Chrysler

Estes são os melhores interiores automotivos lançados em 2014

Eleição foi feita pela americana Wards Automotive Group

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Dentre os consumidores de automóveis, existem diversos tipos de critérios para definir uma compra. Alguns levam em consideração o design exterior e suas curvas. Outros preferem focar na potência do motor ou detalhes técnicos. E também existem os que escolhem o carro pelo seu interior. Ou vai dizer que a parte que você mais tem contato durante o uso não faz diferença? Diante disso, a publicação americana Wards Automotive Group elaborou um top10 dos melhores interiores de carros lançados em 2014. É importante frisar que a lista não é composta apenas de carros luxuosos, mas sim de carros que estejam disponíveis economicamente para a maioria dos consumidores. Foram classificados 42 modelos, seguindo critérios como acabamentos, ergonomia, espaço interior, conforto, segurança, conectividade, acesso aos comandos e preço. Os dez melhores interiores são:
BMW i3
Chrysler 300C Platinum
Honda Fit EXL
Jeep Renegade
Mercedes Classe C
Kia Carnival
Ford F-150 King Ranch
GMC Canyon
Mazda 6 Grand Touring
Nissan Murano

por 4 de maio de 2015 BMW, Chrysler, Ford, GMC, Honda, Jeep, Kia, Mazda, Mercedes-Benz, Nissan

Fábrica do Jeep Renegade é inaugurada oficialmente em Pernambuco

Unidade tem capacidade para 250 mil carros e quatro modelos diferentes

Communication Center - Fachada (2)
Quatro anos separam o canavial da fábrica mais moderna do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles), inaugurada nesta terça (28). É o Polo Automotivo Jeep, localizado em Goiana (PE), e que desde o dia 19 de fevereiro produz o Jeep Renegade em escala comercial – mas pode produzir até quatro modelos. Jeep Renegade (1)
A fábrica está localizada a cerca de 60km do Recife, capital de Pernambuco. É a primeira unidade da Jeep fora dos Estados Unidos e, também, o primeiro grande investimento do grupo FCA, resultado da fusão entre os grupos Fiat e Chrysler consolidada em 13 de outubro. Foram aplicados mais R$ 7 bilhões, se somados os cerca de R$ 3 bilhões consumidos na fábrica Jeep, os R$ 2 bilhões do parque de fornecedores e outros  R$ 2 bilhões  no desenvolvimento de produtos e outros investimentos. Dois terços do montante vem de financiamento do governo federal. Segundo Stefan Ketter, vice-presidente mundial de Manufatura da FCA e responsável pela coordenação da implantação da fábrica, o desafio foi além da construção de uma fábrica de automóveis,  e também envolve a inclusão de um parque de fornecedores de classe mundial em um local que há quatro anos era um canavial. A planta ocupa uma área construída de 260 mil metros quadrados e terá capacidade para produzir até  250 mil veículos por ano. Já o parque de fornecedores inclui um complexo de 12 edifícios compartilhados por 16 empresas, em uma área de 270 mil metros quadrados. Nestas áreas serão gerados até 9.000 empregos até o final deste ano – 3.300 na fábrica Jeep, 4.900 no parque de fornecedores e mais 850 em serviços gerais. Dos empregados hoje, 82% são nordestinos e, destes, 78% pernambucanos. “Em todas as minhas experiências pelo mundo, é aqui em Pernambuco que vi acontecer a maior revolução. Ela começou há cinco anos, quando acreditamos que no meio de uma plantação de cana-de-açúcar fosse possível criar uma das fábricas mais competitivas do mundo”, disse o presidente mundial da FCA, Sergio Marchionne, na cerimônia de inauguração.

