F1

Google faz homenagem aos 54 anos de Ayrton Senna

Empresa faz um “Doodle” especial ao piloto tricampeão mundial

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Falar o nome Ayrton Senna para quase todas as pessoas no mundo quando se fala em automobilismo é o mesmo que mencionar o nome de Pelé quando se fala sobre futebol. O piloto tricampeão mundial, mesmo 20 anos depois de ter morrido no trágico acidente do GP de San Marino, ainda é lembrado por todos aqueles que são aficionados por Fórmula 1 (e até mesmo por aqueles que não são tão ligados ao mundo do automobilismo), inclusive pelo Google. inesquecível
O site, que sempre faz um “Doodle” (uma animação na página inicial) para comemorar o aniversário de alguém ou alguma data emblemática daquele dia, colocou hoje uma imagem homenageando os 54 anos que o tricampeão faria hoje. Com as cores verde e amarelo, uma bandeira quadriculada, uma imagem desenhada do rosto dele de perfil e um F1 (que se assemelha aos seus últimos McLaren) passando em alta velocidade, a imagem fica no ar até o fim do dia de hoje.

por 21 de março de 2014 F1

F1 2014 – GP da Austrália

Mercedes botando pra lá, decepção brasileira, estreia fenomenal e pódio perdido

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Começou. Depois de meses de “silly-season” e de doze dias de treinos em Jerez e no Bahrein, finalmente a Fórmula 1 desse ano deu a largada. E, como já era de se esperar, o novo regulamento trouxe um sem-fim de novidades para essa corrida de abertura. Nem a largada foi igual ao comum, com os carros tendo que fazer uma segunda volta de apresentação antes do “pega pra capar” começar. Albert Park, Melbourne, Australia.
Sunday 16 March 2014.
Felipe Massa, Williams FW36 Mercedes, leads Jenson Button, McLaren MP4-29 Mercedes, Kimi Raikkonen, Ferrari F14T, and Sebastian Vettel, Red Bull Racing RB10 Renault, on the warm up lap.
Photo: Glenn Dunbar/Williams F1.
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Como diriam muitos cinéfilos por aí, “pelo trailer, o filme vai ser bom”. E quando as luzes vermelhas se apagaram, o que deu pra se ver foi um espetáculo bem divertido, que deve ser a tônica para essa temporada. A alegria só não durou muito para nós, brasileiros, com Felipe Massa sendo tirado da pista por Kamui Kobayashi em menos de um minuto de corrida. O brasileiro ficou altamente frustrado, porque sabia que sua Williams tinha potencial para (pelo menos) brigar por pódio.
GP AUSTRALIA F1/2014
O que frustra mais é que, a julgar pelo desempenho do companheiro Valtteri Bottas, os belos bólidos da Martini tinham, sim, boas chances de fazer bonito. O finlandês largou em 15º por causa da troca do câmbio e vinha fazendo uma escalada belíssima de posições, até se exaltar na caça a Fernando Alonso e bater a roda traseira direita no muro. Depois de ir para os boxes e voltar em 16º, ele não desanimou. Com gosto de sangue, foi literalmente correndo atrás do prejuízo e fechou em sexto. Pouco para o que a Williams dá pinta de poder fazer esse ano, mas melhor do que tudo que ela conseguiu fazer em 2013.
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Já o time que todos apostavam as fichas – a Mercedes – correspondeu, em parte, às expectativas. Nico Rosberg, que para muitos é postulante ao título desde já, fez uma corrida sólida e venceu sem grandes percalços, tal qual seu pai Keke em 1985. Já Lewis Hamilton, que prometeu “comer, dormir e respirar F1” para ser campeão novamente, foi traído pela confiabilidade do bólido prateado e preto e teve que abandonar. Verdade seja dita, o próprio Rosberg disse que o carro ainda não era 100% confiável…
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De tanta novidade, até o pódio foi diferente. Tal qual já aconteceu em outras ocasiões na categoria, Daniel Ricciardo terminou em segundo (o que mostrou uma melhoria significativa da Red Bull frente ao terrível desempenho na pré-temporada), e foi aplaudido pelo público e recepcionado pelo ex-piloto e campeão mundial australiano Alan Jones. Ricciardo, no entanto, não pôde comemorar muito além da cerimônia do pódio. Foram encontradas irregularidades em seu RB10 e ele foi desclassificado. Sebastian Vettel não durou 5 voltas, então dá pra dizer que a Austrália é capítulo a ser esquecido pela Red Bull…

Tal pai, tal filho

Kevin Magnussen on track.

