Chery

Chery confirma cinco novidades para o Salão do Automóvel

Novo Chery QQ e Celer brasileiro estão entre as novidades

51
Se antecipando ao Salão do Automóvel de São Paulo, que abre suas portas dentro de uma semana, a Chery anunciou cinco novidades para o evento que preechem todos os segmentos onde atua, são eles: o Celer hatch e sedã reestilizado e fabricado no Brasil, a nova geração do QQ e os inéditos Arrizo 7 e Tiggo 5. 1355_chery_tiggo_5
A marca chinesa fala em um estande “dividido” em duas linhas de pensamento, uma com os carros atuais e e os que chegam às lojas em breve, e outro com carros que vão demorar para aparecer no Brasil. Neste último caso estão enquadrados os novos Tiggo 5 e Arrizo 7. O primeiro é representa a nova geração do Tiggo vendido no Brasil, mas que mantém o motor 2.0 de 138cv. A novidade fica por conta do câmbio automático, que hoje é de quatro marchas, e que deve virar CVT, com relações infinitas. Esta nova geração poderia ser fabricada no Brasil, mas só a partir de 2016.
00219b82471713647b882d
Já o Arrizo 7 é um sedã médio que também poderá dar as caras no Brasil em 2016, mas importado da China. Equipado com motor 1.6 de 126cv, tem 4,65m de comprimento, 2,70m de entre-eixos, o que o coloca na briga com JAC J5 e Geely EC7. Junto aos dois a fabricante ainda mostrará o Conceito α (Alpha), que representa o design desta nova geração de carros da Chery.
Novo-Chery-Celer-2015 (3)
Do outro lado quem aparecerá serão o novo Chery Celer com visual reestilizado, que já está em produção da fábrica de Jacareí (SP) e chega às lojas até o final do ano nas carrocerias hatch e sedã, além do novo QQ, que será feito na mesma unidade a partir de janeiro.
Novo-Chery-QQ-2015-frente

por 22 de outubro de 2014 Chery, Salão de São Paulo

Chery inaugura fábrica em Jacareí (SP)

Celer será brasileiro este ano, QQ em 2015 e SUV em 2016

Chery Brasil (57)
Jacareí –
Enfim a Chery pode se considerar nacional. Usando o lema “Agora brasileira de chassis, peças e coração”, a montadora inaugurou a unidade fabril de Jacareí, situada no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Com isso, largou na frente das outras marcas chinesas, sendo a primeira delas a produzir carros em solo brasileiro. Chery Brasil (59)
A fábrica é resultado de um investimento total de US$ 530 milhões, ou mais de R$ 1,2 bilhão. A soma foi dividida em duas fábricas distintas: a de automóveis, que consumiu US$ 400 milhões, e a de motores da Acteco (marca pertencente à Chery), onde foram investidos os outros US$ 130 milhões para a produção dos motores 1.0 e 1.5. “No futuro, também serão produzidos outros tipos de motores, para abastecer não só a demanda da Chery em Jacareí, mas como também outras localidades. Por enquanto, a Acteco fornecerá seus itens para o Brasil, mas planejamos exportar em um segundo momento”, revela Roger Peng, presidente da Chery Brasil.
Chery Brasil (44) VALE A PENA
Inaugurada depois de três anos de obras, a fábrica brasileira é uma ideia surgida logo no início das vendas com os modelos ainda importados aqui, há 5 anos. “A decisão de ter uma unidade industrial nacional foi tomada em 2009, antes mesmo do anúncio do aumento dos 30 pontos percentuais do IPI para carros importados. Desde lá, passamos por uma série de situações, como o anúncio do Inovar-Auto, e o cenário atual do setor continua não influenciando em nossa decisão. A Chery Brasil será o headquarter da Chery na América Latina”, declarou Peng.

