F1

Mercedes lança supercarro com tecnologia de Fórmula 1 para as ruas no Salão de Frankfurt

Nada como se valer dos bons frutos colhidos na Fórmula 1 para lançar um carrão. A Mercedes-Benz pegou a tecnologia híbrida das pistas e transformou em um superesportivo, que dá as caras em forma de conceito no Salão de Frankfurt 2017.

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Splash and Go! – Valentino Rossi ‘garoteou’ no fim de semana dos veteranos

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Apenas na Fórmula 1 a idade é uma sentença. No último fim de semana, pilotos com mais de 35 anos, considerados velhos para a categoria máxima do automobilismo mundial, dominaram as provas da Nascar, Fórmula Indy e Stock Car. O mesmo só não aconteceu na MotoGP, pois o Valentino Rossi deu uma ‘garoteada’ digna de um piloto iniciante.

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por 20 de julho de 2016 Automobilismo, F1, Splash and Go, Stock Car

Mercedes-AMG GT S é o novo Safety Car da Fórmula 1

Médico vai circular em um C63 S AMG Touring

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Quase todos os carros que disputarão a primeira corrida desta temporada da Fórmula 1 – que começa no próximo dia 15, na Austrália – já eram conhecidos. Agora a Mercedes mostrou o Safety Car deste ano, e é o novo Mercedes-AMG GT S. O C63 S AMG, por sua vez, será o Medical Car. mercedes-amg_gt_10_1
O novo esportivo da Mercedes também substitui o SLS AMG nas pistas e ganhou decoração própria para poder rodar na frente dos carros antes da formação do grid de  largada, ou entrar na pista no meio da corrida para segurar o ritmo. Já a posição do C63 S AMG Touring é a retaguarda do pelotão, mas também tem a missão de levar o Dr. Alan Van Der Merwe, aos locais onde a sua presença seja requisitada com urgência. No porta-malas vão equipamentos úteis, como desfibrilador e outros aparelhos fundamentais para os primeiros socorros.
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Bernd Maylander, que guia os Safety Car da Fórmula 1 desde 2000, terá sob seu comando a versão mais potente do Mercedes-AMG GT, equipada com motor V8 4.0 Biturbo com 510cv a 6.250rpm e 66,3kgfm de torque disponíveis entre 1.750rpm e 4.750rpm. O câmbio é sempre de sete marchas e dupla embreagem, montado no eixo traseiro do veículo. Apesar da composição diferente da mecânica, o C63 S utiliza este mesmo motor.
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Uma verdade: Estes dois Mercedes têm ronco mais interessante do que os que Lewis Hamilton e Nico Rosberg pilotam nesta temporada.

