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JAC T5: SUV compacto da JAC tem nome confirmado

Com motor 1.5 flex, modelo será uma das novidades do Salão de São Paulo

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O JAC S3 era tratado como T4 no Brasil desde que foi apresentado na China, já prevendo que poderia haver conflitos com a Audi caso o nome fosse mantido. Mas a fabricante chinesa resolveu de manifestar e oficializou o nome de seu SUV compacto para o Brasil: JAC T5.
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De olho no segmento onde disputam Ford EcoSport e Renault Duster, o T5 apostará nas boas dimensões. São 4,35m de comprimento e 2,56m de entre-eixos. O motor será o 1.5 16V VVT JetFlex, já usado pelo J3 S, que gera 125/127cv de potência, mais do que as versões 1.6 dos concorrentes, e ainda haverá opção de câmbio automático. Para encarar os modelos maiores a JAC terá o T6.
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O T5 compõe a lista de novidades da JAC Motors para o Salão do Automóvel de São Paulo, junto com o T6, o J5 reestilizado e os motores flex para J2 e J6.
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por 21 de outubro de 2014 Jac, Salão de São Paulo, Segredos

JAC terá cinco novidades no Salão de São Paulo

SUVs T4 e T6 serão as principais novidades da marca no evento

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Prestes a se apresentar em mais um Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece entre 30 de outubro e 9 de novembro, a JAC Motors prepara cinco novidades para o evento. Entre os modelos, estão os crossovers T4 e T6 além do facelift do J5, e motorização flex para J2 e J6.

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Em abril, durante o Salão de Pequim, a montadora chinesa confirmou que vai fazer a exibição oficial do T4 durante o principal evento do setor no Brasil. O modelo, vendido na China como S3, está previsto para chegar ao mercado brasileiro em 2015 e será o primeiro da marca equipado com câmbio CVT. O modelo será equipado com um propulsor 1.5 16v bicombustível. Também haverá uma configuração do carro com transmissão manual de seis velocidades.
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Já o Sport Utility Vehicle (SUV) T6, fará sua aparição durante o Salão de São Paulo e terá vendas iniciadas ainda em novembro. Seus preços ainda não foram oficializados pela marca, mas estima-se algo por volta de R$ 75 mil. Com motor 2.0 16V flex de 160 cv e o câmbio manual de cinco velocidades, o modelo é um trunfo da chinesa para peitar modelos como Chevrolet Tracker, Ford EcoSport e Renault Duster. Além desses modelos, a JAC promete mostrar para o público o novo visual do J5, que ganhou facelift e manteve o conjunto mecânico atual: um bloco 1.5 de 125 cv acoplado a um câmbio manual de cinco velocidades de atualmente. Se o sedã ganha apenas um facelift, J2 e J6 mudam na parte mecânica: hatch e minivan ganham o novo motor bicombustível da marca. Os três carros também devem chegar às lojas da JAC ainda este ano.
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por 10 de outubro de 2014 Jac, Salão de São Paulo, Segredos

