MG

MG GTS será lançado na China este ano

Modelo é bonito e tem motor 2.0 turbo de 220cv

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Com operações nas mãos do conglomerado industrial chinês SAIC, a fabricante britânica MG hoje se esforça para amadurecer e reconquistar o mercado europeu e o ganhar o mundo. Sua nova aposta é o MG GTS, um crossover médio – o porte é de um Hyundai iX35 – com visual e conjunto mecânico interessantes e que começa a ser vendido na China nos próximos meses. mg-gts-2
É bem verdade que nenhum dos MG desta nova safra são feios. O GTS não é diferente, consegue manter a identidade dos faróis estreitos e do capô com vincos bem definidos no capô. O para-choque dianteiro tem a parte inferior sem pintura e luzes diurnas de LEDs próximas aos faróis de neblina.
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O MG GTS terá dois motores. O 2.0 turbo a gasolina gera 220cv e 35kgfm de torque, sempre com câmbio de dupla embreagem e seis marchas, garantindo aceleração de 0 a 100km/h em 8 segundos. Para alguns mercados, como o Reino Unido, haverá um 1.8 turbodiesel de 150cv e 35kgfm de torque. Mais tarde poderá surgir um 1.5 turbo a gasolina de 170cv.
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por 2 de janeiro de 2015 Lançamentos, MG

Novo MG6 é revelado no Salão de Chengdu

Modelo foi recebeu facelift e agora conta com leds no conjunto ótico

mg-6-3-1O Salão do Automóvel de Chengdu trouxe novidades interessantes para o mercado. Entre elas está o novo Morris Garages MG6. O modelo recebeu um facelift e atualizou o visual marcante que fez sucesso há alguns anos atrás para se manter a altura da concorrência. A atualização do MG6 se concentrou, principalmente, na parte traseira. Nova tampa do porta-malas e lanternas redesenhadas compõe o visual do sedã. Os para-choques também foram revistos  e a frente agora abriga nova grade, novas entradas de ar e novo conjunto ótico, com leds e xenon de série para modernizar o visual do modelo. mg-6-5-1
Tudo isso é acompanhado por uma nova gama de cores, mais modernas e jogo de rodas redesenhados. O interior recebeu novos plásticos, que passam sensação de mais sofisticação, novo grafismo e aros no painel, além de um controle mais intuitivo para a central multimídia. O freio de mão foi substituído por um sistema eletrônico e deu adeus ao console do carro. mg-6-9-1
A mecânica permanece a mesma, com exceção do Reino Unido, que deve receber um novo motor, movido a diesel, com 1,9L, que rende 150 cv.

por 2 de setembro de 2014 Lançamentos, MG, Salão de Chengdu

MG apresenta o crossover Concept CS

Versão de produção do modelo será voltada para o mercado europeu

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Hoje nas mãos do conglomerado industrial chinês SAIC, a britânica MG Motors tem seus esforços voltados para reconquistar o mercado europeu. Uma de suas apostas neste sentido é o Concept CS é um crossover de porte semelhante ao Nissan Qashqai cuja versão de produção será a principal arma da MG em seu retorno à Europa. 1684457451620537716
A plataforma deste crossover é bastante utilizada pela marca. A mesma do MG6, hatch médio que já é vendido no Reino Unido e no Brasil e também pelo sedã MG550, também vendido aqui, cuja origem é o clássico Rover 75, produzido entre 1999 e 2005. O design, no entanto, foi criado pelo departamento de design da SAIC liderado pelo designer inglês Anthony Williams-Kenny. O lançamento da versão definitiva do MG CS está previsto para o início do próximo ano, chegando à Europa em 2015. Os motores cogitados são um 1.9 turbodiesel e dois à gasolina, um 1.5 e um 2.0, ambos com turbocompressor.
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por 21 de abril de 2013 MG, Salão de Xangai

MG levará a Shangai o CS Concept

SUV compacto, apesar de ainda ser conceitual, tem boas chances de ser produzido

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Primeiro vieram os boatos, e agora veio a confirmação: o MG CS Concept realmente aparecerá no Salão de Xangai, na China a partir do dia 20 de abril. O SUV compacto antecipa as linhas do primeiro modelo da MG que possuirá este tipo de carroceria. 17878381696625901
As linhas do novo utilitário foram desenhadas por uma equipe liderada pelo diretor global de design da MG, Anthony Williams –Keyne. De acordo com ele, os faróis são descritos como tendo “uma estrutura multi-facetada que refrata a luz em diferentes formas e cores através dos lados”. Não foram informados outros detalhes do CS Concept, mas ele provavelmente deve ser uma evolução do MG Icon Concept, apresentado em 2012, e a plataforma – numa eventual versão de produção – será a do MG5, usando um motor 1.5 turbo de 135 cv.

por 14 de abril de 2013 MG, Salão de Xangai

Cinco anos de carros chineses no Brasil: como eles estão se saindo?