Se Nico Rosberg fez jus ao sangue finlandês e venceu com sobras, Kevin Magnussen surpreendeu também. O jovem dinamarquês já tinha mostrado que tinha o talento do pai, Jan, que infelizmente não conseguiu se firmar na F1 ao terminar em terceiro e ter uma estreia no nível de Lewis Hamilton em 2007. Ele ainda foi premiado, subindo mais um lugar com a desclassificação de Ricciardo (e de quebra o companheiro, Button, herdou o terceiro lugar, deixando a McLaren líder entre os construtores), resultado , que segundo ele “é como uma vitória”. Kevin mostrou que pode, sim, ser um “novo Hamilton” na McLaren. Bastando, para isso, ter a cabeça no lugar, coisa o pai infelizmente jamais teve na Fórmula 1.
GP AUSTRALIA F1/2014
Para a Ferrari é que o GP da Austrália não foi motivo de festa. Com dois campeões mundiais nos cockpits, ela não passou do quarto lugar com Alonso e do sétimo com Raikkonen. Por outro lado, a Force India e a Toro Rosso têm o que celebrar. Nico Hulkenberg, do time indiano, andou boa parte da corrida em terceiro e fechou a prova num razoável sexto lugar. Já a dupla do time-satélite rubrotaurino fechou nos pontos, com Vergne em oitavo e Kvyat em nono. O russo, por sinal, se tornou o piloto mais jovem a pontuar, com essa colocação.
Albert Park, Melbourne, Australia.
Sunday 16 March 2014. 
Lotus mechanics push Pastor Maldonado, Lotus E22 Renault, to the grid.
Photo: Alastair Staley/Lotus F1 Team. 
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Para fechar o grid, Sauber, Caterham, Marussia e Lotus foram tão discretas que quase foram esquecidas. O time preto e dourado não terminou com nenhum de seus pilotos, assim como o verde-esmeralda . O esquadrão de Peter Sauber ficou – com ambos os pilotos – uma volta atrás do vencedor, e as Marussia terminaram, respectivamente, com duas e oito voltas de atraso. Albert Park, Melbourne, Australia.
Sunday 16 March 2014.
Valterri Bottas, Williams FW36 Mercedes.
Photo: Glenn Dunbar/Williams F1.
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Daqui a duas semanas nos vemos novamente no GP da Malásia. Até lá!

por 16 de março de 2014 F1

F1 2014 – Williams, Martini, nostalgia e esperança

Pintura, desempenho e nova chance para o Brasil são a tônica em Grove

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Ontem, dia 6, a Williams causou um furor no circo da F1 (e fora dele, acreditem!) como há muito não se via. O motivo mais que saltava aos olhos. Enfim o time de Grove “tirou a máscara” do carro novo e apresentou a esperada (e cercada de expectativas) pintura da Martini. Foi um sem-fim de comentários positivos – alguns até inflados – internet afora, de gente importante especializada em automobilismo e quase um hit instantâneo no Facebook, com meio mundo de gente (aficionados por automobilismo ou não) usando fotos do novo carro como capa nos profiles. williams_fw36_16
E não era para menos. A Williams firmou parceria com a Martini, tradicional destilaria italiana que decidiu comemorar seus 150 anos em grande estilo. E para qualquer um que goste de corridas, falar o nome Martini é evocar na memória carros lindíssimos que disputaram tudo quanto foi categoria (inclusive a F1, nos anos 70, com a Brabham que José Carlos Pace pilotou). O time fala numa “parceria de muitos anos” e agora se chama Martini Williams Racing. E o brasil tem forte participação no carro, com a Petrobras fornecendo novamente o combustível e o Banco do Brasil injetando capital (graças à chegada de Felipe Nasr).
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A pintura branca com as faixas azuis e vermelhas da Martini chamou a atenção de todos logo de cara, principalmente por não ter nenhum excesso, e até mesmo os patrocinadores pequenos – tão comuns na Williams – ficaram colocados nos locais certos, tudo corroborando para o visual ficar melhor. Até o bico gonzo, tão criticado, parece ter sido esquecido, tamanha a beleza da pintura. E, se não bastasse, até o macacão dos pilotos também ficou bonito!

Chances

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E outro aspecto que anima a muita gente é que o carro deve ser não só bonito, mas veloz também. Em todos os testes de pré-temporada a Williams sempre andou entre os primeiros lugares, e Massa fechou os testes no Bahrein com o melhor tempo de todos os oito dias no circuito de Sakhir. Apesar de ser cauteloso ao falar sobre o desempenho, o brasileiro diz que, sim, o carro pode terminar corridas e chegar até em eventuais pódios.
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Outros fatores ajudam a crer que esse ano pode ser o renascimento da Williams. A parceria com a Mercedes foi bem-acertada, pois os propulsores alemães dominaram os treinos em Jerez e no Bahrein, e foi chamado todo um time de técnicos e engenheiros de outros times que conseguiram fazer um carro que tem tudo para ser competitivo. Somando-se a isso o fato de Massa estar motivado no posto de primeiro piloto de fato e de direito , o time tem tudo para decolar esse ano.
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Pode ser, inclusive, a verdadeira chance para Massa, tal qual Rubens Barrichello teve uma na Brawn GP em 2009. O carro é muito bonito, tende a ser competitivo e confiável, Felipe está motivado e tem capital nacional no meio. Ou seja, torcida brasileira certa por vitórias e (quem sabe) um novo título depois de 23 anos. Todos estão na torcida!

