GM

Chevrolet desiste de lançar o Malibu no Brasil e adia planos para trazer a Cadillac

IPI e dólar atrapalharam os planos da General Motors

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Cotação do dólar e IPI majorado para importados fizeram a Chevrolet rever seus planos de trazer ao Brasil carros fabricados nos Estados Unidos. Entre eles estão a nova geração do Chevrolet Malibu e modelos da Cadillac, marca de luxo da General Motors que tentaria competir com a Lexus, da Toyota. Novo-GM-Malibu-2014 (4)
Se a geração anterior do Malibu, vendida no Brasil por menos de dois anos, não conseguia ter preço competitivo diante do Ford Fusion – importado do México sem ter que pagar 35% de impostos de importação –, que dirá agora sendo taxado com 35% de imposto de importação mais IPI 30 pontos percentuais maior que o de um carro nacional. O preço chegaria a R$ 150 mil, aponta o Jornal do Carro, sendo que o Fusion mais em conta custa R$ 96.900. O preço parece exagerado, pois, nas mesmas condições a Nissan traz o Altima (2.5) por R$ 108 mil, a Honda vende o Accord por R$ 119.900 (2.4) e a Toyota vende o Camry (3.5) por R$ 150.600. Todos eles são concorrentes do Malibu nos EUA, mas, de fato, só o Fusion vende bem no Brasil. Aliás, nem nos Estados Unidos o Malibu vende bem. No ano passado a Chevrolet chegou a importar um lote de 170 unidades do Malibu, e logo em seguida ele foi reestilizado nos Estados Unidos. Estes carros foram vendidos a concessionários da marca sob condições especiais e a alguns poucos clientes.

Cadillac

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A Cadillac já teve seus carros vendidos por aqui logo quando a importação de automóveis foi reaberta, mas logo foi embora. A GM voltou a estudar o relançamento de sua marca de luxo por aqui de olho no aumento das vendas no segmento premium, mas teve que congelar seus planos também devido à alta do dólar e ao IPI. Desta forma, o Chevrolet Camaro – fabricado no Canadá – deve continuar como o único carro importado mesmo sob condições pouco favoráveis. Ele ainda consegue ser rentável por não ter concorrentes diretos por aqui. Fonte |  Jornal do Carro

por 23 de maio de 2014 Brasil, Chevrolet, GM, Segredos

Após 20 anos de sua chegada, legado deixado pelo Corsa ainda é trunfo

Modelo teve história interrompida no país por erro tático e crise financeira

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Revolucionário. Assim pode ser descrito o Corsa, em março de 1994, quando chegou ao Brasil. Com o símbolo da Chevrolet, a segunda geração do menor modelo da Opel – Vauxhall no Reino Unido – chegou ao nosso país para aposentar o Chevette Júnior e, de quebra, modernizar o mercado de entrada, dominado por Uno Mille, Gol 1000 e Escort Hobby. Frente a concorrência, que já estava no mercado sem grandes modificações desde a década de 1980, o desenho arredondado inovou, mas a criatividade do brasileiro não pouparia o compacto de receber o apelido de “Kinder Ovo”, chocolate em forma oval que naquela época não era objeto de ostentação.

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Em abril de 1994 a revista Quatro Rodas colocava o Corsa de frente com seus concorrentes

Com a chegada da versão Wind, o modelo trazia acabamento superior aos concorrentes, painel de instrumentos moderno, bancos mais confortáveis – além do encosto de cabeça vazado, uma marca do modelo; e desenho quebrando os padrões da época, o que agradou ao público e o tornou um sucesso de vendas logo no início. Se no exterior o Corsa era simples com os para-choques pretos e as rodas de aço com calotinhas tampando a parte central, em que os parafusos estão localizados, ao rodar ele era mais confortável que os concorrentes. E mais moderno também, já que debaixo do capô o modelo trazia novidades: era o primeiro popular com injeção eletrônica. O câmbio de cinco marchas tinha a quinta mais longa para interferir a favor do consumo, que alcançava até os 18 km/l em uso rodoviário. Se por um lado a autonomia era favorecida, a potência deixava a desejar. O bloco 1.0 gerava apenas 50 cavalos e 7,7 kgfm e era deixado para trás pelo modelo da Fiat.