Nacional de verdade

Na inauguração os presentes puderam ver, entre outros modelos da marca, o primeiro modelo feito – de maneira artesanal – na fábrica, o primeiro Celer, já reestilizado, que foi o marco inicial da produção. Com um milhão de metros quadrados, a fábrica tem 400 mil m² de área construída, além de um prédio administrativo e de uma edificação de restaurante. Além disso, ela tem uma pista de testes, que possui variações de terreno para simular as condições mais adversas de uso. E a fábrica tem “vizinhas ilustres”, como General Motors, Volkswagen e Ford.Chery Brasil (27) VALE A PENA
De acordo com o vice-presidente da montadora, Luís Curi, a ideia é que até o final desse ano hajam 100 revendedoras da marca no Brasil. “Com a fábrica operando – e esperamos produzir 50 mil carros neste primeiro ano de funcionamento –, teremos uma demanda maior do mercado, o que refletirá também no aumento da rede”, declara. O primeiro modelo a ser produzido em Jacareí será o Celer, que já chega com mais de 50% de nacionalização (podendo chegar a até cerca de 70% em dois anos). Isso se dá graças a parceria com diversos fornecedores locais, como Plascar, Metagal, Pirelli, Moura, Bosch, HVCC, Tyco, Johnson Controls, Goodyear, Basf, Petronas, entre outros. Chery Brasil (26) VALE A PENADepois do Celer, é a vez do QQ, que chega totalmente renovado no segundo trimestre de 2015. Em 2016 o próximo passo será a criação de um SUV especificamente para o mercado nacional, bem como o começo das exportações dos modelos Chery para outros países do Mercosul, como Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador, Venezuela e Peru. Outra prova de que a fabricante colocou os dois pés no Brasil é que há planos de veículos específicos par ao nosso mercado no futuro. “No futuro, provavelmente a partir de 2018, a Chery terá um automóvel pensado, desenvolvido e produzido especialmente para o mercado brasileiro”, ressalta Luís Curi. Para que isso seja possível, a marca já anunciou um investimento de R$ 50 milhões num centro de Pesquisa e Desenvolvimento específico para o Brasil. “O centro de P&D também vai atuar no desenvolvimento de novos modelos para a América Latina”, diz Curi. O local do Centro ainda não foi definido, mas espera-se que seja feito também no Vale do Paraíba, dada a proximidade com a fábrica. "O centro de P&D será um instrumento para melhoria contínua. São José dos Campos é uma candidata fortíssima por estar perto da fábrica, mas ainda devemos estudar todas as possibilidades", disse Curi”.

Planos ambiciosos

A Chery ambiciona uma alavancada em suas vendas no país com a nova fábrica, esperando alcançar 3% de participação no mercado nacional até 2018. O valor parece baixo, mas 3% de participação significa ter maior participação que a Nissan tem atualmente, contando os emplacamentos de janeiro a julho deste ano, além de ser equivalente ao que as francesas Peugeot e Citrôen têm juntas.

por 5 de setembro de 2014 Chery, Mercado

Produção nacional do Chery Celer começa em agosto

Celer hatch e sedã e nova geração do QQ serão fabricados na unidade

IMG_8638[3]
A Chery até já começou a montar o Celer em sua fábrica em Jacareí (SP), mas de forma artesanal, com o objetivo de treinar os colaboradores da unidade enquanto todo o maquinário não está pronto para entrar em operação. A produção, de fato, terá início no dia 28 de agosto, segundo a fabricante chinesa. Unidades fabricadas no Brasil já terão o novo visual, que nem é tão novo assim, já que foi adotado na China pouco depois que o modelo começou a ser importado para o Brasil. O motor 1.5 16V Flex, que gera torque de 14kgfm a 3.000rpm e 108cv de potência a 6.000rpm, será mantido. Hoje o modelo custa a partir de R$ 33.990 na carroceria hatch. A fábrica de Jacareí é resultado de investimento total de US$ 538 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) e terá aproximadamente 800 funcionários até o final de 2014. Ela também produzirá também o Celer Sedan e a nova geração do QQ.A capacidade produtiva é de aproximadamente 100 mil unidades anuais.

por 22 de julho de 2014 Brasil, Chery, Mercado

Chery QQ ganha opção de motor 1.0 de três cilindros

E a versão intermediária é menos equipada que a de entrada…

chery-qq-2011-24-2-copy
Nada de nova geração por enquanto. A Chery quer dar mais um gás no velho QQ com uma nova opção de motor 1.0 12v de três cilindros, em versão cujo preço inicial é de R$ 23.990. O modelo agora é comercializado em três versões, sendo uma com o propulsor 1.1 16v e outras duas com o novo motor 1.0. O novo motor 1.0 12v de três cilindros rende 69cv de potência a 6000rpm, mas o torque, que é o que importa num veículo urbano, não foi divulgado. O atual 1.1 de quatro cilindros rende 68cv de potência a 6000rpm com torque de parcos 9,1kgfm a 3.500rpm. A versão de entrada continua sendo a 1.1, com preço sugerido de R$ 22.990, e tem como principais equipamentos de série o ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, além de rádio AM/FM/CD player com MP3/USB. A opção intermediária é a de R$ 23.990, mas, pasmem, perde alguns detalhes no acabamento exterior como os frisos e saias nas laterais na cor da carroceria, além de perder o rack de teto. A topo de linha tem preço sugerido de R$ 25.990 e  ainda ganha sobre os equipamentos do 1.1 rodas de liga-leve e sensor de estacionamento. Fonte | Autos Segredos

