Chery

Renegade tem nota máxima e Chery QQ zera no Latin NCAP

Renegade é o primeiro modelo nacional com cinco estrelas

RENEGADE

O Latin NCAP, Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe, divulgou nesta quarta-feira (15) novos resultados dos testes de colisões. Até o momento, o programa destacou os modelos Jeep Renegade, Fiat Palio e Chery QQ.

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por 15 de julho de 2015 Chery, Fiat, Jeep, Latin NCAP, Segurança

Chery confirma produção do novo Tiggo no Brasil em 2016

Produção nacional do jipinho é reflexo da saída da marca do Uruguai

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Com suas instalações brasileiras já funcionando a todo vapor com a produção do novo Celer, a Chery anunciou mais um modelo que ganhará cidadania brasileira. Após o QQ, importado por ora e com produção nacional marcada para o segundo semestre, será a vez da nova geração do Tiggo (chamada de Tiggo 5) ser fabricada no Brasil. O modelo esteve presente no Salão de São Paulo em 2014. 32813328src[4]
Localizada em Jacareí, no interior do Estado de São Paulo, a primeira fábrica da Chery fora da China capaz de produzir um modelo por completo abrigará a produção do novo Tiggo, a partir de 2016, como reflexo do encerramento das atividades da marca no Uruguai. Com isso, a unidade deverá reforçar sua mão-de-obra para dar conta da produção de Celer, QQ e Tiggo 5. 32812327src[2]
Obscura, porém, é a situação do atual Tiggo. Reestilizado há cerca de dois anos, o jipinho continuará na linha da marca no Brasil até a chegada de seu sucessor. Contudo, por alavancar as vendas da Chery por aqui, é provável que o mesmo permaneça em linha como uma opção mais barata – o que ainda não está confirmado.

por 22 de maio de 2015 Brasil, Chery

Conceito antecipa nova geração do Chery A5 em Xangai

Seu nome é bem óbvio, A5 Concept

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A geração atual do Chery A5 foi apresentada em 2006 e manteve-se sem alterações importantes. Assim, apresenta um desenho extremamente ultrapassado, resultando em baixa competitividade. Sua nova geração é antecipada agora, no Salão de Xangai, pelo A5 Concept.

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O design dá um salto de uma década, e o resultado é bom. As linhas são fluidas e lembram carros da Kia e Hyundai, mas mantém alguma originalidade. O interior é limpo, com predominância de tons claros.

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Sobre o capô, motores a gasolina. Não há confirmação de qual serão oferecidos, mas espera-se capacidades entre 1.6 e 2.0 litros. A versão definitiva deve ser exposta em breve com algumas simplificações, principalmente no interior.

por 23 de abril de 2015 Chery, Conceitos, Salão de Xangai

Ainda importado, novo Chery QQ chega às lojas por R$ 32 mil

Modelo chega em duas versões e custa a partir de R$ 31.990

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Uma semana depois de lançar o novo Celer fabricado no Brasil, a Chery lança a nova geração do QQ. Mas calma, ele ainda é importado da China e só terá produção iniciada na fábrica de Jacareí (SP) no segundo semestre. Por enquanto, serão duas versões: Look, por R$ 31.990 e Act, por R$ 33.990. CHERY NEW QQ  8
CHERY NEW QQ  27O subcompacto chinês tem nova plataforma e visual completamente novo. Na frente, os faróis redondos permanecem, mas o para-choque tem aspecto mais inspirado. Na traseira, destaque para a tampa do porta-malas toda de vidro e para a lanterna de neblina e a luz de ré no meio de uma peça preta no para-choque. Por dentro, o painel é novo mas o quadro de instrumentos digital continua como marca do QQ. O motor é o 1.0 Acteco, de três cilindros com 69cv de potência, sempre com transmissão mecânica de cinco marchas.
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Na versão Look (R$ 31.990) há ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, rádio AM/FM com USB, freios ABS com EBD e airbags. A Act sai por R$33.990 e soma à lista anterior sensor de ré, rodas de liga leve de 14 polegadas, ajuste elétrico dos faróis, sistema de alarme antifurto nas chaves, vidros elétricos traseiros, retrovisores com ajuste elétrico e rádio com MP3+CD Player. Ambas estão disponíveis nas cores preto, branco, vermelho, prata marrom e branco pérola.