Boas vendas e a família aumentava

Os números do Corsa surpreenderam à própria General Motors do Brasil. “A procura pelo Corsa superou as nossas expectativas. É, sem dúvida, um carro de primeiro mundo”, disse André Beer, vice-presidente da Chevrolet do Brasil, na época, em propaganda. O executivo da marca ainda disse que a produção seria aumentada e sugeria que o consumidor esperasse o aumento da produção, ao invés de pagar ágio para adquirir um. Pouco depois do lançamento, o Corsa ganhava a versão GL, com motor 1.4 de 60 cv e 11,1 kgfm de torque, que dava melhor desempenho e mais luxo ao modelo da Chevrolet: agora era possível ter no veículo um ar-condicionado, vidros e travas elétricos . Mas, em uma era de esportivos, como o Gol GTI e o Uno Turbo, o Corsa também daria sua resposta. A versão GSI, que já tinha a sigla como um símbolo de esportividade no Brasil com o Kadett (que teve até variação conversível) e com o Vectra, dessa vez vinha ao pequeno.

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Versão esportiva trazia propulsor moderno e de bom desempenho (Fotos: Página
Autoretrô)

Do lado de fora, os para-choques mais robustos e na cor da carroceria, os faróis de neblina, as saias laterais, as rodas de liga leve de 14 polegadas e três raios e o aerofólio chamavam atenção. Para um comportamento dinâmico mais esportivo, os amortecedores eram pressurizados e a suspensão redimensionada. Mas a principal atração do Corsa estava debaixo do capô. Um bloco 1.6 16v Ecotec de 108 cv, de alta tecnologia, produzido na Hungria, trazia injeção multiponto sequencial e válvula de recirculação dos gases de escapamento ou Exhaust Gases Recirculation (EGR), que colaborava para que o propulsor atendesse a exigentes normas europeias de emissão de gases. Para chegar aos 100 km/h, partindo da imobilidade, eram necessários 9,2 segundos. A velocidade máxima era estimada em 192 km/h.

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Utilitário fazia parte da linha 96 da Chevrolet

Em 1995, a família aumentava. Se o modelo substituía o antigo Chevette Junior, a pick-up Chevy 500, da mesma linha do antigo Chevrolet, também dava adeus, a uma versão pick-up do compacto. Com entre-eixo 37 mm maior que o hatch a suspensão traseira com eixo rígido surpreendia nas curvas. O responsável por locomover o veículo era um bloco 1.6 de 79 cavalos.

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Versão quatro portas trazia design próprio na traseira e porta-malas maior

Alguns meses após a chegada do utilitário vinha a versão de cinco portas que, depois da porta dianteira, tinha personalidade própria em relação ao duas portas. Após as portas traseiras, uma ampla janela espia. Peculiar também era o espaço no porta-malas do modelo cinco portas: 280 litros, 20 a mais do que no três portas. Passado pouco mais de um ano do lançamento, o sucesso do nome Corsa já se tornava evidente no mercado brasileiro. Em novembro de 1995, era lançado o três volumes da linha, com desenho nacional. O Corsa Sedan, que tinha as versões GL e GLS, era movido por um bloco 1.6 com injeção multiponto (Multi Point Fuel Inject, ou MPFI) e bom torque em baixas rotações: 13 kgfm a 2.800 rotações por minuto e 92 cavalos; que o tornava um carro agradável no anda e para das cidades.

Revisões nos motores: multiválvulas

Em seguida, o motor 1.0 seria revisto e ganharia a injeção multiponto. A potência subia dos 50 cv para 60 cv e não era por acaso: a Fiat havia lançado o Palio, que na sua versão “mil” tinha 61 cavalos, e era o mais potente do mercado. O Gol já havia sido renovado e estava na geração “bolinha” e a Ford trazia o Fiesta nacional. Logo depois, o motor 1.4 era aposentado e o 1.6 do sedan passava a ser adotado na versão GL do hatch.

