcantes da Zagato, como o teto dividido e o para-brisa envolvente estão presentes.

por 26 de maio de 2014 Eventos, Lamborghini

BMW Motorrad mostra o Concept Roadster

Motocicleta conceitual mostra o futuro das motos BMW

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Além do Mini Vision Superleggera, o estande do Grupo BMW no Concorso d’ Eleganza Villa d’Este tem outro modelo exclusivo, o Concept Roadster da BMW Motorrad. A BMW diz que esta moto-conceito resume suas metas para as próximas gerações para as motos com motor boxer – com cilindros contrapostos. BMW-Motorrad-Concept-Roadster_9
O motor 1.170 cc de dois cilindros que equipa o conceito gera 125cv a) a 7.750 rpm e 12,6 kgfm de torque máximo. Ele também possui braço oscilante de um só lado da moto e quadro tubular de metal leve e a parte traseira em alumínio torneado. Outros destaques são as luzes de LEDs e a capa do motor "futurista" , que segundo a BMW tem função aerodinâmica , mas também incorpora o silenciador frontal. BMW-Motorrad-Concept-Roadster_11BMW-Motorrad-Concept-Roadster_3

por 25 de maio de 2014 BMW, Conceitos, Eventos, Motocicleta

Mini Vision Concept mostra que a Mini ainda sabe fazer carros diferentes

Conceito pode servir de base para a criação do próximo Mini Roadster

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Criado pelo estúdio italiano Superleggera exclusivamente para o Concorso d’Eleganza Villa d’Este – um dos eventos de carros e motor clássicas mais exclusivos do mundo – o Mini Vision Concept poderia significar o futuro do Mini Roadster. Por hora, no entanto, o conceito prova apenas que a Mini é capaz de fazer carros um pouco diferentes do Cooper, ainda que precise de alguma ajuda. MINI-Superleggera-9Vision
Inspirado nos esportivos europeus das décadas de 50 e 60, o Vision Concept é, nas palavras do chefe de Design do Grupo BMW, Adrian van Hooydonk, “um automóvel elegante, que representa um verdadeiro roadster britânico, mas com um toque italiano”. Não foram divulgados detalhes sobre a mecânica, mas Hooydonk frisou que “todo o equipamento e detalhes desnecessários foram sacrificados”, com o objetivo de privilegiar a performance.
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O interior, portanto, está reduzido ao essencial. Há um painel de instrumentos circular apoiado na coluna de direção, o volante tem apenas um botão, de Boost, que aumenta a pressão do turbo (ah, então é um motor turbo!).
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por 25 de maio de 2014 Conceitos, Eventos, MINI

SEAT Ibiza Cupster será uma das atrações do Wörthersee

Ibiza foi transformado em um Speedster exclusivamente para o evento

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Tratado pela Seat como “máquina de diversão”, o Ibiza Cupster será uma das atrações deste ano do Festival de Wörthersee GTI, encontro de fanáticos por carros do Grupo Volkswagen que neste ano acontecerá em Reifnitz, entre 28 e 31 de maio. Ainda bem que esta espécie curiosa de Ibiza Roadster não passa de um carro-conceito. seatibizacupster-01-ffsa-1-1
Pintado na cor nada discreta chamada laranja New Orange, o Ibiza Cupster usa a versão de duas portas do Ibiza como base, mas sem seu teto. No lugar instaram o para-brisa e vidros laterais mais envolventes, no melhor estilo de um Speedster. Ainda se garante nas rodas aro 18” e pelo spoiler traseiro colocado na tampa do porta-malas. A transformação implicou em algumas mudanças no interior. Os bancos esportivos foram rebaixados em 80 mm e a instrumentação foi reduzida ao mínimo. O motor é o mesmo do Ibiza Cupra, ou seja, o 1.4 TSI turbo de 180 cv e 25 kgfm de torque máximo, acoplado a uma caixa de dupla embraiagem DSG.