por 6 de março de 2015 F1, Mercedes-Benz

Aprender com a Fórmula 1

Por Fernando Calmon Efficiency equals performance - as F1 has to make drastic steps in improving efficiency, so does the Mercedes-Benz production car development
Afinal o que as corridas de F-1 e, especificamente, seus carros podem trazer de vantagens e conquistas para o motorista em ruas e estradas? Há controvérsias sobre isso, mas o regulamento atual da categoria máxima do automobilismo introduziu conceitos de eficiência energética bastante severos que podem perfeitamente migrar, com as devidas adaptações, para os automóveis comuns. Existem, porém, pontos menos visíveis que merecem análise mais meticulosa. Este ano já se sabe que os monopostos Mercedes-Benz AMG Petronas não tiveram adversários na competição. Foi um passeio poucas vezes visto na categoria em razão da superioridade técnica do seu motor em particular. A empresa alemã aceitou o desafio de demonstrar que, sim, há transferência de tecnologia das pistas para as ruas. Mais do que isso, a F-1 é um imenso laboratório de testes que ajuda e acelera o desenvolvimento de novas soluções. Para se ter ideia da rápida evolução basta o exemplo do KERS, sistema de recuperação de energia cinética. Em 2007 ele pesava 107 kg e sua eficiência era de apenas 39%. Apenas cinco anos depois o peso caiu para 24 kg e a eficiência foi a 80%, o que permitiu adaptá-lo à versão elétrica do Mercedes AMG SLS. As áreas-chave de cooperação são as seguintes: Hidridização: no campo de motores elétricos, baterias e sistema de controle há uma importante integração de componentes a serem aplicados no sedã de topo S 500 híbrido, plugável em tomada. Simulação: avanços permitiram encurtar prazos de projetos. Substituiu-se o método tradicional de tentativa-e-erro por técnicas de simulações em programas de computador. Na F-1, até 5.000 componentes e 15.000 desenhos podem ser concluídos em apenas quatro meses. No caso importa menos o que os engenheiros estão desenvolvendo e sim como estão fazendo. Aerodinâmica: as ferramentas utilizadas são semelhantes como túnel de vento e dinâmica de fluidos computacional. Turbocompressor: pesquisas em conjunto levaram à solução criativa de distanciar a turbina do compressor, no motor de F-1, que permitiu grande vantagem. Em um automóvel comum não seria fácil aplicar a mesma solução. Lubrificação: pacote complexo de aditivos para óleos sintéticos, que diminuem desgaste e atrito, poderá estar disponível para automóveis de grande desempenho da divisão AMG. Redução de atrito: novos revestimentos e tratamentos de superfície interna dos cilindros em blocos de motor de alumínio estão paulatinamente sendo transferidos para os modelos de produção de maior volume. Alívio de peso: preocupação de sempre desde que as competições automobilísticas começaram em 1894. Exemplo recente é a aplicação de compósitos em fibra de carbono conhecidos por sua extrema leveza e resistência. Desde 2003 começaram a fluir para os carros esporte de ponta, como o Mercedes SLR McLaren, que estreou as estruturas de cabine e frontal anticolisão. O carro compacto elétrico i3, da BMW, tem cerca de 80% de seus componentes estruturais feitos nesse material para compensar em parte o peso das baterias. Os altos custos tornam as transferências de tecnologias mais lentas. À exceção dessa limitação, os objetivos são semelhantes dentro e fora das pistas, em termos de eficiência e desempenho.

por 20 de dezembro de 2014 Alta Roda, F1

Mercedes comemora sucesso na F1 com edições especiais do SL 63 AMG

Personalizadas pelos pilotos, serão vendidas em pares

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Para celebrar o sucesso na Fórmula 1 em 2014, a Mercedes-Benz apresenta duas edições especiais do SL 63 AMG. Os dois pilotos da equipe, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, ficaram com as duas primeiras posições no campeonato, e agora trabalharam junto à Mercedes para personalizar o cupê à seu gosto.

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Lewis Hamilton foi campeão e escolheu para seu carro a cor preta com acabamento Designo Night Black Magno e detalhes em dourado no exterior e interior. Por dentro, tons escuros e bancos de couro preto. Rosberg, vice-campeão, escolheu a cor branca, com acabamento Designo Cashmere White Mogno. Detalhes são cromados e interior é bicolor. De série, contará com sistema de som Bang & Olufsen.

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O motor 5.5 V8 biturbo recebe aumento de potência, entregando 585 cv e 91,7 kgfm. A velocidade máxima aumentou para 300 km/h. O pacote AMG Driver’s já equipa os modelos, além da suspensão esportiva AMG.

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Apenas 19 unidades de cada carro serão fabricadas. Cada uma é estilizada para uma etapa do campeonato, com uma placa no console com o nome do circuito e seu traçado, que também está desenhado nos tapetes.