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A chegada da perua completou a família e, de quebra, trouxe motor 1.6 16v, dividido com o sedan

Em 1997, chegava a última integrante da família: a perua. Intitulada Corsa Wagon, passava a oferecer na versão GLS, topo de linha, um motor 1.6 16v de 102 cavalos, que seria dividido com a mesma versão do três volumes, que por sua vez oferecia até câmbio automático de quatro velocidades – o automático mais barato da época. Dois anos mais tarde, o motor 1.0 também passaria a ter as 16 válvulas na versão Super: eram 68 cv e 9,2 kgfm de torque. Este bloco seria descontinuado mais tarde, em 2002.

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Os retoques no desenho deram nova vida ao Corsa

No mesmo ano, era apresentada a linha 2000, com uma remodelação nos para-choques, faróis e lanternas. No interior, novos bancos (incluindo o revestimento) e grafia no painel. Em 1999, o Corsa fechou o ano como o carro mais vendido do mundo. Para quem está acostumado a associar lançamentos de carros a datas e acontecimentos relevantes, no ano do penta da seleção brasileira chegava ao país uma nova geração do Chevrolet. A terceira geração (ou apenas Corsa “C”) chegou em 2002 e passou para o Celta – modelo mais espartano lançado um ano antes – o papel de carro de entrada da marca.

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                                Chevrolet Corsa 1.8 Flexpower Sed‹ 2006. (Brasil) X06CH_CS005BR 
Em 2002, o Corsa deixava o papel de carro de entrada para o Celta  e, mais uma vez, mudava significativamente o mercado

Com linhas mais jovens, o Corsa era reinventado. Era tudo novo. Entre as novidades estava o nome da nova pick-up: Montana, um sucesso de vendas enquanto derivada do Corsa (e um tanto desastrada quando passou a ser membro da família Agile). Mesmo a Wagon não acompanhando a nova geração, seu lugar na família não ficaria vago. Entrava em cena um novo integrante na família: o monovolume Meriva que teve produção encerrada no país no mesmo ano do Corsa.

A versão esportiva SS trazia apenas de esportivo apenas os adereços estéticos

Enquanto a matriz, nos EUA, passava por grave crise financeira, a Chevrolet precisava renovar seu portfólio no Brasil. E assim a história do compacto alemão no país durou até 2012, quando foi descontinuado em terras brasileiras para a entrada do Onix.

Resquícios em linha

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Vestido de Sail, Corsa continua fabricado no Brasil apenas com o nome Classic

Rebatizado de Classic, o Corsa Sedan, que já havia sido chamado de Corsa Classic, continua em linha após duas remodelações, hoje com a dianteira do antigo Sail. Mesmo após a entrada da lei que obriga o airbag e o ABS, o modelo continuou em linha. Como o modelo teve estes itens como opcionais no passado, não foi difícil colocá-los de volta.

Os hermanos tiveram a perua com frente do atual Classic. Aqui, ela encerrou a carreira mais cedo

Na Argentina, a versão Wagon foi fabricada até 2012, com a dianteira do Classic em linha atualmente no Brasil e que chega ao país vindo de Rosário, na terra do tango. Na Europa, o Corsa continua em linha. Aqui, ele continua presente mesmo que de forma muito discreta: o sedã Cobalt, posicionado entre Prisma e Sonic, o Onix e a minivan Spin utilizam a plataforma da quarta geração (Corsa “D”) do modelo que não pisou oficialmente em solo tupiniquim.