por 22 de maio de 2014 Conceitos, Eventos, Seat

Audi A3 Sedan ganha conceito com 525 cavalos

Conceito será apresentado no Wörthersee, na Alemanha

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Por que não um A3 Sedan mais esportivo que o S3? A Audi deve ter pensado nisso antes de criar o conceito A3 clubsport quattro, que promete ser uma das grandes atrações do Wörthersee, encontro de fanáticos por carros do Grupo Volkswagen que neste ano acontecerá em Reifnitz, entre 28 e 31 de maio. audi_a3_clubsport_quattro_concept_5
A principal credencial do conceito é seu motor de cinco cilindros 2.5 TFSI – o mesmo do RS Q3 -, mas com upgrade para 525 cv , o que equivale a 211 cv por litro, praticamente um motor 1.0 com a mesma potência do 2.0 TFSI. Como o peso do Clubsport é de apenas 1527 kg, a relação peso-potência atinge 2,9 kg/cv, contribuindo para uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos. A velocidade máxima anunciada é de 310 km/h. É quase tão rápido quanto um RS6!audi_a3_clubsport_quattro_concept_6
Entre as diversas modificações técnicas encontra-se a instalação de um Turbo maior e um intercooler mais adequado. A potência é enviada para as quatro rodas pelo sistema Quattro através de uma caixa de dupla embraiagem Stronic de sete relações com controle de largada. É claro que a suspensão foi revista, ao mesmo tempo que o sedã foi rebaixado em 10 mm. As rodas exclusivas tem 21 polegadas e os freios tem discos carbocerâmicos. Há uma série de elementos aerodinâmicos e também uma nova grade, mas nada dá tanto destaque ao conceito quanto seu tom de azul exclusivo. Por dentro o que chama atenção são os bancos de competição com cintos de quatro pontos e local exclusivo para capacetes no porta-malas.
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por 17 de maio de 2014 Audi, Eventos

Suzuki apresenta o A:Wind Concept na Tailândia

Conceito mostra como será a nova geração do Suzuki Alto

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A atração principal da edição 2013 do Salão do Automóvel da Tailândia é o Suzuki A:Wind Concept, um compacto simpático que deverá servir de inspiração para a nova geração do Suzuki Alto, um dos carros mais vendidos da Suzuki em todo o mundo. Suzuki-A-Wind-Concept-15[3]
O A:Wind tem dimensões bastante compactas, com 3,60 metros de comprimento, 1,54 metros de altura e 1,60 metros de largura, e ainda assim é maior que o atual Suzuki Alto vendido na Europa. Bom para os ocupantes é que o entre eixos passou de 2,36 m para 2,42 m.
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Apesar de ser conceito, o Suzuki A:Wind tem um motor até bastante realista, um 1.6 à gasolina acoplado a uma transmissão automática do tipo CVT. Mas há muito neste carro que não passará da fase de conceito, como os faróis com LEDs que se interligam por meio da grade e suas rodas.
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por 3 de dezembro de 2013 Eventos, Suzuki

Discover Hyundai – Transformando minério de ferro em esculturas fluidas

Com produção verticalizada, Hyundai fabrica 60% do aço de seus carros

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Seul, Coreia do Sul –
Estabelecer metas e encarar dificuldades é algo primordial quando se quer alcançar um objetivo. O da Hyundai é estar cada vez mais próximo do topo do ranking de maiores fabricantes de automóveis do mundo. Fomos até a Coreia do Sul conhecer todo o processo que envolve a criação, validação e produção dos Hyundai, desde o aço até o carro pronto. 44627369
A Hyundai escolheu 16 blogueiros mais influentes de nove países (Filipinas, França, Espanha, Brasil, Rússia, índia, Alemanha, Arábia Saudita, África do Sul e Austrália)  para conhecer algumas de suas instalações e conhecer mais sobre o que a empresa pensa e como ela pretende atuar no mercado global nos próximos anos, no evento que a empresa chamou de “Discover Hyundai – Korea Forum 2013”.
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A jornada de quase uma semana começou pela sede do Hyundai Motor Group, dois grandes prédios do meio de Seul, um da Kia e outro da Hyundai, interligados apenas nos primeiros andares. Nestes andares estão os departamentos de plataformas e motores, os únicos que as duas fabricantes compartilham. Ao contrário do que se poderia esperar, elas não compartilham fábricas e nenhum lugar do mundo.