por 7 de março de 2014 F1

Nürburgring teria sido vendido por 70 milhões de euros

Retorno do circuito à F1 “depende de quem comprou o circuito”

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O circuito de Nürburgring, incluso o antigo traçado de Nordschleife, terá sido comprado por cerca de 70 milhões de euros. A informação é do semanário alemão Wirtschaftswoche, que afirma que o novo proprietário é o fundo privado HIG Capital, sediado em Miami. pagani-zonda-r-sets-new-circuit-record-at-nurburgring-nordschleife-12
A soma não inclui apenas as pistas, mas também os hotéis nos arredores e um parque de diversões. Bernie Ecclestone, chefe executivo da Fórmula 1, admitiu ter feito uma proposta que rondaria os 35 milhões de euros, sendo que os antigos proprietários esperavam algo em torno dos 100 milhões. Ecclestone afirmou que  o retorno de Nürburgring ao calendário da F1 em 2015 “depende de quem comprou o circuito”. Até se afundar em dívidas o circuito recebia o Grande Prémio da Alemanha em Fórmula 1 se alternando com Hockenheim.

por 7 de março de 2014 F1

F1 2014 – Forças em (des)equilíbrio

O que dá para se concluir depois de doze dias de testes
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  Foram incontáveis quilômetros. Técnicos e mecânicos formando verdadeiros exércitos, pilotos dando centenas de voltas, testando um sem-fim de novos componentes e… tudo isso sem valer um mísero pontinho no campeonato. Assim foram os testes de pré-temporada. Melhor, sempre foi assim, porque o que foi feito por agora é base para o que vai acontecer alguns dias à frente. No caso desse ano, dia 16, em Melbourne, na Austrália. merc-nrosb-bahr-2014-2
E depois de doze dias em dois países diferentes, será que dá para chegar a alguma conclusão antes que as luzes vermelhas se apaguem no primeiro GP do ano? Por ora, o que todo mundo tem dito (e que parece ser o mais certo mesmo) é que a Mercedes tem tudo pra tirar da Red Bull o posto de favorita da temporada. De certa forma é até merecido. Os alemães são um tanto esforçados, e o time parece ter ganho um sopro de vida a mais desde que Lewis Hamilton entrou. Mais vitórias e (quem sabe) um título seriam merecidos, por que não?
TEST PRE-CAMPIONATO F1/2014 BAHRAIN 27/02-02/03/2014
Outra certeza que surgiu é que não é só a equipe da Mercedes que tem merecido aplausos, mas também os propulsores alemães. Eles estão equipando, além da equipe de fábrica, mais três times: McLaren, Force India e Williams. E, talvez não por coincidência, esses times sempre se revezaram entre os cinco primeiros postos em todos os testes. Com exceção de uma ou outra intromissão da Ferrari na pole e entre os primeiros, a estrela de três pontas dominaria o “grid” sempre. Da Ferrari, aliás, não dá pra se saber ainda se vem coisa boa ou não. O carro até parece bem-nascido, mas um “choque de gênios” entre os dois pilotos da casa, nos moldes do que ocorreu com Senna e Prost nos tempos de McLaren ou Prost e Mansell nos tempos da mesma Ferrari pode ser fatal para a equipe.
2014 F1 Pre Season Test 1 - Day 2
Circuito de Jerez, Jerez, Spain.
Wednesday 29 January 2014.
Valterri Bottas, Williams FW36 Mercedes.
World Copyright: Glenn Dunbar/Williams F1.
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Nos outros times “mercedianos”, a maior surpresa, sem dúvida, é a Williams, seguida da Force India. O time de Grove, que parecia fadado à falência, está tendo um desempenho consistente como há muito não se via, e muito desse mérito – exaltam os próprios pilotos – vem dos motores. Parece uma ironia que a montadora que deixou Kimi Raikkonen a pé por meia temporada em 2004 é a mesma que está fazendo motores confiáveis como um relógio de ponto suíço esse ano. Se não bastasse, sempre andaram entre os primeiros e fecharam os testes com a maior quilometragem alcançada, o que é vital no desenvolvimento de um novo bólido.