Melhores processos e fábrica mais moderna

Para a FCA, a fábrica de Goiana representa também uma fusão das melhores soluções já implantadas em fábricas da Fiat e da Chrysler ao redor do mundo. O sistema de produção WCM – World Class Manufacturing – assegura a melhor interação entre homem e máquina, melhorando continuamente todos os processos.
Communication Center - Escritórios Abertos (6)
As inovações da fábrica começam pelo seu formato. O Communication Center, considerado cérebro do Polo Automotivo Jeep, está posicionado bem no centro da unidade e dele é possível percorrer a pé todas as fases essenciais do processo de produção, desde as prensas até os veículos prontos para entrega ao consumidor. Os escritórios são um espaço aberto e os funcionários tem em mão notebooks e celulares corporativos, o que permite mobilidade pelo espaço e favorece tomadas de decisões rápidas.
Pintura (4)
A inovação na pintura está na eliminação da camada de primer, em processo denominado primerless. A base da pintura é o chamado B1, uma camada protetora da mesma cor que a carroceria vai receber. O processo garante a mesma qualidade e durabilidade da pintura comum, mas com menor consumo de energia e em menos emissões químicas na atmosfera.
Montagem (1)
Na montagem do carro o grande destaque está na ergonomia. O carro pode ser suspenso na altura correta para o funcionário e, caso precise suspender um componente pesado, um braço robótico o auxilia. Na hora de instalar componentes na parte de baixo do veículo, a carroceria é gira em seu próprio eixo para que ninguém precise se abaixar. Já a acoplagem do powertrain com o carro é feita automaticamente.
Funilaria - Robôs (2)
Mas, está na área de funilaria a principal inovação da planta: em uma estação com 14 robôs (serão 18 nos próximos meses) são aplicados em menos de 60 segundos 100 pontos de solda, congelando o esqueleto da carroceria em sua geometria correta. No processo mais comum, a fixação das partes e consolidação da carroceria é feita em várias estações e o movimento entre uma estação e outra pode comprometer a precisão da geometria.
Cegonheira - Jeep Renegade (1)
A proximidade do porto de Suape será importante futuramente para a exportação do Renegade brasileiro para a América Latina. A distribuição dos carros pelo Brasil será feita apenas por caminhões e os carros vão percorrer uma média de 8 dias e 2,4 mil quilômetros antes de chegar ao consumidor final. A empresa também quer aproximar sua nova fábrica dos consumidores da região e planeja entregar os carros aos clientes na fábrica. Isso valeria para algumas concessionárias selecionadas e envolveria um tour pela fábrica – que tem um showroom com todos os modelos da Jeep – e ainda uma volta no Camp Jeep, uma grande pista que simula situações de off-road montada do lado de fora da fábrica. A ação terá início dentro de até quatro meses.

por 29 de abril de 2015 Chrysler, Fiat, Jeep, Mercado

Primeiras impressões: Jeep Renegade mostra que renegados serão os concorrentes

Jeep brasileiro tem preço competitivo e atributos para intimidar os rivais

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Foi pouco tempo, mas pareceu uma eternidade. Desde o anúncio da fábrica de Pernambuco até o lançamento do Jeep Renegade, foram diversas informações, flagras pelo país e uma expectativa que só aumentava. Há motivos: o carro chega para a disputa num segmento que está fervendo com novidades e quer dificultar ainda mais as vidas de Ford EcoSport, Renault Duster e do desaparecido Chevrolet Tracker. Para medir forças com os novatos Honda HR-V e Peugeot 2008 – que chega em abril – vale de tudo, até os valores de cada marca. IMG_1445
O encontro com o Jeep Renegade lembra essas famosas histórias de pessoas que se conhecem pela internet. O primeiro contato é com fotos, depois se conhecem um pouco mais, descobrindo novos detalhes, até que chega o dia do "olho no olho". Nas duas situações, há o medo de, pessoalmente, não ser aquilo tudo das fotos – ainda mais quando esse encontro é repleto de expectativas.
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Felizmente, não era "Photoshop". O Renegade não decepciona no primeiro contato visual. O estilo característico dos Jeep está presente, acompanhado de uma jovialidade expressada em cada traço e nos detalhes. Estes, aliás, não faltam. O Renegade tem mais de 25 "easter-eggs", detalhes como faróis e lanternas com um “X” em alusão aos galões de combustível dos Jeeps antigos, o pé grande no vidro traseiro e a aranha que aparece ao abrir a portinhola do tanque de combustível. É uma diversão à parte tentar encontrá-los.