por 12 de maio de 2014 Brasil, Chevrolet, GM, Mercado

General Motors apresenta novos motores Ecotec

Mais eficientes, rendem de 75 a 165 cavalos de potência

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A General Motors acaba de anunciar nova geração para seus motores Ecotec, produzidos com arquitetura modular e que prometem mais refinamento, durabilidade e, principalmente, maior eficiência no consumo de combustível. No total são 11 motores, com deslocamento entre 1.0 e 1.5 Litros, e podem receber variações adaptadas a conjuntos híbridos, combustíveis alternativos e com turbocompressores. 1624435880323344525A GM não detalhou motor por motor, mas anunciou que a potência deles varia entre 75 e 165 cavalos. O menor deles, o 1.0 de três cilindros, já é o usado pelo Opel Adam e o 1.4 Turbo de 148 cavalos e 24 kgfm de torque equipará a nova geração do Chevrolet Cruze, que será apresentada no segundo semestre, assim como o 1.5 aspirado de 113 cv, apenas para a versão chinesa do modelo. Os motores serão fabricados em cinco plantas diferentes, localizadas na China , Hungria , México, Coréia do Sul e Estados Unidos, e a GM espera produzir mais de 2,5 milhões por ano até 2017. Eles acabarão sendo utilizados em 27 modelos diferentes até 2017.

por 20 de março de 2014 GM, Motores, Tecnologia

GM convoca 1,6 milhão de unidades para recall atrasado há mais de 10 anos

Falha no sistema de ignição faz motor parar e desativa airbags

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Sob acusações de negligência por ter demorado mais de 10 anos para convocar recall, a General Motors terá de se apresentar até o próximo dia 25 de março diante do Congresso norte-americano. Falha no sistema de ignição de modelos como Cobalt (o americano), Pontiac G5, Saturn Ion e outros comercializados nos EUA e no Canadá teria sido responsável por 303 mortes desde 2001. O recall só foi anunciado este ano. A falha no sistema de ignição pode causar o desligamento repentino do motor e inatividade dos airbags em casos de colisão, agravando o acidente. O recall foi convocado em 14 de fevereiro deste ano, 13 anos depois do primeiro caso. Na época da convocação, a companhia contabilizou 12 mortes ocasionadas pela falha, mas a Friedman Research Corporation, seguradora americana, fez um levantamento com estatísticas dos acidentes envolvendo os modelos do recall desde 2003 e chegou ao número de 303 mortes. A companhia pode ser alvo de processo por parte das famílias vítimas de acidentes causados pelo defeito da ignição. Só o custo do recall pode chegar a US$ 300 milhões (cerca de R$ 670 milhões).

por 18 de março de 2014 Chevrolet, GM

GMC Canyon 2015: S10 em sua melhor forma

Apesar de ser mais luxuosa, picape usa a mesma plataforma da S10

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A principal atração da GMC no Salão de Detroit é a nova geração do GMC Canyon que, embora não seja tão evidente, é baseada no mesmo projeto da Chervrolet S10. Apesar de tudo, a picape se destaca pelo design inspirado na irmã maior Sierra, com grade proeminente e bastante ousada e caixas de roda maiores. O grande para-choque frontal também contribui para passar a impressão de que esta picape é maior do que realmente é. 1909621191499659912
Um pouco mais luxuosa, a Canyon ainda conta com faróis com LEDs diurnos, e lanternas com LEDs. Ainda estará disponível a versão All-Terrain, com grade exclusiva, suspensão ajustada para o uso off-road, e rodas aro 17” calçadas com pneus de uso misto.
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O interior é praticamente o mesmo da Chevrolet Colorado vendida nos Estados Unidos, tendo melhor acabamento e mais equipamentos. Há uma tela de 4,2” no quadro de instrumentos onde são exibidas informações do veículo, além de contar com sistema de info entretenimento com direito a hotspot wi-fi.
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A GMC Canyon estará disponível em versões com cabine estendida, dupla e dupla com a caçamba da cabine estendida (1,82 m contra 1,5 m). Os motores são os mesmos da Colorado, partindo de um 2.5 a gasolina que gera 192 cavalos, passando pelo 3.6 V6 com 302 cavalos e terminando pelo 2.8 Turbodiesel Duramax com 200 cavalos.