2014 F1 Pre Season Test 1 - Day 2
Circuito de Jerez, Jerez, Spain.
Wednesday 29 January 2014.
Valterri Bottas, Williams FW36 Mercedes.
World Copyright: Alastair Staley/Williams F1.
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Para a Williams, inclusive, um bom desempenho esse ano é vital. E para Felipe Massa é a chance de provar que ele não “morreu” na categoria. Até Valtteri Bottas, que, em tese, é somente o segundo piloto tem nesse ano uma possibilidade de provar que não veio a passeio no circo. Ou seja, na Williams os times precisam mesmo dos pilotos e vice-versa.
Formula One Testing
No caso da Force India, a coisa é bastante similar, mas ao mesmo tempo diferente. Os indianos não precisam mais mostrar que saíram do fundo do grid. A briga agora é para mostrar que eles podem ir além. Vijay Mallya já deu provas de que não entrou no circo para marcar passo, e a grande chance pode ser esse ano. Sergio Pérez parece motivado a dar a volta por cima da temporada ruim que teve na McLaren, e Nico Hulkenberg quer deixar de ser só uma promessa para virar um piloto de ponta. Ou seja, tal qual a Williams, a Force índia precisa dos seus pilotos, e eles precisam dela também.
2014 F1 Pre Season Test 1 - Day 2
Circuito de Jerez, Jerez, Spain.
Wednesday 29 January 2014.
Jenson Button, McLaren MP4-29 Mercedes.
World Copyright: Glenn Dunbar/LAT Photographic.
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Na McLaren o maior problema parece ser a fase de transição. O carro já provou (ao menos nos testes) que é bom, e o novato Kevin Magnussen tem tudo para em pouco tempo despontar como uma estrela, e até esse ano mesmo dar trabalho a Jenson Button. Mas o novo patrocínio a ser anunciado, e o fim da parceria com a Mercedes pode representar uma temporada turbulenta, típica de uma fase de transição de qualquer time. A própria McLaren passou por várias até se estabelecer de vez com os Motores Mercedes em 1996.
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E aí você, amigo leitor, se pergunta “e os times com motor Renault, ele não vai falar nada?”. Não, não estou esquecido. Mas no caso destes, a situação tá péssima, e com razão. Dos quatro times que estão usando os propulsores franceses, os dois “principais” (Red Bull e Lotus) estão abarrotados de problemas, e não conseguiram colher nada de importante nesses doze dias de testes. Pior: somando-se o que Red Bull e Lotus andaram nesses doze dias, não se equipara ao que a Willams andou em três! Caterham e Toro Rosso deram bem mais giros (a Toro, por sinal, tem o novato promissor Daniil Kvyat. Olho nele!), mas dessas, só a Toro Rosso pode ser levada minimamente em consideração, já que a Caterham ainda precisa de resultados para mostrar que saiu do fundo do grid.
GP Spanien 2013
Aí sobram Sauber e Marussia. A primeira parece que vai ficar no mesmo lugar do ano passado: do pelotão para baixo, quando um dia já chegou até a conseguir pódio. Adrian Sutil está chegando naquele momento similar ao de Giancarlo Fisichela e Jarno Trulli, do piloto que correu, correu e não alcançou nada. A diferença é que os dois italianos chegaram a andar em times de ponta, enquanto que o alemão ainda carece de uma chance dessas. No time russo a situação é mais animadora. Nos últimos quatro dias de testes, Max Chilton e Jules Bianchi fizeram chover e colocaram os carros tricolores próximos do “meio do grid”.
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Depois de tanta falatória aqui, dá pra dizer que chegou-se a alguma conclusão? Talvez sim, talvez não. As forças estão num claro (des)equilíbrio, como é e sempre foi em toda a história da Fórmula 1, mas, dessa vez com as cartas embaralhadas de um jeito diferente, o que pode dar toda a graça para o novo espetáculo que se inicia daqui a 13 dias. É esperar para ver, e torcer para ser bom. Até lá!