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Por dentro, o utilitário confirma que veio mesmo para aquecer a batalha no segmento de SUVs. Embora não chegue ao luxo dos modelos superiores da marca, o acabamento e o conforto impressionam qualquer motorista acostumado a andar em seus rivais diretos, com direito a painel com superfície emborrachada.
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A visibilidade é excelente para todas as direções, há espaço de sobra para os ombros, a cabeça e as pernas do condutor. Atrás, há até um encosto de cabeça para o passageiro do meio. Mas duas pessoas terão vida bem mais agradável do que três. Neste aspecto, Renault Duster e Honda HR-V levam a melhor, mas nenhum dos concorrentes tem porta-malas com capacidade tão reduzida: no Renegade são apenas 260 litros – como em um Nissan March.IMG_1483
É que o projeto do Renegade não tem origem em compactos. Se o EcoSport deriva do Fiesta, o Duster deriva do Sandero e o HR-V, do Fit, até o final das portas dianteiras o Jeep compartilha seu projeto com o Fiat 500L, monovolume vendido na Europa. Dali para trás, tudo é diferente. Isso explica a suspensão traseira independente do tipo McPherson, como a dianteira, mas com molas e amortecedores presos na parte superior da estrutura. Esta configuração garante curso de suspensão maior do que se teria caso o sistema fosse por eixo de torção, como na concorrência – só o Duster 4×4 tem suspensão independente na traseira.

Dois mundos em um mesmo carro

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Se a beleza do Renegade conquistou, faltava conhecer seus "corações". Sim, são dois. E cada um deles dá uma personalidade diferente ao “Jeepinho”.
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Nosso primeiro contato foi com a versão Longitude, intermediária e que deverá responder por 50% das vendas, mas combinada com o motor 1.8 16V E.torQ Evo flex.  É conhecido dos carros da Fiat, mas recebe o "codinome" Evo no Renegade devido às alterações que sofreu. Mantém os 132cv com álcool, mas o torque máximo passou de 18,9kgfm a 4.500rpm para 19,1kgfm a 3.750rpm, prometendo 82% do torque aos 1.500rpm.
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Este motor até pode casar com o câmbio manual de cinco marchas na versão Sport, mas a versão de entrada tem câmbio automático de seis marchas como opção. No Longitude, a transmissão é sempre a automática. Esta transmissão não hesita em momento algum e realiza as trocas com extrema precisão. É uma grande surpresa para quem já dirigiu um Fiat 1.8 com o câmbio automatizado Dualogic.
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Mas falta motor. São 1.440kg em suas costas – até mais do que no Fiat Bravo -, e o 1.8 precisa se esforçar para garantir um desempenho que, no fim, está no nível da concorrência com motor 1.6. O Sport manual, apesar do abismo entre a primeira e a segunda marcha – que obriga a voltar para a primeira em subidas e ao passar por quebra molas –, anda um pouco mais soltinho e sua caixa de cinco marchas tem engates melhores do que nos carros da Fiat, apesar de manter certa resistência para engatar a ré. A redenção vem na versão diesel. Democrático, o Renegade pode usar o motor 2.0 Multijet II turbodiesel, de 170cv e 35,7kgfm, em todas versões: Sport, Longitude e na valente TrailHawk. E em todas elas há câmbio automático de nove marchas e tração 4×4 com reduzida e bloqueio do diferencial.  Nenhum dos concorrentes oferece motor diesel, até porque o último SUV diesel com dimensões parecidas foi o Chevrolet Tracker 2004 (que até hoje é disputado por seus fãs trilheiros).IMG_1608