por 22 de abril de 2015 Chery, Lançamentos

Primeiras impressões: Chery Celer nacional é uma nova opção a ser considerada

Compacto evolui no visual e na parte técnica para conquistar o mercado

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O primeiro carro chinês vendido no Brasil foi o Effa M100, em 2007, que não foi um sucesso de público nem de crítica. Depois vieram utilitários e só em 2009 uma marca com estrutura forte para vender automóveis chegou. Era a Chery, que agora sai na frente como a primeira chinesa a fabricar carros no Brasil. O primeiro deles é o Chery Celer, que nós já dirigimos. CHERY NOVO CELER 03
Quem trouxe a Chery ao Brasil foi um grupo de investidores do ramo alimentício, mas a matriz da Chery assumiu as operações em 2012 e, poucos meses depois, anunciou a construção da fábrica em Jacareí (SP). A inauguração foi há seis meses e essa demora até o lançamento do carro tem uma explicação: esta é a primeira fábrica da Chery fora da China capaz de produzir um carro por completo – as outras apenas os monta com kits de peças chinesas. CHERY NOVO CELER 04
Mas o fator novidade não é um dos pontos fortes do Chery Celer. Chegou ao Brasil em 2013 com visual já antigo, ao mesmo tempo que era reestilizado na China. O novo visual só estreia por aqui com as unidades nacionais que, por sinal, são muito mais atraentes.
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Ao invés de faróis e grades retos, que davam a impressão da frente do Celer ser muito alta, o compacto ganhou grade mais estreita e faróis mais espichados e arredondados, além de para-choque mais elaborado. Na traseira, o para-choque mudou tanto na carroceria hatch, como na sedã. Mas, se no hatch as lanternas mantiveram o mesmo formato, no sedã as lanternas são novas, horizontais e que avançam sobre a nova tampa do porta-malas – que se abre junto com o vidro, como era no Ford Escort e no primeiro VW Passat. Ajuda no acesso ao porta-malas, que leva 450 litros no sedã e 380 litros no hatch.
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Pra quem viu o primeiro Celer, o visual do interior impressiona. Não não transmitia qualquer sensação de qualidade e parecia ter sido projetado em algum momento do início dos anos 90. Agora está mais elaborado, com as saídas do ar-condicionado em destaque no topo do painel e o comando de velocidade do ar e os botões de abertura interna do porta-malas, desembaçador e recirculação do ar bem no meio, onde ficavam as saídas antigas. O volante de diâmetro exagerado é o mesmo.
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Os plásticos são simples mas com textura interessante, e dominam os paineis de portas, que não têm qualquer pedacinho de tecido. Mas, com exceção ao plástico acima do quadro de instrumentos – que parece poder se soltar a qualquer momento – a montagem é bem executada.
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Se sentar ao volante do Celer continua sendo agradável. A ergonomia era um ponto bom do modelo e, nisso, ainda supera o JAC J3, por exemplo. Os pedais são mais afastados do banco, contornando a falta de ajuste de profundidade do volante, mas são afastados entre si (nem pense em fazer punta-tacco, é impossível!). Uma notícia boa é que os passageiros de trás não sofrem tanto. Com o motorista com bom espaço, sobra um tanto do entre-eixos de 2,52m para as pernas de quem vai atrás. Mas o Celer é estreito o suficiente para não animar a presença de um quinto passageiro — vai ver é por isso não há encosto de cabeça nem cinto de três pontos para ele.