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Na sede da Hyundai assistimos uma breve apresentação de Frank Ahrens, vice-presidente global de relações públicas da empresa, que falou a respeito da história da empresa, sua evolução, sobre suas fábricas e centros de desenvolvimento espalhados pelo mundo e sobre produtos voltados especificamente para alguns países. O Hyundai HB20 não foi esquecido.

Curiosidades:

  • Há 20 anos a Hyundai fabricava sob licença carros da Ford, como o Cortina. Posteriormente ela fechou um acordo para usar motores… Mitsubishi.
  • O primeiro carro desenvolvido pela marca foi o Hyundai Pony, lançado em 1974. Foi exportado pela primeira vez em 1976 para o Equador.
  • A Hyundai só foi lançar um motor próprio em 1991, o Alpha em versão 1.5 com 90 cv

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Em seguida fomos até a Hyundai Steel em Danjin, siderúrgica da empresa que transforma minério de aço, importados principalmente do Brasil e da Austrália, e sucata, em aço. O minério de ferro sai dos navios por esteiras mecãnicas e são transportados até estas grandes cúpulas, fechadas para que não haja perda de material. Esse minério passa por processos de purificação e é transformado em placas gigantes de aço (ferro + carbono). Ainda incandecentes, estas placas são esmagadas por rolos gigantes ao mesmo tempo que recebem um banho de água. O processo continua até esta placa com 3 m de comprimento se transforma em uma lâmina com quase 40 metros de comprimento. O barulho do processo é assustador, mas tudo é extremamente fascinante – principalmente para um estudante de engenharia mecânica, que é o meu caso.
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Após isso esta chapa passa algumas horas resfriando em um grande galpão para depois serem enrolados. A Hyundai Steel é responsável por 60% do aço utilizado na produção dos carros da Kia e da Hyundai.

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Algumas dessas bobinas não vão tão longe. Ali próximo está a Hyundai Hysco, responsável por tratar estas chapas de aço com produtos químicos preparando-as para o uso automotivo. Algumas chapas são unidas por solda à laser até formarem um grande rolo. Agora prontas, estas chapas de aço seguem para fábricas da Hyundai em todo o mundo, inclusive para Piracicaba (SP). Sim, o ferro brasileiro retorna ao País devidamente transformado em aço.HYSCO_05
Em seguida seguimos para Asan, onde a Hyundai mantém a fábrica responsável pela produção do Sonata e da geração anterior (apenas para o mercado local, principalmente para uso como Táxi) e do Azera. Lá prensas gigantescas transformam as chapas em peças de estamparia, como portas, capôs ​, pára-lamas e chassis. Elas ficam alocadas em grandes pilhas aguardando o momento em que um veículo autônomo o transportará para a produção.
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Braços robóticos são responsáveis pela junção de todas as peças de estamparia, com pouca intervenção humana. Interessante observar que praticamente 90% da produção é automatizada, ficando para os humanos apenas a montagem de algumas peças de acabamento, compontente eletrônicos, fiações e alguns componentes do motor.
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Depois de prontos os carros dão uma voltinha e passam por testes de controle de qualidade. Por dia saem dali 1100 carros, que são abastecem o mundo todo, inclusive o Brasil. É possível ver nitidamente as alterações estéticas que os modelos passam para se enquadrar no gosto de cada mercado.