por 3 de março de 2014 F1

F1 2014 – Testes finais, dias 3 e 4

Williams e Mercedes endiabradas, Renault em calvário sem fim e nanicas voando baixo
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Foi bom enquanto durou. 12 dias de testes entre Jerez de La Frontera, na Espanha, e Sakhir, no Bahrein marcaram a pré-temporada 2014 da Fórmula 1, incontáveis voltas, novatos estreando, e alguns com motivos para sorrir de orelha a orelha, enquanto outros nem tanto. O que foi feito, foi feito, e o que não ficou bom, danou-se, pois agora só em Melbourne, dia 16.
will-mass-bahr-2014-p-2 E para encerrar os testes em Sakhir, a pole do terceiro dia foi verde-e-amarela. Num assombroso desempenho do FW36, Felipe Massa cravou, sem muitas dificuldades, o posto mais alto dos tempos, com 1min33s258, melhor tempo dessa segunda sessão de testes. O número já foi expressivo, e ficou ainda mais quando se sabe que foi mais de dois décimos mais rápido que a Mercedes de Nico Rosberg (que aparece como postulante – ao menos – ao título de construtores) e quando se nota que foram mais de 2 segundos mais rápido que a Ferrari de Kimi Raikkonen. Os números animaram tanto o brasileiro que ele até saiu dizendo que a Williams não só tem condições de terminar um GP, como de ser competitiva também. Afirmação que a cada dia parece se tornar um fato.
maru-bian-bahr-2014-p Fora o desempenho brilhante de Massa, o terceiro dia teve outro piloto a ser mencionado. Jules Bianchi, a bordo da Marussia, conseguiu registrar o sétimo tempo. Parece pouco, mas não é. Principalmente se levarmos em consideração que a Marussia é uma equipe de fundo de grid. Fora ele, o estreante russo Daniil Kvyat fez as honras da Renault, completando 81 voltas com sua Toro Rosso e obtendo um expressivo quinto lugar.
474101345XX00086_F1_Testing Mas, fora o desempenho de Kvyat, a fábrica francesa de motores não tem muitos motivos para sorrir. Sebastian Vettel e a Red Bull, as “meninas dos olhos” da montadora, não conseguiram completar uma volta cronometrada sequer em Sakhir no terceiro dia. A Caterham, por sua vez, fez 117 giros com o também novato Marcus Ericsson, mas não passou do oitavo tempo na tabela. Completando o calvário francês, Romain Grosjean deu só 33 voltas e fechou o dia com o último tempo, quase 9 segundos mais lento que Massa. Adrian Sutil também não teve muita sorte com a sua Sauber, completando só meia volta.
No fechar das cortinas…
merc-hami-bahr-2014-3 E o último dos 12 dias de testes, como era de se esperar, não reservou exatamente um caminhão de surpresas. A maior delas, talvez, tenha sido a Williams andar no mesmo ritmo alucinado do dia anterior, mas dessa vez com Valtteri Bottas ao volante. Apesar de ter voado baixo com o bólido (temporariamente) azul, Bottas ficou atrás de Lewis Hamilton, da Mercedes. Numa espécie de “troco” ao dia anterior, mas com pilotos diferentes, o britânico tomou a pole que Rosberg não conseguira no dia anterior. E fora ele e Bottas, ninguém conseguiu andar na casa de 1min33s. Fernando Alonso, terceiro, foi mais de um segundo mais lento.
ferr-alon-bahr-2014-p Abaixo dos dois primeiros, os números se embolaram mais. Nico Hulkneberg, em simulação de corrida, mais uma vez mostrou que a Force India tem potencial, fechando em quarto. Jean-Éric Vergne, da Toro Rosso veio logo atrás, sendo que o curioso foi que ambos fizeram as mesmas 74 voltas. Já Adrian Sutil andou mais (91 giros), mas ficou atrás. Ainda assim, ficou feliz, pois além do top-6, conseguiu correr, coisa que no dia anterior pareceu bem distante dele. O colega de equipe de Sutil, Esteban Gutiérrez também andou, e em 86 giros, ficou apenas com o oitavo tempo.
474101417XX00038_F1_Testing Aí você, amigo leitor, se pergunta: e o Vettel? E eu digo: Ele saiu do zero! Deu 77 voltas com seu RB9. Mas isso não quer dizer que ele foi bem. Ele ficou atrás de todo mundo que foi mencionado acima, com um nada invejável nono tempo, mais de 4 segundos atrás de Hamilton.
Formula One Testing O resultado de Vettel se torna ainda mais vergonhoso quando se vê que ele ficou atrás até da Marussia. Max Chilton, se mirando no exemplo do colega Jules Bianchi, levou a nanica russa ao sétimo tempo, num repeteco do expressivo desempenho do dia anterior. Fechando os tempos do último dia de testes, houve Jenson Button, com poucos e discretos giros (e um mais discreto ainda décimo lugar), Kamui Kobayashi (que não fez muito, apesar das 106 voltas) e Romain Grosjean, que também não teve lá muita sorte com sua Lotus.
will-bott-bahr-2014-p Agora fecham-se as cortinas. Nos vemos em Melbourne, na primeira corrida do ano. Até lá!

por 3 de março de 2014 F1

F1 2014 – Testes finais, dia 2

Pérez na pole pela segunda vez, Alonso em dia inspirado e (até que enfim!) reação francesa