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Os carros serão vendidos apenas aos pares, ao menos inicialmente. O preço? 630 mil euros na Alemanha, aproximadamente 785 mil dólares. Além dos dois carros, o comprador leva um capacete utilizado por um dos pilotos, um relógio IWC Ingenieur Chronograph, um livro da Fórmula 1 autografado por ambos e convite para a corrida de Melbourne, na abertura da temporada 2015.

por 4 de dezembro de 2014 AMG, F1, Mercedes-Benz, Série Especial

Honda revela motor desenvolvido para Fórmula 1

O novo motor será utilizado pela McLaren, relembrando a parceria vitoriosa

 

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  Uma velha parceria, vitória e que fez parte da vida de um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1 está para ser refeita. Após anúncio feito em maio passado, Honda e McLaren se preparam para unir forças e tentar, novamente, o título da maior categoria do automobilismo. O mais novo capítulo da história é oriental. A Honda apresentou o motor que será utilizado na próxima temporada pela equipe inglesa no campeonato mundial. O motor ainda não está completo, faltando detalhes pontuais para que volte a acelerar nas pistas ao redor do mundo. De acordo com Yasuhisa Arai, o homem por trás do projeto, “neste momento, estamos revelando uma imagem de nossa unidade de potência que está em desenvolvimento. Toda a equipe está se concentrando neste desenvolvimento, preparando-se para o próximo início da participação F1 em 6 meses ". O campeonato começa no dia 15 de março, na Austrália. A McLaren ainda não revelou a sua dupla – ou trio – de pilotos para reeditar a parceira que fez sucesso nas mãos de Alain Prost e Ayrton Senna.

por 21 de outubro de 2014 F1, Honda, McLaren

Honda mostra seu novo motor para a temporada 2015 da Fórmula 1

Motor V6 turbo equipará os carros da McLaren no ano que vem

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Com o retorno dos motores turbo à Fórmula 1, a Honda se viu diante do momento ideal para voltar para a competição, não como equipe mas como fornecedora de motores. Nessa toada, ela acaba de divulgar a primeira foto de seu novo motor V6 turbo que será usado pelos monopostos da McLaren no ano que vem. Ausente da competição desde 2008, a Honda aproveitou os novos regulamentos para reeditar com a McLaren uma parceria de sucesso no final dos anos 80, que terminou colaborando com os títulos de Ayrton Senna, por exemplo. Yasuhisa Arai, o responsável pelo projeto da F1, disse que o motor está em estágio avançado de desenvolvimento. “Além de realizarmos simulações, passamos para a próxima fase na qual realizamos avaliações do motor em bancada, conectado ao turbocompressor e sistemas de recuperação de energia. Toda a equipe está concentrada, preparando-se para o início da participação no campeonato em seis meses”, ressalta.

por 3 de outubro de 2014 F1, Honda

Macacão utilizado por Senna ganha réplica colecionável

Cada réplica custa 5 mil euros e tem seu certificado de autenticidade

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Ayrton Senna, tema da vitória, capacete amarelo e macacão vermelho. Imagem mais clara do ídolo, impossível. A italiana OMP Racing, responsável por produzir os macacões utilizados por diversas lendas da Fórmula 1, decidiu homenagear o Brasileiro no ano em que sua trágica morte completa 20 anos. Em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a empresa vai lançar uma edição limitada do macacão usado por Senna no Grande Prêmio do Japão de 1991, quando se tornou tricampeão mundial da categoria. Serão produzidas apenas 41 réplicas,  alusão ao número de vitórias do brasileiro na Fórmula 1, com preço de 5 mil euros por unidade.  Todos os modelos serão produzidos da mesma forma que foram feitos em 1991 e serão entregues pela OMP emoldurados e com um certificado de autenticidade. Como é de praxe em produtos de Senna, parte do valor arrecadado será revertido em favor do Instituto Ayrton Senna, gerido pela irmã do piloto, Viviane Senna. O Instituto Ayrton Senna ajuda mais de 2 milhões de crianças e jovens em todo Brasil. 19910ayrtonsennalw0
A OMP foi responsável pelos equipamentos de Senna de 1989 a 1994 – ano do fatídico acidente em San Marino – mas decidiu homenagear o macacão usado em 1991 devido ao momento da carreira do piloto. A peça é idêntica à usada por Senna em 1991, incluindo os logotipos de patrocinadores e a cor da McLaren na época, o vermelho.