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As “bolinhas” de minério de ferro vendidas pela Vale do Rio Doce, por exemplo, se transformaram em esculturas fluidas.
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No dia seguinte nossa parada foi no Centro de Design e Desenvolvimento da Hyundai em Namyang. É lá que nasce a grande maioria dos Hyundai, uma vez que este é o lugar onde cria-se e estuda todos os futuros lançamentos da marca. Sim, eu estava ansioso e fiquei ainda mais quando tive que deixar na portaria minhas câmeras e todos os outros dispositivos que trazia receberam um adesivo de segurança em suas lentes. Tudo justificável, afinal ali é uma espécie de “Área 51 da Hyundai”. O que vi e fiz lá você confere em breve em nossa próxima matéria especial.
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Sim, entrei em um túnel de vento ligado… O jornalista viajou a convite da Hyundai Motor do Brasil

por 29 de novembro de 2013 Curiosidades, Eventos, Hyundai, Mercado

BMW Série 4 chega ao Brasil em 2014

Substituto do Série 3 Cupê é apresentado em São Paulo

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A BMW resolveu substituir as versões cupê e conversível do Série 3 pelo Série 4. O modelo, apresentado em junho passado, está sendo apresentado no Auto Premium Show, em São Paulo, até o dia 1º de dezembro. A fabricante diz que a intenção é medir a aceitação do modelo diante do público, mas sinaliza que o modelo deverá ser lançado no ano que vem. bmw_420d_coupe_m_sport_package_uk-spec_5
A plataforma é a mesma do Série 3, mas o Série 4 chega a ser 2,6 cm maior, 4,3 cm mais largo, porém 1,6 cm mais baixo. Ele se difere mesmo por tem um ar mais esportivo, e não apenas pelas duas portas a menos. O parachoque dianteiro, com linhas mais volumosas e agressivas e “respiradores” nos paralamas, que canalizam o ar para evitar arrasto marcam presença. A traseira, maior diferencial para o Série 3, lembra bastante o “irmão maior” série 6, sem que isso chegue a soar mal. No caso da versão 435i o  motor é o conhecido 3.0 biturbo, de seis cilindros, que gera 306 cv, e é acoplado ao câmbio automático de oito marchas. Chega aos 100 km/h em 5,3 segundos, mas a velocidade máxima é de 250 km/h.
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por 22 de novembro de 2013 BMW, Eventos, Segredos

Bienal do Automóvel abre as portas nesta quarta-feira

Evento acontece em Belo Horizonte até o próximo domingo (24)

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Abre as portas amanhã (20/11) a quarta edição da Bienal do Automóvel de Belo Horizonte. O evento acontece até o dia 24 deste mês e tem como destaque a presença da nova geração da Fiat Fiorino, mostrado até então apenas na Fenatran. Das outras marcas confirmadas não há atrações inéditas. A Chevrolet, por exemplo, irá focar em seus últimos lançamentos, como o Camaro 2014 e o Tracker e a Volkswagen mostrará a sétima geração do Golf. A Ford também estará presente com a nova geração do Focus e a Renault com o novo Logan 2014. Outras atrações são  o Espaço Ferrari com  modelos dos associados do Veteran Car Club e os modelos Alfa do Clube Alfa Romeo de Minas Gerais. O evento também contará com carros de rally, tunados e veículos de colecionador. BIENAL DO AUTOMÓVEL  2013

  • De 20 a 24 de novembro
  • Expominas
  • Avenida Amazonas, 6.030, Gameleira – Belo Horizonte (MG)
  • www.bienaldoautomovel.com.br

HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO

  • De 4º a 6ª feira
  • Das 14h às 22h
  • Sábado
  • Das 10h às 22h
  • Domingo
  • Das 10h às 21h

INGRESSOS

  • 4ª feira
  • R$ 20
  • 5º e 6ª feira
  • R$ 30
  • Sábado e domingo
  • R$ 40

ESTACIONAMENTO Preços:

  • Hora – R$ 8
  • Diária – R$ 20
por 19 de novembro de 2013 Eventos

Encaramos o Suzuki Adventure com um Jimny

Jipinho goiano foi nosso companheiro em rali promovido pela Suzuki

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À primeira vista o Suzuki Jimny pode parecer um carro ideal para quem procura um carro pequeno e alto para usar na cidade. E pode até ser, realmente. Mas fazer isso com o Jimny é o mesmo que criar um Pastor Alemão em apartamento: vai dar mais trabalho e precisar constantemente ir a um lugar amplo para correr e brincar. A diversão do Jimny é encarar obstáculos na terra, e no último final de semana tivemos a oportunidade de levar um Jimny para “brincar” em um rali de regularidade durante a quinta etapa do Suzuki Adventure, em Itaipava (RJ). IMG_8221
IMG_8232O evento, aberto a proprietários do Jimny, do Samurai e do Vitara 4×4 – Chevrolet Tracker não vale! – é dividido em três categorias: Fun, para novatos; PRO, para os pilotos e navegadores mais experientes. Os dois são ralis de regularidade. Ainda há a EXTREME, que é uma prova de obstáculos onde competem veículos bastante modificados. Os campeões desta temporada da categoria PRO ganharão uma viagem para Búzios, mas a maior vitória talvez seja a arrecadação de cobertores. Dois cobertores devem ser doados no dia do evento para efetivar a inscrição, e estes são destinados a instituições de caridade pelo programa "Suzuki pelo Bem". Em 2012 20 instituições repartiram os mais de 2 mil cobertores arrecadados. Por nossa experiência nula em ralis, competimos pela categoria Fun: eu, Henrique, como piloto e o Fabio Perrotta Jr., que colabora em nossos testes, como navegador. Detalhe: seu estado não era o melhor após ter estado no Rock in Rio. Nosso veículo era um Jimny 4All, versão de entrada, que custa R$ 55.990, emprestado pela Suzuki.
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O Jimny é pode até parecer franzino, mas é descendente de uma linhagem de pequenos jipes iniciada há mais de 40 anos no Japão, quando a Suzuki comprou a também japonesa Hope e os direitos do HopeStar ON360, um jipinho com motor dois tempos de 359 cm³, mas com tração 4×4. Ele foi praticamente o precursor de todos os 4×4 da Suzuki, e ainda hoje o Jimny, após 43 anos, oito fases e com 10 identidades ao redor do mundo, segue seus ensinamentos.IMG_8512
Pequeno (são 3,65 metros de comprimento, 1,60 m de largura e com 1,67 m de altura), o Suzuki Jimny pesa apenas 1.060 kg, o que torna o motor 1.3 16V VVT de 85 cv e 11,2 kgfm de torque  suficiente para cumprir a promessa de ser um verdadeiro veículo off-road. Um detalhe interessante é que o motor está alocado no cofre em posição longitudinal, algo incomum em veículos pequenos, mas ideal para o funcionamento da tração 4×4. Esta, por sua vez opção de reduzida e que conta com sistema de roda livre pneumática, diferencial central incorporado à caixa de transferência e acionamento eletrônico. A transmissão manual de cinco marchas com relações curtas também contribui para um melhor aproveitamento do motor.
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Por esse lado o Jimny é até bastante moderno, mas sua receita ainda é bastante simples com o objetivo de ser robusta ao máximo. Sua carroceria é montada sobre um chassi do tipo escada – como picapes médias e caminhões – e nos dois eixos a suspensão é composta por três braços de apoio (trilink) e um eixo rígido, além das molas e amortecedores. Não é a configuração mais confortável – algo que compromete o uso urbano -, mas é a mais rígida e robusta, o ideal para um veículo feito para o uso off-road. A versão 4All tem o trivial, como ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, rodas de liga leve aro 15″ na cor grafite e sistema de som inclui rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e Bluetooth. Há cerca de duas semanas o modelo passou a contar com freios ABS e airbags, mas nosso carro foi montado meses atrás. Ainda assim, já era das unidades produzidas em Itumbiara (GO), em fábrica que opera desde novembro.
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Estávamos, de fato, bem aparelhados, mas ainda havia muito chão pela frente. Partimos do Parque Municipal de Petrópolis com um livro de 54 páginas com instruções do percurso, que no total deveria ter 160 km. De lá nosso próximo destino era a BR 040, onde permaneceríamos por cerca de 30 km.