por 13 de janeiro de 2014 GM, GMC, Salão de Detroit

GM vende todas as ações da Peugeot, mas mantém acordo de desenvolvimento

Empresas terão modelos compartilhados a partir de 2016

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Dias depois de anunciar a saída da Chevrolet do continente europeui, a General Motors (GM) anunciou que venderá todas as ações que tem do grupo francês PSA Peugeot Citroen, que representa dos 7% ativos da empresa. Apesar disso, elas mantém aliança que está focada no desenvolvimento em comum de veículos, compras, logística e compartilhamento das capacidades de produção. Os 7% da PSA valem cerca de 24,8 milhões em ações, e foram repassados a “investidores institucionais", indica a GM em comunicado. A General Motors tinha adquirido esta parte ao estabelecer uma aliança estratégica com o grupo francês em março de 2012. "O nosso investimento destinava-se a apoiar a PSA nos esforços para reforçar o capital no momento da criação de uma aliança e este apoio já não é necessário", disse o vice-presidente da GM, Steve Girsky. "A nossa aliança continua sólida e focada em programas conjuntos de desenvolvimento de veículos, compras e logística", acrescentou. O grupo PSA Peugeot Citroën, que confirmou estar a negociando parceria com a chinesa Dongfeng, já tinha anunciado antes que a aliança com a GM seria revista. A parceria entre as duas fabricantes envolve o desenvolvimento de um monovolume compacto e um CUV médio. Os dois parceiros também vão colaborar no desenvolvimento de um novo modelo de veículo utilitário leve compacto baseado numa plataforma de última geração da PSA. Os primeiros veículos resultantes da Aliança devem ser comercializados a partir de 2016.

por 16 de dezembro de 2013 GM, Mercado, PSA

GM registra patente de transmissão de dupla embreagem para o Corvette

Câmbio de sete velocidades poderá equipar outros GM

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No mundo dos esportivos e superesportivos atuais um câmbio de dupla embreagem soa quase que obrigatório. E um dos que fugia a essa regra era o Corvette, que mesmo no recente Stingray apresentava a opção de um automático de seis marchas ou um manual de sete marchas, mas nada do automatizado de dupla embreagem. Entretanto, isso pode estar ficando no passado…
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Há poucos dias, no CorvetteForum.com, uma notícia apresentou a patente da nova transmissão do esportivo americano. Ainda há a informação de que a transmissão deve equipar todos os modelos da linha Corvette, e não somente os mais potentes. E, tal qual outros concorrentes do esportivo americano, serão sete marchas, mesmo número da versão manual. Ainda que não tenha sido divulgado oficialmente, há possibilidades de esse câmbio de dupla embreagem ser oferecido em outros carros de sangue quente do portfólio da GM, como o Camaro ou as versões mais nervosas dos Cadillac, como um futuro CTS-V. Junto disso, a Chevrolet também disse que um novo câmbio automático de oito velocidades está sendo criado para outros modelos da linha, sendo que este é um automático convencional.

por 2 de outubro de 2013 GM, Segredos, Tecnologia

Próxima Zafira pode ser fabricada pela PSA

Aliança entre GM e PSA estabelece compartilhamento de projetos

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Numa forma de estreitar a aliança entre a General Motors e a PSA Peugeot-Citroën, a próxima geração do Opel Zafira poderá ser produzida na fábrica da PSA em Sochaux, na França, aponta o jornal Les Echos. Hoje a minivan é poduzida em duas fábricas na Alemanha. Em contrapartida, a próxima geração do Citroën C3 Picasso deixaria de ser fabricada na Eslováquia para ser fabricada na unidade da Opel em Zaragoza, na Espanha, junto com Meriva e Corsa. Opel Corsa 2011
General Motors e PSA firmaram uma aliança que envolve o desenvolvimento de modelos compartilhando suas plataformas, o que deve acontecer com estes modelos que serão remanejados. O mais curioso é que a PSA não pode usar plataformas de carros médios da GM por esta estar ligada à chinesa SAIC, maior concorrente da PSA na China. A PSA também não conseguiria usar as transmissões de dupla embreagem da GM em seus modelos. A próxima empreitada das duas empresas será com sedãs médio-grandes. O novo Opel Insignia será baseado na plataforma modular da PSA, a EMP2, assim como o novo Citroën C5. Os dois serão fabricados em Rennes, na França.