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Faltando exatos dois dias para se encerrarem os testes de pré-temporada, não dá pra se dizer que tanta coisa assim mudou. A Mercedes (tanto os motores como – em parte – a escuderia oficial) continua dando toda a pinta de que vai brilhar essa temporada, com uma ou outra aparição vermelha da Ferrari, e… peraí, a Renault finalmente andou de maneira digna! Formula One Testing
Sergio Pérez fechou sua participação na pré-temporada com mais uma pole, conquistada de maneira “suada”, por assim dizer. Apesar de não valer nenhuma classificação em GP, os 1min35s570 do mexicano (após 108 voltas) garantiram a pole por menos de um centésimo de vantagem para Fernando Alonso. Pérez falou muito bem do carro e disse que – tanto ele quanto a equipe – precisava desses resultados. Se veremos a boa forma apresentada em 2012 por “Checo”, no entanto, ainda não sabemos.
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O espanhol da Ferrari, por sinal, estava com “fome de pista”. Completou nada menos que 122 giros no circuito de Sakhir, um pouco menos que os 128 de Valtteri Bottas deu no primeiro dia. Alonso só não conseguiu a pole por míseros 0s064. Logo, pela primeira vez pode-se dizer que o F14T andou em condições bem próximas aos carros propulsados pela estrela de três pontas.
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Mas talvez o que todo mundo esteja mais em atenção no momento nem seja a pole de Pérez ou o bom desempenho da Ferrari, e sim o fato de um dos motores Renault finalmente ter se apresentado minimamente confiável. Daniel Ricciardo enfim conseguiu andar com seu RB9 sem problemas ou defeitos. Foram 66 voltas e o terceiro melhor tempo, apenas 0s173 atrás da pole do mexicano da Force India.
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Mas nem só de alegrias viveu a marca do losango hoje. Dois dos times com motor francês – a Caterham e a Lotus – se ausentaram cedo dos testes. Pastor Maldonado, do time negro e dourado, só deu 31 voltas sem imprimir ritmo constante, e Marcus Ericsson, do time malaio, teve um princípio de incêndio no carro, ficando em último apesar das 55 voltas completadas.

Nem tudo são flores

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will-mass-bahr-2014-pSe a Red Bull teve razões para comemorar, a equipe de fábrica da Mercedes não deve estar com tantas razões assim para abrir um sorriso. Depois de uma saída de pista, o W05 de Lewis Hamilton quebrou o câmbio e teve que se recolher mais cedo. Com isso andou menos que Sauber e Williams. Já no time de Grove, Felipe Massa ficou com um sólido quarto lugar. O destaque não fica para o tempo do brasileiro, e sim para a extrema confiabilidade que o FW36 tem apresentado. Tanto Felipe quanto Valtteri Bottas têm elogiado muito a performance do bólido azul, e também têm falado muito bem da equipe como um todo. A McLaren, quem diria, teve o primeiro dia “mais ou menos” desde que começou os testes de pré-temporada, com Jenson Button, sendo ofuscada – pasme – pela Marussia de Jules Bianchi. O francês da nanica equipe russa conseguiu o feito de ficar em quinto na tabela.2014 F1 Pre Season Test 3 - Day 2
Bahrain International Circuit, Sakhir, Bahrain.
Friday 28 February 2014.
World Copyright: Glenn Dunbar/LAT Photographic.
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Amanhã se inicia o terceiro e penúltimo dia dos testes em Sakhir – e da pré-temporada da F1 também. Acompanhe aqui no Novidades Automotivas.
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por 28 de fevereiro de 2014 F1

F1 2014 – Testes finais, dia 1

Force India na ponta ainda pela manhã, Williams ultra-confiável e motores Mercedes dominando
 
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Os motores voltaram a roncar novamente no Bahrein. Como já estava previsto, reiniciaram-se os testes de pré-temporada para o certame 2014 da F1. Mas dessa vez é a “reta final”. Em linhas curtas: quem vai bem, vai bem. Quem não vai bem, que se vire pra dar um jeito, porque depois do dia 2 de março, só na Austrália, dia 16 (sim, isso foi uma indireta um tanto direta para as equipes de motor Renault!).
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Se nos dias anteriores em Sakhir as equipes de motor Mercedes estavam dominando os primeiros tempos da tabela, agora não foi diferente. Ainda pela parte da manhã, Sergio Perez, com sua Force India, marcou o primeiro tempo e assim se consolidou na ponta pelo resto do dia (com a impressionante marca de 105 voltas completadas). Até com relativa folga para os outros adversários, diga-se. O que mais se aproximou dele foi o finlandês Valtteri Bottas, da Williams, que levou o FW36 à vice-liderança do segundo dia, sendo 0s8 mais lento que os 1min35s290 do mexicano.
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O maior destaque para a Williams nem foi tanto o tempo de Bottas, e sim a extrema confiabilidade que o bólido (por ora) azul demonstrou: nada menos que 128 voltas! Com isso, ele se tornou o homem que mais deu voltas na pista barenita, dando bons indícios de que a Williams pode ter retornado, de fato e de direito, à boa forma dos velhos tempos.
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Quem surpreendeu bem menos dessa vez foi a McLaren. Em vez de brigar pela ponta (e atingi-la) como foi normal desde Jerez de La Frontera, o time de Woking hoje fechou o dia com um modesto quinto lugar com Kevin Magnussen, que focou mais em treinar com ritmo de corrida que na busca pelo melhor tempo. Tanto é que o 1min37s825 ficaram um tanto aquém da pole de Perez. O desempenho do dinamarquês foi tão discreto que ficou atrás de Adrian Sutil, numa Sauber que não parece vir tão forte como o esperado.
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Por outro lado, a Ferrari mostrou um ritmo bom, pois mesmo não tendo dado tantas voltas quanto queria, e focando mais em testes de novas peças que nas tomadas de tempo em si, o time vermelho ainda obteve um terceiro posto com Kimi Raikkonen. Pelo visto o primeiro dia foi um tanto animador para os pilotos finlandeses.