Pulamos, então, para o Renegade TrailHawk. É a versão que apresenta o melhor do mundo dos utilitários compactos. A relação entre o motor e o condutor parece algo telepático. Com uma infinidade de marchas, o carro responde rápido a qualquer toque no acelerador, mesmo que esteja em sétima marcha trabalhando a 1.500rpm. Aliado às pontualíssimas trocas de marchas, o pequeno utilitário esbanja vigor e ganha velocidade sem qualquer esforço. A tração 4×4 tem sistema Active Drive Low com uma unidade de transferência de força (PTU) totalmente desconectável, enviando força para o eixo traseiro apenas quando tração nas quatro rodas é necessária. O acionamento da reduzida é eletrônico e o sistema é capaz de enviar até 200kgfm de torque para as rodas traseiras, se for preciso, para otimizar a aderência. IMG_1627
O sistema inclui ainda o controle de tração Selec-Terrain, que entrega até cinco modos de operação: Auto (automático), Snow (neve), Sand/Mud (areia/lama) e o Rock (pedra), que é exclusivo para a versão TrailHawk. A versão também tem outras exclusividades, como a suspensão elevada em 2cm – para chegar a 22,3cm de altura livre do solo –, placas inferiores de proteção para motor, câmbio, diferenciais e tanque, e ganchos na frente (2) e atrás (1). No TrailHawk os para-choques são especiais, que ajudam a oferecer ângulos muito favoráveis no fora de estrada: 31,3° de entrada, 22,8° de rampa e 33° de saída, e as rodas aro 17” são calçadas com pneus de uso misto.
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Algo comum a todas as versões do Renegade é a estabilidade. Enquanto boa parte dos utilitários do segmento parecem cadeiras de balanço, o Jeep pernambucano é bastante firme. Em nenhum momento se mostra arisco e as rolagens da carroceria são controladas. Chama muita atenção também o brilhante trabalho de isolamento acústico. De dentro do carro, praticamente não se escuta nada do mundo lá fora, só os motores quando em giro mais elevado. O Jeep Renegade chega às concessionárias em 10 abril e tem três anos de garantia.
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A versão Sport traz de série controle de estabilidade, rodas de 16 polegadas em liga leve, faróis de neblina, freio a disco nas quatro rodas e som com USB e bluetooth. Os preços começam em R$ 69.900 com câmbio manual, passando a R$ 75.900 com o câmbio automático de seis marchas e a R$ 99.900 com o diesel.
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A Longitude adiciona ar condicionado Dual Zone, sistema multimídia com touchscreen, câmera de ré, GPS, bluetooth e comando de voz, partida sem chave e rodas de liga de 17 polegadas. Custa R$ 80.900 com motor 1.8 e câmbio automático, passando a R$ 109.900 na versão diesel. A top de linha Trailhawk, possui suspensão elevada, conta com tela de 7” no sistema multimídia, rodas de 17” com pneus de uso misto e adereços off-road. Custa R$ 116.900.
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Opcionalmente as versões podem contar com Park Assist, sensor de pontos cegos e teto solar elétrico, que pode ser de vidro ou fibra, este segundo removível. A expectativa da Jeep é que as versões com motor diesel respondam por 22% do mix de vendas, contra 78% do motor flex. Entre as versões, a Longitude deverá responder por 50%, seguida pela Sport com 40% e a Trailhawk com os 10% restantes. Uma nova versão de entrada será lançada em 90 dias, com preço  partindo de R$ 66.900, com motor 1.8 e câmbio manual, sem rodas de liga leve ou rádio.
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Para se destacar no segmento dos compactos, não falta nada para o Renegade. A versão 1.8 flex não tem o melhor desempenho do segmento, mas o pacote de equipamentos o torna competitivo. A versão diesel está sozinha no mercado e pode fazer graça com os raros carros da SsangYong e com o Troller T4, enquanto seus concorrentes não se movem.