por 30 de setembro de 2013 GM, Opel, PSA, Segredos

GM revela imagens das novas gerações de Tahoe, Suburban e Yukon Denali e XL

Utilitários de grande porte estão mais modernos e luxuosos

 

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Em meio ao furor do Salão de Frankfurt, a GM divulgou as primeiras imagens oficiais de seus novos utilitários de grande porte. Com alterações visuais leves no exterior, que modernizam o design e mantém sua identidade, os utilitários possuem maior qualidade no interior e novidades na gama de motores.

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Sob o logo Chevrolet, temos os novos Tahoe e Suburban, com frente semelhante à da nova Silverado e o estilo “quadradão” da atual geração. Os GMC Yukon Denali e Yukon XL possuem apelo luxuoso, com destaque para o interior mais sofisticado e ampla grande cromada. A diferença entre os modelos de mesmo logotipo está no tamanho de elementos como o entreeixos, capacidade de carga e do tanque de combustível.

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Os brutamontes americanos estão mais modernos, contando com equipamentos como alerta de mudança involuntária de faixa, frenagem automático ao detectar risco de colisão, radar que monitora o que acontece ao redor do veículo, airbag central, entre os bancos, algo inédito, um sistema que alerta o motorista em caso de risco de acidente com vibrações no banco, entre outros. A qualidade dos matérias de acabamento e da montagem é maior, principalmente nos modelos GMC.

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Apenas dois motores serão oferecidos, sempre V8, um novo Ecotec 3 de 5.8 litros, 355 cv de potência e 52,9 kgfm de torque e o 6.2 de 420 cv e 62,22 kgfm. A transmissão é sempre automática de seis velocidades. Todos os motores possuem injeção direta e podem desligar alguns cilindros, tecnologias que buscam reduzir a sede destes SUV.

por 16 de setembro de 2013 Chevrolet, GM, GMC

GM poderá assumir o Grupo PSA (Peugeot-Citroën)

Situação financeira do grupo é gravíssima, diz Reuters

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Cinco anos atrás, o mundo assistia atônito à possibilidade da General Motors falir em meio à Crise de 2008. Tamanho despreparo ocasionou até mesmo um questionável intervencionismo por parte do governo estadunidense. Marcas como Pontiac e Hummer, pertencentes ao grupo norte-americano, deixaram de existir. Agora, a situação pouco lembra o caos que vivia a economia americana e a GM em 2008. Segundo um relatório realizado pela Reuters, a GM está a assumir o controle do grupo PSA (Peugeot-Citroën). O relatório afirma que a GM, que hoje detém 7% do Grupo PSA, só irá investir dinheiro no grupo se a situação financeira se estabilizar. Para tal, os estadunidenses optaram por assumir o controle do grupo. Isso garantiria à GM mais segurança ao investir e daria ao grupo o poder de adotar medidas lamentáveis como o fechamento de fábricas na França e Alemanha, algo já previsto pela Reuters. Com capital estrangeiro em jogo, os governos locais não teriam tamanha influência na tentativa de evitar mais contrastes sociais na Europa em crise. A medida também auxiliaria numa espécie de know-how com a Opel. Rumores apontam que o presidente da França, François Hollande, consentiu com o negócio pois acredita que a única forma de salvar as duas marcas seria uni-las a um sócio maior. Hoje, o Grupo PSA oferece 77 mil empregos diretos e atua industrialmente em numerosos países. A parceria com a GM já previa compartilhamento de motores e plataformas, mas, com a GM como futura sócia majoritária, podemos ver novos caminhos para a PSA, como sua introdução no mercado norte-americano. Em sumo, é um toma lá dá cá: em 2008, foi a italiana Fiat que levou a ajuda europeia aos EUA, adquirindo mais da metade as ações do Grupo Chrysler. Hoje, são os americanos que acodem o Velho Continente. Quase um Plano Marshall.

por 28 de junho de 2013 GM, PSA