Será que ainda tem jeito?

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Toda vez que iniciamos um post sobre os testes coletivos da temporada 2014 aqui no Novidades Automotivas, quase temos duas certezas: Uma é que os propulsores da Mercedes vão dominar, e a outra é que os Renault vão se arrastar pela pista com um sem-fim de problemas. E adivinha? Nenhuma das duas certezas estavam equivocadas.
2014 F1 Pre Season Test 3 - Day 1
Bahrain International Circuit, Sakhir, Bahrain.
Thursday 27 February 2014.
Pastor Maldonado, Lotus E22 Renault.
World Copyright: Glenn Dunbar/LAT Photographic.
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Mais uma vez, para variar, os carros com o motor da marca do Losango pouco ou nada fizeram na pista árabe. Daniel Ricciardo, pela parte manhã, parecia que tinha dado fim à zica francesa, dando 32 voltas com seu RB10 e marcando um sétimo tempo (!). Mas, infelizmente, foi “fogo de palha”, pois mais problemas apareceram. O mesmo aconteceu com a Lotus de Pastor Maldonado e, algum tempo depois, com a Caterham de Kamui Kobayashi. Todos eles de motor Renault (e os dois últimos causando bandeiras vermelhas nos treinos)… coincidência?
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O maior problema dos propulsores franceses parece ser mesmo o de superaquecimento, uma vez que foi essa falha que decretou fim aos treinos de Daniel Ricciardo. A Lotus não teve melhor sorte, e, por problemas no escapamento se ausentou mais cedo. O time com propulsor da marca do losango que mais deu giros em Sakhir foi, pasme, a Toro Rosso, que completou 56 voltas com o estreante russo Daniil Kvyat e fechou um modesto nono tempo na tabela. Surpresa foi a nanica Marussia, que com Max Chilton atingiu um sólido oitavo posto (mas vale lembrar que o motor deles é Ferrari…).
Amanhã os testes retornam, e aqui no Novidades Automotivas tem mais resumo do dia. Aguardem!Formula One Testing

por 27 de fevereiro de 2014 F1

F1 2014 – Testes no Bahrein, dia 4

Mercedes fazendo um massacre, Renault sofrendo e um novo brasileiro

Formula One Testing
Se há uma conclusão que (talvez) possa se tirar da segunda bateria de testes de pré-temporada, no Bahrein, é que a Mercedes é séria candidata a ter o melhor propulsor da temporada. Em todos os quatro dias de treinos, o carro que fez a pole-position tinha um motor da estrela de três pontas. E, não fosse pela Ferrari se metendo ocasionalmente nos primeiros lugares, teríamos cinco – às vezes seis – carros nas primeiras posições sob a propulsão das flechas de prata. merc-nrosb-bahr-2014-1
Quem liderou dessa vez foi Nico Rosberg, que, com 1min33s283, conseguiu ser 1,6 segundos mais rápido que Jenson Button – que, claro, também tinha um carro de motor Mercedes. Não bastasse a melhor volta (que ainda foi menos de um segundo mais lenta que a que o próprio Rosberg fez em sua pole no mesmo circuito, em 2013), o piloto alemão de sangue finlandês ainda completou 89 voltas.
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E, se por um lado a Mercedes tem tido só motivos para sorrir, por outro a Renault tem tido muitos motivos para se preocupar. A Red Bull não passou das duas voltas hoje com Daniel Ricciardo, com problemas que a escuderia ainda não confirmou quais são. Junto da Red Bull, a Sauber também pouco rodou e Adrian Sutil pouco pôde fazer com o C33, assim como Jules Bianchi, da nanica Marussia. Rival de fundo de grid do time russo, a Caterham também não fez lá muita coisa, dando apenas 21 voltas, somando os giros de Marcus Ericsson e Kamui Kobayashi.
2014 F1 Pre Season Test 2 - Day 4
Bahrain International Circuit, Bahrain.
Saturday 22 February 2014.
Pastor Maldonado, Lotus E22 Renault.
World Copyright: Glenn Dunbar/Lotus F1.
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No entanto houve uma luz no fim do túnel para os propulsores franceses, uma vez que a Lotus deu 59 voltas com Pastor Maldonado e conseguiu o quinto tempo na tabela. Parece pouco – e, julgando-se o número de voltas foi realmente muito pouco –, mas o quinto tempo que o venezuelano conseguiu foi nada menos que o melhor desempenho de um carro com motor Renault em todos os testes no Bahrein até agora!
2014 F1 Pre Season Test 2 - Day 4
Bahrain International Circuit, Bahrain.
Saturday 22 February 2014.
Felipe Nasr, Williams FW36 Mercedes.
World Copyright: Andrew Ferraro/Williams F1.
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De positivo ainda vale ressaltar que houve uma boa estreia brasileira. Felipe Nasr agora é piloto reserva da Williams, e logo no seu primeiro dia dirigindo um dos bólidos de Grove fez um bom trabalho: 87 voltas completadas e o quarto melhor tempo do dia, a pouco mais de um segundo de Kimi Raikkonen, que foi o terceiro. Os números alcançados fizeram com que o engenheiro-chefe do time, Rod Nelson, elogiasse o novato. “dá um bom feedback, trabalha bem com os engenheiros e também é rápido”. “Não poderíamos pedir mais”, completou Nelson. Curiosamente, uma das coisas que Nasr mais ressaltou de um bólido de F1 foi o que Felipe Massa também falou em seu primeiro contato com a Sauber, ainda na pré-temporada 2002: os freios.
2014 F1 Pre Season Test 2 - Day 4
Bahrain International Circuit, Bahrain.
Saturday 22 February 2014.
Felipe Nasr, Williams FW36 Mercedes.
World Copyright: Andrew Ferraro/Williams F1.
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O brasileiro também se disse feliz com o desempenho alcançado dizendo “acho que encontramos coisas boas”, mas foi humilde em falar que as voltas de hoje fazem parte de um “processo de aprendizado”. Nessa temporada ele participará em cinco sessões de treinos livres às sextas-feiras e mais dois dias no carro em testes. Mas ainda não se sabe quando Nasr entrará no cockpit do FW36 novamente.
Formula One Testing
Os testes retornam daqui a cinco dias, entre 27 de fevereiro e 2 de março. Após isso, só na Austrália, dia 16 de março, quando a temporada começa de fato e de direito.
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por 22 de fevereiro de 2014 F1