Galeria
Fotos | Henrique Rodriguez e Michael Figueredo

Ficha Técnica – Jeep Renegade by Henrique Rodriguez

por 27 de março de 2015 Chrysler, Fiat, Jeep, Lançamentos

Chysler congela importações da picape RAM

Picape volta atualizada no segundo semestre

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Quem quiser comprar uma RAM novinha precisará esperar um pouco. A Chrysler paralisou as importações da picape grande temporariamente, mas estima que o modelo estará de volta no segundo semestre com atualizações no visual e na lista de equipamentos. A questão é o preço… ram_2500_laramie_limited_crew_cab_5 A configuração importada era a RAM 2500 Laramie com motor Cummins V8 6.7 Turbodiesel de 310 cavalos e câmbio automático de seis marchas. Lá fora a versão já recebeu nova grade frontal , para choque, faróis com LEDs e novas rodas. O preço de tabela das últimas importadas era R$ 185 mil. Fonte | Autoesporte

por 14 de janeiro de 2015 Chrysler, Dodge, RAM

Chrysler 300 tem visual atualizado para 2015

Visual muda na dianteira e há novos equipamentos de segurança

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Uma das novidades da Chrysler para o Salão de Los Angeles é o Chrysler 300 2015, que estreia visual novamente atualizado. Mudam detalhes, como a grade alargada, novo para-choque com luzes de neblina em LEDs e novos faróis, também com LEDs. O resultado é um 300 com ainda mais cara de “mau”. 1692942513492033673
Por dentro, a Chrysler afirma que o acabamento tem materiais de melhor qualidade e trocou a tela de sete polegadas da central multimídia Uconnect pela de 8,4 polegadas, e ainda há como ligar uma rede WiFi só para o carro.
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Os motores não mudam, permanecendo o 3.6 V6 Pentastar de 292cv e 36kgfm de torque com opção de tração integral, além de uma versão com 300cv e 36,4kgfm de torque para o 300S e um 5.7 V8 de 363cv e 54kgfm para a versão topo de linha, todos com câmbio automático de oito velocidades. 9272283481996972496
Tecnicamente, há outras mudanças como novos eixos de alumínio fundido, sistema de direção elétrica atualizado, novo sistema de controle de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão dianteira, aviso de mudança de faixa e outros sistemas de segurança ativa. 672635097179260550617547819671611577881

por 19 de novembro de 2014 Chrysler, Salão de Los Angeles

Ferrari poder se separar do Grupo FCA

Marca teria parte das ações divididas e ganharia independência do grupo

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As coisas começam a mudar dentro do Grupo FCA, conglomerado formado da fusão entre a Fiat e a Chrysler. A novidade é o anunciou da separação gradual entre a Ferrari e o grupo sob uma oferta pública de 10% da fabricante de esportivos e a distribuição do restante da empresa entre os acionistas da FCA. Esta mudança na empresa a tornaria mais independente em suas operações. enquanto o conglomerado se concentra nas operações das outras marcas. A independência da Ferrari foi aprovada pelo conselho da FCA, mas ainda precisa ser aprovada pelos órgãos competentes. Os ativos serão comercializados nos Estados Unidos e, talvez, na Europa, e as mais de 100 milhões de ações ordinárias poderão render até € 3 bilhões (R$ 9,21 bi) aos cofres da Ferrari.

por 3 de novembro de 2014 Chrysler, Ferrari, Fiat, Mercado

Novo Chrysler Town & Country chega no fim de 2015

Minivan terá versão híbrida do tipo plug-in

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A Chrysler quer ser iniciada no mundo dos híbridos plug-in, e esta tarefa caberá à nova geração da minivan Town & Country. O modelo deveria chegar ao mercado dentro de dois anos, segundo o cronograma da marca mostrado em maio, mas ficará pronto um pouco antes. A inspiração será o 700C, conceito de 2012. Chrysler-700C-Concept-1[5]
Chefão da Fiat Chrysler, Sergio Marchionne teria declarado ao Automotive News durante o Salão de Paris  que a versão plug-in do Town & Country, já com o visual inédito, seria lançado no final de 2015, cerca de um ano mais cedo do que o planejado. A intenção é criar uma demanda no segmento oferecendo um produto sem equivalente na concorrência. Mesmo assim, Marchionne continua cético quanto aos veículos elétricos, principalmente em um veículo familiar, por causa de sua baixa autonomia. Mas o fato de ser híbrida e com a possibilidade de ser carregada numa tomada, a faz a minivan unir o melhor de dois mundos.
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por 14 de outubro de 2014 Chrysler, Segredos