JAC J3 Turin S – Pronto para alçar novos voos

Num segmento disputado, sedã chinês aposta no motor potente

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Apesar das vendas de seus carros terem diminuído nos últimos tempos, a JAC ainda busca uma forma para se destacar no mercado. Entre os compactos, não bastou a renovação visual do J3 com seu motor 1,34 litro. O 1.5 do médio J5 voltou a ter sua presença requisitada com o relançamento do J3S, que surgiu em 2012 no hatch, e volta agora até com opção sedã, como a avaliada. CxeKr3d - Imgur(1)
Legal é que não há um outro sedã compacto com pegada esportiva no mercado. Já adianto que o motor é o ponto alto do carro. Desenvolvido pela empresa austríaca AVL, ele tem taxa de compressão conservadora, voltada para o uso com gasolina (10,5:1), mas também bebe álcool – ao contrário da versão usada pelo J5 – graças ao sistema apelidado de “JET-Flex”. De jato ele não tem nada mais do que o provocado pelos injetores dentro dos quatro cilindros. Pelo menos as quatro válvulas de cada cilindro funcionam graças ao duplo comando com variador de fase na admissão, cuja existência é mostrada pelos emblemas pela carroceria e tampa do propulsor com a sigla “VVT”.
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Os números resultantes da combustão controlada dão 127/125cv a 6.000rpm – o que lhe dá a alta potência específica de 84,7 cv por litro quando abastecido com o combustível vegetal – e torque de 154/152Nm a 4.000rpm, com satisfatória entrega em baixa rotação, novamente devido ao variador de fase. Com tais características (boa entrega de torque a baixas rotações, potência máxima em altas), o propulsor se mostra elástico e responde em todas as gamas de rotações, apesar de vibrar e soar excessivamente em rotações mais elevadas. Estas características podem ser fruto, talvez, de sua construção subquadrada, com diâmetro de 75mm menor que o deslocamento, de 84,8mm, perfazendo 1499cm³ finais.
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Tudo bem, ele é um avião sim. Dos que decolam em acelerações fortes, a ponto de incitar o piloto para momentos de diversão, retomando em subidas e ultrapassagens com fôlego quase inigualável no segmento. O resultado de tamanha pujança se revela na velocidade máxima de 196km/h e na aceleração 0-100 km/h em 9,9 segundos, de acordo com dados do fabricante. Definitivamente, aprovado até aí. A despeito de tamanho desempenho, o consumo não se mostra elevado. Usando exclusivamente álcool, e mesclando uso urbano em horário de pico com trechos de serra em ritmos elevados, a média geral foi de 9,8 km/l, podendo ser considerado econômico frente a seus rivais de categoria. Entretanto, esses números foram obtidos com o renomado trio papel-caneta-calculadora, pois o modelo não possui computador de bordo. Não bastasse a falta de todos os equipamentos de aviônica.
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Ao volante, a posição de condução é boa. O volante revestido em couro com bom acabamento tem tamanho correto, com boa pega e posicionamento frente ao motorista, oferecendo também regulagem de altura. Os bancos, embora bem acabados, possuem formato pouco anatômico próximo ao ombro, levando o motorista a se encurvar um pouco pelo seu formato. Também não tem um dos melhores apoios laterais, mesmo com excelente densidade da espuma que evita a fadiga após horas de viagem. A visibilidade geral é boa, auxiliado pelos retrovisores com dimensão correta e bem posicionados. Os engates da transmissão são leves, embora longos. Motoristas pequenos como eu sofrem para engatar a 5ª marcha, descolando as costas do banco para concluir a missão, como um piloto movimentando o manche de seu avião para a frente. Talvez com a realocação da manopla algum centímetros para trás resolvesse por completo esta situação. Mas as relações estão bem escalonadas e condizentes com a característica “giradora” do motor, ainda que não justifique que em 5ª marcha a 120km/h o giro seja de 4.000rpm. Isso é mais alto que o desejável, além do pequeno desconforto acústico registrado na situação. Por outro lado, o motor permanece acordado durante velocidades de cruzeiro mais altas. CRL_6700
Também se destaca o painel pobre, com iluminação cansativa na cor vermelha e com grafismo feio – embora melhor que o da geração anterior que beirava o deplorável, a despeito da boa leitura proporcionada pelo mesmo. Por fim, o sistema de áudio, de série e integrado ao painel, é um dos piores já experimentados, com uma inútil entrada por micro-USB que se recusava a ler as mais variadas mídias, sem dar chance para experimentar o bom controle no volante. Sendo assim, viajei 260km de estradas interioranas de Minas Gerais ouvindo… moda de viola no rádio AM! Isso enquanto concorrentes se digladiam na disputa pelo melhor sistema de entretenimento. Quem quer ser um avião não pode ter rádio deficiente, nem os mostradores de má visualização.
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CRL_6719O modelo vem equipado de série com vidro elétrico nas quatro portas (mas sem função one-touch para todos), retrovisores elétricos, ar condicionado (eficaz, refrigera bem), som com comandos no volante, regulagem elétrica de altura dos faróis (bem vindos e praticamente exclusivos no segmento), faróis e lanternas de neblina, sensor traseiro de estacionamento, alarme antifurto (mas sem chave canivete), rodas de liga leve, além dos onipresentes ABS e Air-Bag para motorista e passageiro. Ou seja, pelos R$ 41.990 cobrados, oferece mais do que seus concorrentes diretos. O espaço para quem viaja no banco de trás está na média do mercado, assim como o porta-malas de 490litros com bom acesso. O acabamento, por sua vez, se mostra num capítulo a parte pela quantidade de contradições encontradas. Se por um lado temos bons acabamentos de volante e bancos, maçanetas com tratamento cromado, grossas borrachas de guarnição bem montadas nas portas, pedais com excelentes capas de alumínio, temos por outro uma miscelânea desnecessária de plásticos (bem encaixados, entretanto) no painel e nas portas, com alguns parafusos à mostra.
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Passando ao chassi e suspensão, o carro se comporta muito bem no ambiente urbano. As rodas, com diâmetro de 15 polegadas montadas em pneus 185/60 R15 não sofrem nas ruas esburacadas, uma vez que a suspensão é macia e absorve muito bem os impactos recebidos. Isso é fruto da combinação de molas e amortecedores macios com uma configuração de suspensão única na carroceria: McPherson em ambos os eixos, montada como Chapman Strut (com barras estabilizadora e de amarração) na parte posterior. Do seu segmento, é o único com suspensão independente nas quatro rodas. Isso poderia fazer dele um carro de dinâmica refinada, mas não o é. E por que isso ocorre?
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A suspensão é visualmente mais alta que o ideal. Com isso, os braços de suspensão estão longe da horizontal e do ângulo ideal de trabalho, sendo menos eficazes do que poderiam ser. Aliado aos amortecedores macios, na estrada o bicho pega. Em curvas de alta em asfalto que não seja impecável, as rodas dianteiras quicam demais, fazendo com que o motorista brigue com o volante nessas situações. E poderia ser pior sem a barra estabilizadora instalada no eixo dianteiro, que evita que a frente “passarinhe” ainda mais, mesmo que a frente queira decolar erroneamente em arrancadas nas subidas.