F1 2014 – Testes no Bahrein, dia 3

Hamilton sobrando,  Renault ainda se lascando e um Felipe Massa otimista

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O terceiro dia de treinos coletivos no circuito de Sakhir viu o terceiro piloto diferente liderar. Depois de Nico Hulkenberg e Kevin Magnussen, foi a vez de Lewis Hamilton ficar com a ponta nesse terceiro dia (e, de quebra, fazer o melhor tempo de todos os treinos até agora). Coincidentemente, é o terceiro carro com motor Mercedes a atingir a ponta dos treinos. Aliás, será que é coincidência mesmo?
2014 F1 Pre Season Test 2 - Day 3
Bahrain International Circuit, Bahrain.
Friday 21 February 2014.
World Copyright: Glenn Dunbar/Lotus F1.
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Fora o inglês do time prateado, os outros pilotos que fecharam o “pódio” todos tinham propulsores da estrela de três pontas: Jenson Button e Felipe Massa. O brasileiro, por sinal, mostra um otimismo crescente cada vez que fala do seu novo carro, exaltando dessa vez o bom ritmo e a quilometragem alcançada, com 231 voltas completadas por ele e Valtteri Bottas no circuito bareinita.
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O carro que mais se aproximou do trio nos treinos foi a Sauber de Esteban Gutiérrez. Se em 2013 o jovem mexicano foi pra lá de discreto (e, de certa forma, assim o tem sido nos treinos coletivos também), nesta sessão chamou atenção positivamente, andando num ritmo um tanto constante, chegando até a dar um calor em Jenson Button na busca pelo melhor tempo.
2014 F1 Pre Season Test 2 - Day 3
Bahrain International Circuit, Bahrain.
Friday 21 February 2014.
Marcus Ericsson, Caterham CT03 Renault.
World Copyright: Andrew Ferraro/LAT Photographic.
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Na briga dos propulsores, Lotus e Red Bull parecem continuar seu inferno astral com a Renault. Mais uma vez o time rubrotaurino pouco andou, com apenas 28 giros completados por Daniel Ricciardo até que uma nova falha o fez retornar aos boxes. Já o time preto e dourado fechou apenas 27 voltas com Pastor Maldonado até retornar aos boxes com um modesto oitavo tempo. Para fazer as honras da Renault, coube mais uma vez a Caterham, que impôs um ritmo surpreendente forte para um time nanico – ainda mais com o novato Marcus Ericsson ao volante. Foram 96 voltas completadas sem problema algum, ainda que na tabela ele tenha obtido apenas o décimo tempo.
TEST PRE-CAMPIONATO F1/2014 BAHRAIN 19-22/02/14
Por fim, mas não menos importante, a Ferrari também teve alguns problemas, mas bem menores que os de Red Bull e Lotus vêm enfrentando. Depois de pouco rodar pela manhã, Kimi Raikkonen conseguiu dar 32 voltas à tarde, fechando o dia em sexto.
2014 F1 Pre Season Test 2 - Day 3
Bahrain International Circuit, Bahrain.
Friday 21 February 2014.
Pastor Maldonado, Lotus E22 Renault.
World Copyright: Andrew Ferraro/LAT Photographic.
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por 21 de fevereiro de 2014 F1