por 3 de setembro de 2014 F1

Surpresa! Toro Rosso anuncia dupla de pilotos da temporada 2015

Max Verstappen será o companheiro de Daniil Kvyat na próxima temporada

FIA Formula 3 European Championship Test Red Bull Ring Dezoito anos, a idade que todo jovem não vê a hora de chegar para finalmente realizar o desejo de tirar sua carteira de habilitação e sair por aí, dirigindo sem rumo. Ser piloto profissional é o sonho da maioria desses mesmos jovens, mas são poucos que conseguem, tanto pelo investimento, quanto pelo talento. Isso tudo foi para falar de Max Verstappen, a surpresa do grid de 2015 – e que só tem 16 anos –. Não bastasse a surpresa de ter o anúncio oficial de uma dupla de pilotos para a próxima temporada no meio da atual, a Toro Rosso surpreendeu na escolha. Max Verstappen foi o escolhido para ser o companheiro de Daniil Kvyat – Vergne, pode começar a enviar currículo – . Max ainda tem 16 anos e corre na F-3 europeia. Sua estreia acarretará na quebra do recorde de piloto mais jovem a pilotar um carro da categoria máxima do automobilismo com folga. O atual recordista é Jaime Alguersuari, que estreou na F-1 no GP da Hungria de 2009 aos 19 anos e 125 dias. O jovem Verstappen completa 17 anos em setembro e, caso ocorra conforme o prometido, ganhará o posto. Filho de Jos, que correu oito temporadas na F-1, foi companheiro de Schumacher na Benetton e de Barrichello na Stewart e que viveu seu grande momento na categoria ao pegar fogo no GP da Alemanha de 1994, Max precisará pedir uma permissão especial à FIA para se inscrever na categoria. Um caso parecido já ocorreu em 2001, quando a Sauber enviou um ofício pedindo a inscrição do jovem e desconhecido Kimi Raikkonen, que pulou da F-Renault direto para a F1. Será que vem coisa boa por aí? Aguardemos…

por 19 de agosto de 2014 F1

Globo abre mão da F1 e Sportv assumirá as transmissões em 2015

Resultado de baixo interesse do público durante as transmissões

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Após 44 anos de transmissões ininterruptas  em TV aberta, a Fórmula 1, a partir de 2015, será transmitida somente em canais por assinatura. A Globo-  detentora dos direitos de transmissão -decidiu que, a partir do ano que vem, não irá transmitir ao vivo as corridas do circuito mundial de F1. A medida já havia sido comunicada a entidade que gerencia as atividades comerciais da modalidade no mundo, a FOM (Formula One Management). O acordo deixa os direitos de transmissões das corridas para o canal por assinatura das organizações Globo, o Sportv. A medida se deu por conta da baixa audiência da emissora durante as corridas e treinos classificatórios. Recentemente, os treinos classificatórios pararam de ser exibidos na íntegra, iniciando do processo de encerramento de transmissões por TV aberta. Talvez o baixo interesse pelas corridas seja explicado devido ao pífio desempenho dos brasileiros nos últimos anos na categoria.
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A Rede Globo começou a transmitir corridas de F1 em 1972, com a exibição do GP de Mônaco. Em 1980, repassou os direitos para a Rede Record, mas acabou tomando de volta durante a temporada devido ao sucesso de Nelson Piquet, que terminou o ano como vice campeão. A primeira transmissão foi feita em 1970, pela Record, no circuito de Brands Hatch, na Inglaterra e palco da estreia de Emerson Fittipaldi. A migração para a TV fechada encerra o ciclo de 44 anos de transmissões em TV aberta no Brasil.

por 6 de agosto de 2014 F1