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Encarar estrada com um Jimny requer um pouco de esforço do motorista e do motor. A grande área de contato com o ar compromete o conforto acústico da cabine – que é até bem isolada dos barulhos do motor -  e a aerodinâmica do jipinho, que termina sofrendo um pouco para ganhar velocidade e quase sempre pede redução de marcha numa retomada. Seria como qualquer compacto 1.0 não fosse pela tração traseira – quando operando em 4×2 – , pelo entre eixos de apenas 2,25 metros e pelo centro de gravidade elevado. Então, é bom apreciar o volante com moderação nas curvas, ele não encoraja abusos.
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Mas logo o Jimny chegaria em seu habitat. Tomamos uma entrada entre as cidades de Areal e Três Rios, passamos por um pequeno lugarejo cortado por uma linha férrea e logo estaríamos na terra. Era a hora de testar meu navegador, que ainda reclamava do desempenho do Bon Jovi no palco. Haviam tempos predefinidos para cumprir determinadas distâncias, e precisamos baixar um aplicativo de cronômetro ali na hora, antes de zerar o hodrômetro parcial e comer poeira – o carro, pois o ar-condicionado da cabine esteve sempre ligado.
IMG_8244 Nós bem tentamos acompanhar à risca os tempos mas foi difícil. Nem eu estava entendendo as marcações, que provavelmente foram explicadas no briefing da noite anterior, que não participamos. Então tentamos a sorte voltando nossa atenção para marcações de distância e de velocidade média.
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E foi obedecendo as instruções que seguimos nossa aventura, atravessando fazendas, pontes de madeira e contemplando paisagens, mas sem se distrair do percurso, o que poderia ser fatal; quase sempre estávamos entre barrancos e despenhadeiros. Para colaborar, por aquelas estradas estreitas mal passava o Jimny. Mas a dificuldade real do percurso se resumia a buracos, valetas e alguns aclives mais acentuados, mas o Jimny aguentaria coisa muito pior. Nem foi necessário ativa a tração reduzida…
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O mais legal é a experiência de imersão em uma realidade completamente diferente da que estamos acostumados. Por estar em lugar desconhecido sem nem mesmo sinal de AM, seguindo folhas impressas em preto e branco, tudo se torna novidade. Ao passar por pessoas que vivem ali, buzinar e acenar é uma forma de saudar quem toma como cotidiano aquilo que você define como aventura.
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Passarmos por uma bela cascata – que segundo o Google Maps pertence à cidade de Pequeri (MG) – , onde pudemos parar por alguns instantes e fazer algumas fotos. Seguimos nosso caminho e quilômetros à frente chegamos em uma cidade. Tão perdido, paro o carro para perguntar onde estávamos. Foi quando descobri que ali já era Minas Gerais, e a cidade simpática era Santana do Deserto, que viveu seus tempos áureos quando a região era tomada por fazendas de café.
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557798_3439082671951_1192859444_nResolvemos parar mais uma vez. Estávamos em uma cidade, então talvez nossos celulares voltariam a funcionar e o GPS dissesse que já não estávamos em “lugar nenhum”. Foi em vão, mas foi neste momento que um casal em um Vitara nos abordou perguntando onde estávamos e em qual página do livro de instruções estávamos. Foi aí que percebemos que pelo menos em último lugar não ficaríamos. Na saída da cidade havia uma rotatória com a bifurcação de duas estradas, uma que nos levaria a Juiz de Fora, e outra que terminaria em Levy Gasparian. Por não ter percebido a distância entre as duas instruções seguintes, o Fabio me instruiu a pegar a segunda saída. Tudo ia bem até a placa de “2 KM” demorar muito a aparecer. Esta foi a vez em que ficamos perdidos por mais tempo.
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Voltamos mais embalados para tentar reaver o prejuízo, mas já não resolveria muito. Ao nos embrenhamos no mato novamente logo percebemos uma quantidade maior de porteiras e mata-burros. Havia mais fazendas nesta nova parte do rali. Era um lugar mais habitado, com belas fazendas de eucalipto, mas ainda com um horizonte vazio. Sedes de fazendas se tornariam mais constantes em seguida, sinalizando que ali já não era mais tão “nada”. Logo chegaríamos a Levy Gasparian (mesmo que o caminho que tomamos levasse à Juiz de Fora), onde retornaríamos para a BR 040 para percorrer mais alguns quilômetros até a pousada Caminho Real, em Itaipava, nosso ponto de chegada.