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Além disso, há aquela sensação de que a frente do carro fala português e a traseira polonês em trechos mais sinuosos, comportamento típico de suspensões mal calibradas para uso fora do ambiente das baixas velocidades do uso urbano. A Fiat sofreu do mesmo mal com as primeiras unidades do Tempra no começo dos anos 1990, mas corrigiu em 1994 e o carro se tornou referência no segmento. Cabe à JAC seguir pelo mesmo caminho. Por fim, uma barra de amarração na dianteira não seria má ideia, para apurar ainda mais a dinâmica do pequeno sedã.MEKes4X - Imgur
Sem nada mais para apontar, passamos à pergunta crucial: O JAC pode ser o líder do segmento, voando mais alto que todos? Para fomentar a resposta, buscamos os preços dos concorrentes, com motor 1,6 litro e equipamento semelhante. Enquanto o JAC J3 Turin S sai por R$ 41.990, um Fiat Grand Siena 1.6 Essence com os mesmos equipamentos sai por R$ 49.180, um Volkswagen Voyage Trendline 1.6 por R$ 48.687 e um Renault Logan Dynamique 1.6 é tabelado em R$ 45.850. Sendo assim, e somado à garantia de seis anos e revisões com preço fixos, é sim uma boa pedida frente ao mercado.
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Veredito? Vale a pena. Entretanto, se a JAC corrigir seus erros – que não são coisas tão complexas – teremos aí aquele que será o líder da esquadrilha dos sedãs pequenos. Voando mais alto que todos eles.