Fôlego em alto giro

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Motor e câmbio receberam atenção extra no Celer brasileiro. A Chery recorreu à Delphi para remapear o motor 1.5 16v Flex, que ainda encontrou mais potência sem colocar o consumo em xeque. Se antes era 108cv com álcool ou gasolina, passou para 109cv com gasolina e 113cv com álcool, aos mesmos 6.000rpm de antes. O torque chega a 15,5kgfm com álcool e a 14,2kgfm com gasolina, a 4.000rpm nos dois casos.
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São bons números. Mas, na prática, o desempenho não empolga. O motor fica esperto só acima das 2.500rpm, e é preciso manter o giro elevado para o carro permanecer acordado. Isso passa a ser um desafio quando se nota um buraco entre a segunda e a terceira marcha, atrapalhando as retomadas: ou se trabalha com o motor girando forte até os 50km/h em segunda, ou o carro fica apático em terceira até os 60km/h. Uma pena, pois o câmbio evoluiu muito nos engates, que estão mais precisos e com curso menor na alavanca. Tempo de 0 a 100km/h não é divulgado pela Chery, mas a máxima de 175km/h não é lá muito animadora.
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Como se não bastasse o volante grande, a direção é leve e desmultiplicada, favorecendo o conforto. Parece que a meta foi a mesma no acerto da suspensão macia, que faz o Celer inclinar nas curvas e cantar pneus cedo – e olha que não são pneus Goodyear, mas sim Pirelli. Mas o test-drive foi em uma pista particular, um ambiente um pouco diferente do uso urbano.CHERY NOVO CELER 20
Há duas versões para o Celer brasileiro, seja para o hatch ou para o sedã. Com rodas de aço aro 15” com calotas, sem alarme, faróis de neblina, rádio mais simples apenas com AM/FM e MP3, e reproduzindo em apenas dois alto-falantes, a versão de entrada custa R$ 38.990 na carroceria hatch e 39.990. Ao menos já tem direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, volante com regulagem de altura, Isofix para fixação de cadeirinhas infantis e faróis com ajuste de altura elétrico. A versão mais completa é a Act, que custa R$ 39.990 no hatch e 41.990 no sedã. Além do rádio com CD-Player MP3 (mas sem Bluetooth), tem alarme, rodas de liga leve aro 15” e faróis de neblina.CHERY NOVO CELER 27
São pacotes de equipamentos razoáveis com preços idem – principalmente em tempos de compactos 1.0 por R$ 40 mil. No conjunto, o Chery Celer é bastante honesto. De fato, este chinês com cidadania tupiniquim — por enquanto, apenas 35% das peças estão nacionalizadas — passou a ser uma opção a ser considerada. A Chery espera produzir 10.000 unidades no Brasil este ano e oferece garantia é de três anos e revisões, com preço fixo, que acontecem a cada 10000km.

por 20 de abril de 2015 Chery, Lançamentos

Agora fabricado no Brasil, Chery Celer 2015 chega por R$ 38.990

Hatch e sedã mantém motor 1.5 flex, que agora chega a 113cv

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A Chery se tornou a primeira fabricante chinesa a montar automóveis no Brasil em 6 de fevereiro, quando o Chery Celer teve sua produção em escala iniciada na fábrica de Jacareí (SP). Agora o modelo se prepara para chegar às lojas com visual atualizado, novo acerto mecânico e preços que começam em R$ 38.990. CHERY NOVO CELER 05
O novo visual é interessante. Faróis mais espichados e com linhas mais arredondadas caíram bem no compacto, e o para-choque também mudou. Atrás, o hatch mantém lanternas com o mesmo formato, mas com nova disposição dos elementos internos, e novo para-choque. No sedã, não só as lanternas são completamente diferentes, como também a tampa do porta-malas – que se abre junto com o vidro traseiro, como no Ford Escort, por exemplo. 
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Só que o Celer vendido na China – onde recebe o nome Fulwin – recebeu este mesmo visual em 2013, quase ao mesmo tempo que o modelo antigo estreou no Brasil.
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A evolução no interior é notável, com as saídas centrais do ar-condicionado em destaque no topo do painel. Antes ficavam abaixo do rádio, num espaço agora ocupado pelo comando de velocidade do ar e botões de abertura interna do porta-malas, desembaçador e recirculação do ar. Mantiveram o volante, mas o quadro de instrumentos é completamente diferente, com velocímetro e conta-giros.
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O motor é o mesmo 1.5 16v Acteco Flex, mas com mapeamento diferente, feito pela Delphi, com a intenção de melhorar seu comportamento. Falaremos sobre isso em breve, mas os números realmente melhoraram: de 108cv, seja com álcool ou gasolina, passou a 113cv com álcool e 109cv com gasolina aos mesmos 6000rpm. O torque máximo é de 15,5kgfm com álcool e 14,2kgfm com gasolina a 4000rpm nos dois casos. O fabricante não divulga tempo de 0-100km/h, mas a velocidade máxima é de 175km/h.
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Há duas versões para o Celer brasileiro, seja para o hatch ou para o sedã. Com rodas de aço aro 15” com calotas, sem alarme, faróis de neblina, rádio mais simples apenas com AM/FM e MP3, e reproduzindo em apenas dois alto-falantes, a versão de entrada custa R$ 38.990 na carroceria hatch e 39.990. Ao menos já tem direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, volante com regulagem de altura, Isofix para fixação de cadeirinhas infantis e faróis com ajuste de altura elétrico.
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A versão mais completa é a Act, que custa R$ 39.990 no hatch e 41.990 no sedã. Além do rádio com CD-Player MP3 (mas sem Bluetooth), tem alarme, rodas de liga leve aro 15” e faróis de neblina. O atual índice de nacionalização é de 35%, que deverá aumentar aos poucos com a instalações de novos fornecedores no parque tecnológico que a fábrica de Jacareí terá ao seu redor dentro de alguns anos. A garantia é de três anos e as revisões, com preço fixo, acontecem a cada 10000km.