Com mais de 600 cv, novo Challenger SRT Hellcat é apresentado

Challenger SRT “básico” oferece motor HEMI V8 de 492 cv e 65,6 kgfm de torque
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Após anunciarem que se encontram novamente reunificadas dentro do Grupo Chrysler, as marcas Dodge e SRT apresentaram o novo Dodge Challenger SRT 2015 e sua versão apimentada com motor Hellcat, que desenvolve mais de 600 cv. As versões SRT surgem apenas um mês depois da apresentação do novo Dodge Challenger 2015 no Salão de Nova York, com seu motor 392 HEMI® Scat Pack Shaker. 2015-Dodge-Challenger-SRT-7
O Challenger SRT Hellcat é propulsionado pelo novo 6.2 HEMI V8 com compressor volumétrico (supercharger). É o mais potente V8 na história do Grupo Chrysler, com mais de 600 cv (a potência exata e o torque serão divulgados em breve). Ele pode ser acoplado a câmbio manual de seis marchas ou ao novo automático de oito marchas (TorqueFlite). Já o novo Challenger SRT conta com um aprimorado 392 HEMI V8. Sua potência subiu de 477 cv para 492 cv, enquanto o torque máximo foi de 65 kgfm para 65,6 kgfm. Ele apresenta as mesmas opções de transmissão da versão mais nervosa. 2015-Dodge-Challenger-SRT-5
Outras novidades do Dodge Challenger SRT 2015 são o sistema Drive Modes (quatro formas de experiência de condução, uma delas totalmente personalizada pelo motorista); as duas chaves de ignição para liberar ou controlar toda a força do motor Hellcat (a vermelha libera toda a força, a preta a limita) e as rodas de alumínio forjado de aro 20, com pneus 245/45ZR20 na versão SRT e 275/40ZR20 na SRT Hellcat. Esta versão conta ainda com freios dianteiros Brembo de 390 mm – os maiores já usados em um modelo SRT -, dotados de pinças de seis pistões. 2015-Dodge-Challenger-SRT-10
O capô do novo Dodge Challenger SRT Hellcat inclui a inconfundível tomada de ar central, ladeada por dois extratores de ar para assegurar melhor dissipação do calor e redução da turbulência do ar no compartimento do motor. Eles podem ser da cor da carroceria ou pintados de preto. Ambas as versões do Challenger SRT apresentam capô de alumínio, para reduzir o peso, além de diferenças externas como um volumoso spoiler sob o para-choque dianteiro e aerofólio traseiro mais elevado. 2015-Dodge-Challenger-SRT-13
Por dentro, o cockpit totalmente novo, voltado para o motorista, foi projetado para os reais entusiastas de cupês de alta performance. Ele traz materiais de alta qualidade e uma infinidade de recursos no console, no quadro de instrumentos de 7 polegadas (repleto de informações dignas de um carro de competição) e na tela central Uconnect de 8.4 polegadas. 2015-Dodge-Challenger-SRT-14

por 21 de maio de 2014 Chrysler, Dodge, Lançamentos, SRT

FCA revela os planos para suas marcas em todo mundo

Fiat, Jeep, Chrysler, RAM, Alfa Romeo, Dodge, Ferrari e Maserati já tem futuro traçado

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Mãe Dináh nos deixou durante o último final de semana, mas ao menos não precisaríamos de seus poderes de vidência para saber quais são os próximos passos da FCA, empresa que surge da fusão entre o Grupo Fiat e o Grupo Chrysler. Sergio Marchionne, CEO da FCA, apresentou hoje me Detroit os rumos das marcas que estão sob sua tutela, e o Brasil teve destaque. O objetivo principal da marca é fechar 2018 com 1,9 milhão de carros vendidos em todo o mundo, ante os 1,3 milhão atual. Para tal, suas vendas anuais na China terão de passar dos atuais 70.000 para 300.000. Na América Latina, terá de passar de 700.000 para 800.000 e na América do Norte espera conseguir dobrar as vendas atuais, chegando a 100.000 carros. Por fim, Europa, Oriente Médio e África terão de somar 700.000 carros.

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Fiat_Brand-49 A Fiat não mudará muito seus rumos, mas tem lançamentos importantes previstos para os próximos quatro anos. O cronograma acima elucida os planos para o Brasil logo no topo. Para este ano teremos apenas o facelift do Uno, muito em breve. Para 2015 estão previstos o novo subcompacto da Fiat que será seu novo carro de entrada e sua nova picape, sendo que o SUV derivado de sua plataforma (não é o 500X) só começa a ser vendido no ano seguinte. Ambos serão fabricados em Pernambuco. Ainda em 2016 surge o substituto do Punto e a reestilização de meia-vida do Grand Siena. O Palio será reestilizado em 2017 e em 2018 surge o “New Siena” que, provavelmente, é o substituto do Siena EL.
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Importante observar que a Fiat matou o Bravo a nível global. Ele ainda ganhará um facelift, mas não terá sucessor antes de 2018. O Ottimo, versão hatch do Fiat Viaggio, seria um sucessor, mas só está nos planos da Ásia. Os europeus é que receberão uma família de compactos com sedã, hatch e perua, que juntos ocuparão o posto do Bravo, além de um hatch maior que substituirá o Punto. Para eles, no entanto, a novidade mais aguardada agora será o 500X.