Galeria
Fotos | Renato Passos e divulgação

Ficha Técnica:

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.499 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas na admissão. Injeção multiponto sequencial. Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Potência máxima: 125cv e 127cv a 6000rpm com gasolina e etanol. Diâmetro e curso: 78,0mm X 84,9mm. Taxa de compressão: 10,5:1. Aceleração 0-100 km/h: 9,9 segundos Velocidade máxima: 196km/h Torque máximo: 15,5kgfm e 15,7kgfm a 4000rpm com gasolina e etanol. Suspensão: Dianteira independente, do tipo McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente, com braços duplos e molas helicoidais. Pneus: 185/60 R15. Freios: Dianteiro a disco ventilado e traseiro a tambor com sapatas auto-ajustáveis. Oferece ABS e EBD. Dimensões: 4,15m de comprimento, 1,65m de largura, 1,46m de altura e 2,40m de distância entre-eixos. Oferece airbag duplo de série. Peso: 1.100kg Capacidade do porta-malas: 490 litros. Tanque de combustível: 48 litros. Origem: Hefei, China. Itens de série: freios ABS, airbag duplo, vidros, travas e retrovisores elétricos, direção hidráulica, ar-condicionado, rádio com CD e entrada USB, seis alto-falantes, volante multifuncional, chave canivete com destravamento remoto das portas, abertura interna da tampa do tanque de combustível e sensor de estacionamento Veja também:

por 3 de setembro de 2014 Avaliação, Jac

JAC também quer fabricar caminhões no Brasil

Negócio envolverá apenas a matriz da JAC Motors

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Mais conhecida no Brasil por seus automóveis, a JAC Motors tem mais tradição na produção de caminhões e ônibus, mercado onde atua na China desde 1964. Apenas com o pequeno T140 a venda no Brasil, ela já quer uma segunda fábrica no Brasil dedicada a fabricação de caminhões pesados com foco no Mercosul, aponta o jornal O Estado de São Paulo. O negócio envolve a alta cúpula da matriz chinesa, sem qualquer envolvimento do empresário Sergio Habib, detentor de 66% das ações da subsidiária nacional. O local de construção ainda deverá ser definido. De acordo com a reportagem, os executivos chineses planejam aplicar mais de R$ 900 milhões para construir a segunda fábrica – a primeira, de automóveis, está em construção em Camaçari (BA). As negociações já envolveriam alguns estados, com vantagem para Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

por 23 de julho de 2014 Jac, Segredos

Leitor flagra JAC T6 em testes

SUV chega ao mercado brasileiro no final do ano

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O Km 21 da Rodovia Anchieta é quintal da Volkswagen, mas quem foi flagrado por lá pelo leitor João Nogueira – não confundir com o sambista – foi o JAC T6, SUV médio que segue na reta final de seus testes antes do lançamento oficial no Brasil, previsto para o último trimestre do ano. Não à toa, é cotado como a principal novidade da JAC Motors para o Salão do Automóvel. 20140618_074308 20140618_074305A camuflagem da unidade fotografada é leve, mas nem há o que esconder. O modelo é vendido na China – onde atende pelo nome S5 – desde o ano passado, e em maio chegou ao Chile. Apesar do design com elementos que remetem a diversos carros ocidentais e orientais, como iX35 e Q5, o T6 é bem resolvido e parece estar um passo a frente dos outros carros da marca já vendidos por aqui. Na ficha técnica também é interessante. No Chile ele é oferecido em versão única, com motor 2.0 Turbo à gasolina de 174 cv e câmbio manual – por aqui ele também deverá oferecer um automatizado de dupla embreagem. A lista de equipamentos inclui  ar condicionado automático digital, bancos dianteiros aquecidos e com regulagem elétrica, piloto automático, bancos em couro, partida sem chave e por botão, sensor de pressão dos pneus, câmera traseira e luzes diurnas de LEDs, além de controles de estabilidade, tração e auxiliar de partida em aclives.  