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Ao pegar nossa parcial a grande surpresa: 209.130 pontos. Seria ótimo se não fossem pontos perdidos. Passamos por alguns pontos com quase 10 min de atraso após nos perdermos duas vezes. Esse resultado nos garantiu a 62° posição, num grid de 77 carros. Nossa sorte de principiante foi não ter chegado em último lugar… Pelo menos nos divertimos bastante, e o Jimny também. PS: Segundo o Fabio, nossa equipe poderia ser comparada com a Marussia na F1. Discordo: ao menos nosso carro era bom! Resultados – 5ª Etapa – Itaipava (RJ): Categoria Pro
1º – Celso Macedo e Belém Macedo (Piracaia – SP)
2º – Waldir Hudson Barbosa e Maria Barbosa (Bragança Pta. – SP)
3º – José Paulo Junqueira e Marcelo Jucá (Juiz de Fora – MG)
4º – José Eduardo Guerra e Marcia Guerra (Uberlândia – MG)
5º – Paulo Theophilo Dias Filho e Priscila Argentin (São Paulo – SP) Categoria Fun
1º – Carlos Cavenaghi e Pedro Cavenaghi (Osasco – SP)
2º – Vinícius Ferreira da Silva e Bernardo Ferreira da Silva (Petrópolis – RJ)
3º – Pedro Figoli e Valéria Duarte (São Paulo – SP)
4º – Bruno Viana e Cesar de Souza (Niteroi – RJ)
5ª – Mateus Costa e Robson Costa (São Paulo – SP) 62°- Henrique Rodriguez e Fábio Perrotta Jr. (Rio de Janeiro – RJ) Prova de obstáculos Extreme
1º – Genildo de Alencar da Silva e Jeferson Gonsalves (Suzano – SP)
2º – Lionardo Almada e Josana Tostes (Juiz de Fora – MG)
3º – Wilson Carlos Werneck Fialho e Erika Fófano Werneck (Juiz de Fora – MG)
4º – Luiz Carlos Ferreira Gomes e Bárbara Arcoverde Gomes (Juiz de Fora – MG)
5º – Bruno Cipullo e Anderson Khoury (Mogi das Cruzes – SP) Versões do Suzuki Jimny: O Suzuki Jimny está disponível em quatro versões: o Jimny 4ALL, como o usado no rali, e os dealer options Jimny 4SUN, com teto solar panorâmico de lona (ragtop) que custa R$ 59.990, o Jimny 4SPORT com maiores ângulos de ataque e saída e espelhos e maçanetas pintados na cor grafite, volante revestido em couro, moldura do painel na cor do veículo, engates dianteiro, traseiro e bola, snorkel e rack de teto na cor grafite, e que custa R$ 61.990, e por fim o Jimny 4WORK, cujo preço depende das exigências e dos equipamentos solicitados por quem encomenda. Fotos | Henrique Rodriguez e Fabio Perrotta Jr.

por 24 de setembro de 2013 Eventos, Suzuki