Jeep

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O terceiro carro que será produzido em Pernambuco será o Jeep Renegade, que é peça chave para o crescimento da participação da marca no País. Com produção local ela deixa de ser uma marca de nicho, que apenas importa, para ser fabricante, com um produto que pode alcançar um boas vendas. A nível global ela terá quatro lançamentos até 2018: um SUV que substituirá Compass e Patriot em 2016, nova geração do Wrangler e nova geração do Grand Cherokee em 2017 e o novo Jeep Wagoneer em 2018.

Dodge

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A Dodge ainda está distante dos nossos desejos. Ela absorve a SRT novamente trazendo o Viper para si, e este tem reestilização de meia vida programada para 2015. Os Charger e Challenger reestilizados já foram apresentados, mas estes já tem nova geração prevista para 2018. Dart e Journey ganham nova geração em 2016 e o logo ganham uma versão SRT. O lançamento de um compacto está na programação de 2018.

Chrysler

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Além de ter de nos apresentar a reestilização do 300C ainda este ano, a Chrysler tem em seus planos o lançamento de um sedã compacto em 2016, mesmo ano em que lança nova geração do Town & Country, com direito a versão elétrica. Em 2017 ela reestiliza o 200 e lança um crossover grande inédito também com versão elétrica. Um crossover médio e a nova geração do 300C serão lançados em 2018.

Alfa Romeo

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A Alfa Romeo tem a planilha mais discreta, mas responsabilidade grande. 5 bilhões de euros serão investidos para o lançamento de sete novos modelos, que deverão ser responsáveis por fazer a marca passar dos atuais 74.000 carros por ano para 400.000 carros. O próximo lançamento será um sedã médio no final de 2015. Para os dois anos seguintes não há distinção de tempo para o lançamento do novo Giulietta, nem de seu novo sedã grande, nem para seus SUV e tampouco para o esportivo que está nos planos. Na lista, não há substituto para o subcompacto MiTo nem para o 4C.

Ferrari e Maserati

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A FCA foi bastante contida ao falar de suas marcas de esportivos. Sobre a Ferrari, disse apenas que lançará um novo modelo por ano até 2018 e que o ciclo de vida de seus carros e reestilizações será de quatro anos. O lançamento de versões especiais também está nos planos, mas ainda assim querem manter a produção máxima de 7 mil carros por ano para aumentar a exclusividade – e aumentar os lucros.
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Na Maserati as coisas são mais claras. O SUV Levante será lançado no ano que vem e em 2016 surge o Alfieri, esportivo menor que o GranTurismo, que por sua vez surge logo depois em nova geração.

por 7 de maio de 2014 Alfa Romeo, Chrysler, Dodge, Ferrari, Fiat, Jeep, Maserati, RAM

Chrysler paralisará produção do Viper por mais de dois meses

Esportivo lida com vendas em baixa e grandes estoques

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Outrora com fila de espera, hoje o SRT Viper amarga vendas em baixa e para lidar com o estoque – que para a demanda atual duraria 412 dias – a Chrysler optou por paralisar a produção do esportivo por mais de dois meses, entre 14 de abril e 23 de junho. Com isso, 91 colaboradores temporários serão dispensados. srt_viper_24
Um dos primeiros passos da Fiat ao assumir a Chrysler foi decretar o fim do antigo Viper. Ela depois trabalhou no carro e o relançou no início de 2012. No início houve fila de espera, mas a procura pelo Viper caiu progressivamente até que sua produção foi reduzida em um terço, no final de 2013. Como na América do Norte a demanda por esportivos é maior na primavera, espera que a chegada da próxima estação alavanque novamente a venda do Viper, que custa entre US$ 102.500 (cerca de R$ 240 mil pelo câmbio atual) e US$ 125 mil (R$ 293.300). Nos dois primeiros meses deste ano foram vendidas apenas 91 unidades. O SRT Viper conta com um motor V10 de 8,4 litros com 640cv e 82 kgfm de torque máximo, capaz de levá-lo aos 100 km/h em apenas 3,3 segundos, ao passo que a velocidade máxima anunciada é de 330 km/h.

por 20 de março de 2014 Chrysler, Mercado, SRT