por 23 de junho de 2014 Jac, Salão de São Paulo, Segredos

JAC T6 é lançado no Chile pelo equivalente a R$ 36 mil

Apesar do bom conjunto e do preço interessante, expectativa é modesta

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Com lançamento no Brasil previsto para o último trimestre do ano, o JAC T6 começa a ser vendido no Chile. Mantendo a alcunha S5, que usa na China, o modelo oferece um bom pacote de equipamentos por preço interessante, 8.990.000 pesos, o equivalente a R$ 36.120 sem impostos. jacs5ss7[2]
O SUV é oferecido em versão única, com motor 2.0 Turbo à gasolina de 174 cv e câmbio manual – por aqui ele também deverá oferecer um automatizado de dupla embreagem. A lista de equipamentos inclui  ar condicionado automático digital, bancos dianteiros aquecidos e com regulagem elétrica, piloto automático, bancos em couro, partida sem chave e por botão, sensor de pressão dos pneus, câmera traseira e luzes diurnas de LEDs, além de controles de estabilidade, tração e auxiliar de partida em aclives. Apesar de tudo, a expectativa da JAC é vender 500 unidades do modelo no Chile até o final do ano.

por 26 de maio de 2014 Jac, Lançamentos

JAC T8 tem desconto de R$ 20 mil até o final de junho

Van executiva é oferecida por R$ 94.990

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Lançado em meados de fevereiro por R$ 114.990, o JAC T8 é oferecido até o dia 30 de junho por R$ 94.990, redução de R$ 20 mil, portanto. A van executiva tem capacidade para sete passageiros e oferece ampla lista de itens de série, que contempla direção hidráulica, ar-condicionado de duas zonas, trio elétrico, bancos de couro e sistema multimídia com tela sensível ao toque e GPS integrado. JAC T8 2014 (13)[3]
A grande sacada é que, com os sete lugares dispostos na configuração 2+2+3, e sendo os assentos centrais giratórios, é possível formar uma “sala de reunião” dentro do T8. Com 5,1 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,97 m de altura e distância entre os eixos de 3,08 metros, há espaço suficiente para que os passageiros se acomodem com conforto.
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O JAC T8 é equipado com motor 2.0, turbo, de 175 cv e 25,7 kgfm de torque a 5.600 rpm. O câmbio manual de seis marchas transmite a tração para as rodas traseiras.

por 24 de maio de 2014 Jac, Mercado

Volta rápida – JAC J3 S se sai muito bem com motor maior

Com motor do J5, versão esportiva do J3 peca pela suspensão confortável

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O engine swap pode ser facilmente resumido no ato de substituir o motor original por um mais potente e moderno. A JAC fez uma espécie de swap de fábrica ao criar o J3 S, versão esportiva com o mesmo motor 1.5 do médio J5, porém flex e com até 127 cv, lançada no início do ano passado apenas para  o hatch. Agora ela retorna ao mercado com visual atualizado e nas nas carrocerias hatch (R$ 39.990) e sedã (R$ 41.690). IMG_3295
No geral, o modelo mantém seus vícios e virtudes, sem grandes alterações técnicas senão as envolvidas com a instalação do motor 1.499cm³ 16V VVT JET Flex, que gera até 127 cv (6.000 rpm) e 15,7 kgfm de torque (4.000 rpm) com álcool no lugar do 1.332 cm³ de 108 cv (6.000 rpm) e 14,1 kgfm (4.500 rpm). E os números realmente fazem diferença.
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Durante o test-drive, que envolveu trecho de serra entre o Rio de Janeiro e Itaipava, ficou nítido que, além de mais potente, o motor 1.5 acorda mais cedo do que o 1.4 e sempre havia sobra torque para puxar os 1100 kg do J3 S Turin (sedã), ao contrário da versão 1.4, que “acorda” após os 3000 rpm. As relações de marcha bem escalonadas também colaboram com o bom desempenho.IMG_3280
Comparando os números divulgados pela JAC, o J3 Turin 1.4 chega aos 100 km/h em 11,6 s, com máxima de 186 km/h. O J3 S Turin 1.5, por sua vez, chega a 100 km/h em 9,9 s (9,6 s para o hatch), com máxima de 196 km/h. Bom, por regra interna, consideramos dignos da alcunha “esportivo” carros que chegam aos 100 km/h em menos de 10 segundos, e os JAC J3 S se enquadram. Até mesmo os pedais – com pedaleira de inox – estão em disposição que facilita o punta-tacco.IMG_3235
Quem não se enquadra é a suspensão, que permanece com o mesmo acerto, voltado para o conforto e com comportamento que revela a preocupação do fabricante com nossas vias. A questão, é que apesar da estabilidade e previsibilidade do modelo em curvas, a carroceria rola bastante e com tendência ao substerço quando uma curva é tomada em velocidade. Ele não perdeu o viés familiar.
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Visualmente o hatch pode contar com faixas na parte inferior das portas, mas em geral é discreto. Por dentro é que são notadas as principais diferenças, como o quadro de instrumentos com iluminação vermelha, volante revestido em couro com costuras vermelhas e bancos também com costuras vermelhas. Console central e pomo do câmbio trocam o acabamento em black piano por prata.
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O pacote de equipamentos é o mesmo. Há direção hidráulica, ar-condicionado, CD MP3 player com USB, sensor de estacionamento, volante revestido em couro com comandos multi-função e regulagem de altura, porta-revistas, porta-copos, chave canivete com destravamento remoto das portas, alarme anti-furto, bancos em Black Fabric com ajuste do apoio de cabeça, tomada de 12 volts e luz de leitura, além de rodas em liga de alumínio de 15”. Veja também:

Galeria
Fotos | Henrique Rodriguez, Divulgação

por 14 de maio de 2014 Jac, Lançamentos, Testes

JAC brasileiro terá motor 1.0 de três cilindros

Fabricante chinesa também trabalha em um câmbio CVT

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Hoje o menor motor que a JAC usa é seu 1.4 (na verdade 1.35) que gera 108 cv, mas a fabricante chinesa vai começar a apostar em motores menores. O compacto que estreará as linhas de montagem da marca em Camaçari (BA) terá entre as opções de motores um 1.0 de três cilindros flex. JAC J2 (6)[3]
A informação foi dada pelo presidente da JAC Motors do Brasil, Sérgio Habib. Ele não confirmou, no entanto, se o compacto em questão representa a nova geração ou o substituto do J3, mas afirmou que este motor será uma versão atualizada do 1.0 de três cilindros de 68 cv usado hoje pelo J2 na China. Também está em desenvolvimento uma transmissão CVT que deverá estrear por aqui no ano que vem. A fábrica baiana deve começar a ser construída em maio, sob um investimento de R$ 1 bilhão. Ela terá capacidade para produzir até 100 mil carros por ano. A produção por lá está prevista para ter início no segundo semestre de 2015.

Avaliação – JAC J2: Cortando um dobrado

Fonte |  Jornal do Carro

por 8 de abril de 2014 Brasil, Jac, Segredos

Matriz da JAC quer controlar operação brasileira

Chineses devem passar a ser sócios majoritários

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Quem trouxe a JAC Motors para o Brasil foi Sergio Habib, ex-presidente da Citroën no País e importador da Aston Martin. Hoje ele detém parcela de 66% das operacionais da marca chinesa  no Brasil, e os chineses os 34% restantes, mas a situação deve se inverter em breve, aponta reportagem do jornal O Estado de São Paulo. Os chineses devem injetar mais na contrução da fábrica da JAC em Camaçari (BA), um projeto orçado em R$ 1 bilhão (R$ 900 milhões para a produção de carros e R$ 100 milhões para caminhões), e gerir a fábrica, cujas obras estão atrasadas. O início da produção estava previsto para o fim do ano, mas a última previsão aponta para o início no 2º semestre de 2015. Desta forma, quem ficará com 34% das ações será Sergio Habib, que deve continuar dono de cerca de 50 revendas da JAC no País. Fonte | O Estado de São Paulo

por 27 de março de 2014 Jac, Mercado