por 14 de abril de 2015 Brasil, Chery, Lançamentos

Novo Chery Celer já está nas concessionárias e preços começam em R$ 40 mil

Agora nacional, hatch tem novo visual e mantém motor 1.5 flex

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Oito meses após a inauguração de sua fábrica em Jacareí, a Chery lança em meados de abril o Celer brasileiro. Mesmo assim, o consumidor já pode dirigir o modelo antes da imprensa. Grande parte das concessionárias da marca já recebem o modelo e algumas até já oferecem test-drive, como revela o registro do leitor Vinicius Waldvogel. 11086959_636865973114681_570610894_n
A versão brasileira do Celer chega às lojas com visual atualizado. Tem que novos capô, faróis, e para-choque, este com um grande aplique preto na parte inferior fazendo a ligação da entrada de ar com os faróis auxiliares. Na traseira a mudança se concentra no para-choque, enquanto a lateral se mantém inalterada. Na verdade, este facelift foi lançado na China em 2013, ao mesmo tempo que o Celer era lançado no Brasil com visual antigo. Sedã e hatch tem o mesmo motor, um 1.5 16V Acteco Flex, com torque de 14kgfm a 3.000rpm e 108cv de potência a 6.000rpm. A velocidade máxima, no entanto, é de 160 km/h. É de se supor que as relações de marcha são bastante curtas. Segundo o leitor, o Celer é oferecido por R$ 39.900. O lançamento do Celer brasileiro está marcado para 14 de abril e o Novidades Automotivas não estará no evento. Fotos | Vinicius Waldvogel

por 1 de abril de 2015 Chery, Segredos

Chery inicia produção em Jacareí/SP

Expectativa é de que a fábrica produza 30 mil unidades até o fim do ano

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Detentora do título de carro chinês mais vendido do Brasil através do Tiggo, a Chery iniciou a produção na sua nova fábrica, localizada em Jacareí (SP). Os primeiros modelos a serem produzidos na fábrica são as versões hatch e sedã do Celer, escolhido para ser o primeiro modelo nacional da marca chinesa. _PF_6370
A previsão é que o modelo chegue às revendas em abril. Antes disso, ainda no primeiro trimestre do ano, está previsto o início das vendas do Novo QQ, que inicialmente será importado da China. A versão nacional do subcompacto tem sua fabricação nacional confirmada para o segundo semestre. Para 2015 está previsto ainda o lançamento do Tiggo 5, apresentado ano passado durante o Salão do Automóvel. _PF_6367
Luis Curi, vice presidente da Chery Brasil, estima que a produção anual da fábrica fique na casa das 30 mil unidades. “Demos o start da produção seriada do Celer dia 06 e seguiremos um cronograma gradativo de aumento de fluxo mês a mês. No segundo semestre inicia-se a fabricação do QQ. A previsão é que ao final do ano a fábrica de Jacareí alcance os 30 mil carros produzidos”, completou.