por 14 de julho de 2014 Chery, Lançamentos, Mercado, Segredos

Chery Celer tem primeira unidade nacional produzida, já com novo visual

Lançamento deve acontecer no início de 2015

IMG_8638
A Chery nem concluiu sua fábrica em Jacareí (SP), mas já teve seu primeiro carro produzido. Sem fazer uso do maquinário da linha de montagem, cerca de 100 funcionários se encarregaram de montar o primeiro Celer brasileiro de forma mais artesanal que a produção de um Rolls-Royce. O modelo já aparece com visual reestilizado. IMG_8642
Batizada de OTS Car (sigla em inglês para produção fora da linha de montagem), a cerimônia que celebrou a produção do primeiro Celer brasileiro contou a participação do presidente Roger Peng e também do vice presidente e CEO Luis Curi, além da presença de 100 funcionários da fábrica. No cronograma da Chery, a produção comercial do novo Celer será iniciada em novembro. Desta forma, o lançamento deverá ocorrer em janeiro de 2015.

por 10 de junho de 2014 Chery, Mercado, Segredos

Chery Tiggo passa por mais uma reestilização na China

Modelo tem plataforma antiga mas ganhou visual moderno

tiggo-205-1
Apesar do Chery Tiggo ter sido reestilizado no Brasil no ano passado, a Chery ainda mantém o modelo em produção com o primeiro visual e já tem uma nova geração do modelo à venda por lá desde o ano passado como Tiggo 5. Mesmo assim ela insiste na primeira geração do SUV, que passou por reestilização mais uma vez. E não é que ficou legal? tiggo-207-1
Não parece mais que esta geração do Tiggo foi inspirada no antigo Toyota RAV4, a não ser que você o veja de perfil. De resto, ele passa a se assemelhar muito mais com o Tiggo 5 ao adotar os faróis estreitos bem integrados à nova grade e LEDs diurnos acima dos faróis de neblina. Ele realmente está de cara nova. Na traseira, finalmente fizeram alterações profundas ao modificar a tampa do porta-malas, as lanternas e o para-choque.
tiggo-206-1
O interior é que destoa, tendo como principal novidade o volante multifuncional com comandos para a central multimídia e para o piloto automático, no caso da versão automática. O ar-condicionado digital agora tem funcionamento mais simples. Não houve alterações na qualidade do acabamento nem no isolamento acústico.
tiggo-208-1
Para evitar canibalização, a versão será oferecida na China apenas com motor 1.6 de 117 cv e tração dianteira, com opção de câmbio automático CVT. Isso, entretanto, não impede que ele receba motores 1.8 e 2.0 para ser enviado para outras partes do planeta. tiggo-202-1

por 5 de maio de 2014 Chery, Salão de Pequim

Chery QQ pode perder equipamentos para ficar mais barato

Menos equipado, subcompacto poderia custar menos de R$ 19 mil

chery-qq_full7
Com sua fábrica em Jacareí (SP) quase pronta – inauguração está prevista para o segundo semestre – a Chery se prepara para entrar na guerra de preços. Para isso ela deve cortar alguns equipamentos do subcompacto QQ, hoje seu carro mais barato, vendido no Brasil por R$ 24.490. autowp.ru_chery_qq3_6
A informação é do Carpress, que ouviu executivos da marca que até então não fugiu da filosofia das fabricantes chinesas: oferecer carros mais completos por preços modestos. Equipamentos como ar-condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e sistema de som poderiam ser capados para baixar o preço para algo como R$ 19 mil ou até menos. Desta forma o QQ se tornaria o queridinho dos frotistas, que não fazem questão de todos os itens de conforto.
chery_qq_7
Em breve o QQ será reestilizado e em 2015 sua nova geração, chamada S15, começa a ser fabricada em Jacareí junto ao Celer. Ele deverá conviver com o antigo QQ por mais alguns anos como carro de entrada da Chery. chery_qq_1chery_qq_8

por 17 de março de 2014 Chery, Segredos

Chery Tiggo ganha câmbio automático

Primeiro chinês automático custa R$ 57.990

Tiggo-2014-1[2]
Primeiro modelo vendido pela Chery no Brasil, o Tiggo passa a ser também o primeiro chinês – na verdade é montado no Uruguai em CKD – equipado com transmissão automática. O sistema tem quatro marchas e é acoplado ao mesmo motor 2.0 16v a gasolina de 138 cv, e encarece o modelo em R$ 6 mil, passando dos R$ 51.990 da versão manual para R$ 57.990. image
Os equipamentos de série incluem airbags frontais, freios ABS com EBD, vidros, travas e retrovisores elétricos, ar condicionado, direção hidráulica e rodas de liga leve de 16 polegadas, além de luzes diurnas de LEDs (incorporadas aos faróis), sensores de ré com indicador gráfico e um display com bússola, altímetro e barômetro, no retrovisor interno.

por 13 de março de 2014 Chery, Lançamentos

Chery Tiggo passará a contar com a opção de câmbio automático

SUV ganhou mudanças profundas no visual no ano passado

Tiggo-2014-1[2] A reestilização do Tiggo lhe fez muito bem e trouxe melhorias ao que realmente interessava – o interior. A aposta agora vai para o câmbio automático, que passará a oferecer o equipamento, criando uma versão mais cara que a atual, vendida sem opcionais por R$ 47.990. A futura versão deverá custar na faixa dos R$ 50 mil. O modelo é montado no Uruguai em regime CKD (Completely Knocked-Down), bem como os outros modelos da marca. O Tiggo foi o primeiro carro a ser vendido pela Chery no Brasil e, dessa vez, será o primeiro a contar com a opção do câmbio automático, que trabalhará em conjunto com o já conhecido propulsor 2.0, que gera 183 cavalos, sempre a gasolina. Entre os equipamentos de série, estão os já batidos ar-condicionado, vidros e travas elétricas, airbag duplo e freios ABS com EBD (controle de estabilidade). Chery-Tiggo-2014-2[2] A estratégia da Chery é, possivelmente, almejar clientes que estejam em busca de um SUV automático e considerem a proposta “mais-por-menos”. Se o preço realmente estiver posicionado na casa dos R$ 50 mil, o Tiggo automático custará pouco mais que a versão de entrada do Renault Duster e bem menos que o EcoSport – e, nessa faixa,  nenhum deles é equipado com câmbio automático.

por 18 de fevereiro de 2014 Brasil, Chery

Chery S18 e Cielo se despedem do mercado brasileiro em fevereiro

Apesar da data estipulada, vendas não são registradas há meses

  Chery S-18
O Chery Cielo foi o primeiro veículo a ser vendido pela marca no Brasil. Na ocasião, nos idos de 2010, o principal atrativo eram os equipamentos que hoje são oferecidos pelos concorrentes que evoluíram nesses quatro anos. A marca fala em novas estratégias, mas nós sabemos o nome disso: a família Celer. Já o S-18 chegou com diversas premissas. Mas tinha um pedal no caminho: bastava um esforço maior aplicado no pedal do freio que ele entortaria. Veio um recall mas não foi suficiente e as vendas foram suspensas por alguns meses na ocasião. O hatch estava enterrado para sempre. E esse anúncio serve como um funeral simbólico.

A Chery alega foco na gama nacional, que se resumirá ao Celer hatch e sedan, que basicamente ocupam o mesmo segmento dos Cielo, além de garantir o suporte aos consumidores no quesito pós-venda, caso o plano de manutenção esteja em ordem, a montadora chinesa. Espera-se que o Celer seja nacionalizado já alinhado com o modelo vendido na sua terra natal, que ganhou uma reestilização profunda, mas não há nada confirmado. cielo_sedan_ext_baixa_08[2]
A fábrica da marca em Jacareí (SP) ficará pronta nesse ano e deverá produzir, nesse primeiro momento, a nova geração do QQ e as duas variantes do Celer. Ela também pretende construir uma fábrica de motores, responsável pela produção de um propulsor 1.0 flex com sistema start & stop e um 1.5 produzido em conjunto com a Delphi. Hoje, boa parte das vendas da marca se deve ao QQ. A Chery hoje ocupa a 16ª posição do ranking das marcas mais vendidas, representando 0,32% do mercado.

por 18 de janeiro de 2014 Brasil, Chery, Fim de Carreira