por 13 de fevereiro de 2015 Chery

Novo Chery Tiggo será fabricado no Brasil e Celer nacional será lançado em fevereiro

Nova geração do QQ também será nacionalizada em 2015

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A Chery está empenhada na produção nacional do compacto Celer na fábrica de Jacareí (SP), que chegará às lojas de cara nova em fevereiro nas versões hatch e sedã. Só que a unidade tem capacidade para produzir 50 mil carros por ano e ainda em 2015 iniciará a produção da nova geração do QQ. Para 2016 fica a nacionalização da nova geração do Tiggo. _PF_6382[3]
Hoje o SUV compacto é montado no Uruguai com peças importadas da China, mas para fazer frente ao Lifan X60 – que vem se saindo melhor nas vendas – o Tiggo terá sua nova geração nacionalizada. O modelo esteve no Salão do Automóvel e já passa por tropicalização e a promessa é que sua produção atenda às exigências do Inovar-Auto. Se tudo correr como o previsto, a produção do Tiggo em Jacareí será iniciada no final de 2015, pouco tempo depois do fim da produção do atual. Os preços podem subir cerca de 10% e a fábrica uruguaia ficará encarregada de outro modelo para o Mercosul.
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Fotos | Fabio Perrotta

por 16 de dezembro de 2014 Chery, Segredos

Salão de São Paulo – Chery apresenta novos QQ e Celer

Conceitos também foram destacados pela fabricante

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No salão em que estreia como fabricante nacional de automóveis, a Chery utilizou a tática do segredo durante os dias de imprensa da exposição. Todos os seus carros ficaram cobertos até a hora da apresentação, causando curiosidade pelos jornalistas que passavam pelo seu estande. Carro mais vendido da marca, o novo Chery QQ foi apresentado e será nacional a partir de 2015. Já o compacto Celer, teve o interior reformulado e também será produzido no Brasil, na fábrica de Jacareí. Além deles, três conceitos se destacaram no estande. O Tiggo 5 é um indício que o SUV da marca receberá uma nova geração em breve, o Arrizo 7 e o Alfa. Novo Chery QQ – O pequenino chinês chega com novo visual. Totalmente redesenhado, o veículo mais vendido da Chery recebeu novas linhas no exterior e no interior, além de receber novo acabamento. A frente mudou de desenho e agora conta com faróis maiores e nova grade. A traseira também recebeu novo desenho e agora conta com uma grande área envidraçada, que além de fazer o papel de vidro traseiro, atua como porta do porta-malas. O painel também mudou e continua mantendo os instrumentos digitais. O motor é o Acteco, de três cilindros com 69cv de potência.
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Novo Celer
Ao contrário do QQ, o Chery Celer não recebeu uma nova geração. Trata-se apenas de uma reestilização, onde o modelo recebeu novos desenhos nos para-choques, lanternas e rodas. As lanternas traseiras agora contam LEDs. No interior, o Celer conta com um novo painel, novo quadro de instrumentos e novo sistema de som. O motor é o Acteco Flex 1.5, que rende 108cv de potência. O novo Celer também será produzido no Brasil em 2015. _PF_6354  Três modelos apresentados pela fabricante chinesa representam o Chery New Generation e antecipam um pouco do visual da marca em seus futuros veículos. O sedan Arrizo tem sua produção estudada pela fabricante. Tem porte médio e, caso entre em produção, pode fazer sucesso no meio dos sedans pelo seu custo, sempre menor em fabricantes chinesas. O Tiggo 5 é a antecipação visual do futuro SUV da marca.
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Já o conceito Alfa, na mera opinião deste que vos escreve, é um dos mais belos carros apresentados no Salão de 2014. Com belas linhas, e presença no desenho, fará muito sucesso caso entre em produção – estou na torcida. O modelo se inspira em elementos chineses para compor seu visual e chamou bastante atenção no evento.
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por 31 de outubro de 2014 Chery, Salão de São Paulo