Por Henrique Rodriguez
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Comecei a escrever sobre automóveis no início de 2009. Àquela altura a participação de carros chineses no mercado brasileiro se resumia a veículos utilitários, como os Chana (hoje Changan) desde 2007 e os CN Auto desde o ano anterior. O único automóvel chinês por aqui era o Effa M100. A chamada “invasão chinesa” estava começando, e deveria atingir seu clímax dentro de poucos meses. Mas, particularmente, hoje o termo “invasão” soa exagerado. Ela não aconteceu como se esperava. No início eu percebia que os leitores estavam confiantes na proposta dos chineses, que prometiam mais conteúdo a preço mais acessível, e que apenas isso as faria mudar nosso mercado, com as fabricantes nacionais reduzindo o preço e aumentando o conteúdo de seus carros. Isso até terminou acontecendo, mas mais por exigência do consumidor. Pouquíssimos leitores diziam ter coragem de comprar um antes mesmo de conhecer o carro, por causa do estereótipo do “Made in China”. O brasileiro costuma formar estereótipos de carros por seu o país de origem – “francês é ruim, alemão é bom”. Um erro já com as fabricantes nacionais, cujos carros tem qualidade e características homogêneas. Em se tratando de carros chineses, a disparidade é muito maior, afinal, são quase uma centena, sempre descubro uma nova. Há os HiPhone e os iPhones, todos oriundos do mesmo lugar. Um não é bom, mas o outro é a coqueluche… Com o passar do tempo foram recorrentes os debates polarizados por custo e qualidade, sem considerar ainda a desconfiança. As informações sobre alguns modelos eram escassas. É muito mais fácil pesquisar na internet sobre um carro europeu do que um chinês, que eventualmente mudam de nome, ou tem eles escritos em logogramas. O que boa parte dos consumidores quer mesmo é opinião de quem já tem antes de se “arriscar”. É nessas horas que o brasileiro mostra sua face racional, e que na realidade não é tão aberto a novidades como se imagina. Para fazer um balanço sobre estes cinco anos de carros chineses no Brasil, só mesmo analisando caso-a-caso.

Chana/Changan

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Pioneira, a Chana iniciou suas operações no Brasil em 2007 pelas mãos da Districar (mesma que traz os SsangYong). Naquele ano foram 143 unidades emplacadas, o que correspondia a apenas 0,006% do mercado total de veículos de passeio e comerciais leves. Até havia planos de trazer carros de passeio, mas eles parecem ter sido suspensos por causa do IPI majorado para importados. O maior erro da Chana era seu nome, uma piada pronta que foi corrigida no ano passado, quando passou a atender por Changan. Até hoje as únicas reclamações que vi se deram por falta de peças para pronta entrega. No entanto, a primeira revisão se dá aos 1000 km, e é apenas uma inspeção para saber se tudo está “ok”. Ô confiança no produto…

Effa

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A Effa não é uma fabricante, ao contrário do que se pensa. Ela importa carros de alguns fabricantes chineses, como JMC, Hafei e Changhe, que é o caso (ou era) do M100. Este é, talvez, a maior piada do mercado automotivo dos últimos tempos, ou como dizia um engenheiro que foi meu professor “o leite glória do século XXI”. Vale lembrar que ele chegou com o título de “carro mais barato do Brasil”. Por problemas alfandegários, as primeiras unidades destinadas ao Brasil passaram meses se deteriorando no tempo. Na hora de iniciar as vendas isso não foi considerado, e a Revista Quatro Rodas incorporou um á sua frota do teste “Longa Duração”, que avalia não apenas os carros, mas também a rede de concessionárias por 60.000 km. A questão é que o teste foi interrompido aos 40 mil por julgarem que o carro não oferecia segurança para completar o resto do teste (Vídeo Quatro Rodas EFFA M100). O carro era tão ruim, que por questões contratuais no final de 2010 o M100 passou a ser produzido em fábrica da Suzuki na China, e isso só se deu após a fabricante japonesa intervir profundamente no projeto, inserindo novos conjunto de suspensões, radiador, bomba de combustível, bateria, coluna de direção e silenciador do escapamento. Estes já estão a venda no Brasil, só que por R$ 24.980 está longe de ser barato como deveria… Em sites de reclamações é possível encontrar donos de utilitários da Effa reclamando dos mais diversos problemas. Há algumas semanas um leitor nos mandou um e-mail relatando que os eletro injetores estão em falta, e quando tem cada um custa R$ 3.140. Ele precisava de quatro para seu carro. No fim das contas, a substituição custaria metade do valor do carro (!).

CN Auto

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A CN Auto é representante da chinesa Harbin Hafei no Brasil, onde vende desde 2008 o Jinbei Topic e o Hafei Towner. Eles não tem nada a ver com os Asia vendidos na década de 90, senão os nomes. A empresa obteve recentemente licença para produzir o Towner em Linhares (ES) a partir de 2014. O uso mais popular deles é de lotação, transporte escolar e de prestação de serviços. No Reclame Aqui, apesar de atender a 96,6 % das reclamações, apenas 57,9% foram solucionadas e a reputação da empresa é “ruim”. Matéria de ontem do Portal Vrum mostra caso de Topic de uso escolar que colidiu com árvore por freio ter falhado.

Chery

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A Chery desembarcou no Brasil há exatamente três anos sob a tutela da Venko Motors, do Grupo JLJ, cuja experiência se resumia basicamente ao ramo alimentício. O primeiro modelo foi o SUV Tiggo, tido como “semelhante demais” com o antigo Toyota RAV4. Meses depois vieram o compacto Face e o Cielo hatch e sedã, tidos como médios. Lembro que nas próprias fotos de divulgação do Cielo era possível ver nitidamente peças do painel mal encaixadas… cielo_sedan_ext_baixa_08
No ano passado chegaram ao Brasil modelos menores, o QQ e o S-18. Este último chegou a ter suas vendas suspensas dias após o lançamento por causa do pedal de freio, que entortou durante testes de revistas especializadas, e só voltou a ser vendido após a substituição da peça em todo o lote trazido, que deveria ter vindo com outra peça. Reclamações da Chery em sites para este fim estão ligadas à falta de peças e pneus, descumprimento de termos de garantia, e defeitos mecânicos recorrentes. Chegamos a relatar o caso de um Face que aguardava por um mero parafuso de roda havia mais de um mês.chery-face-2011-frente_1280
Hoje está nas mãos da matriz chinesa da Chery as operações no Brasil, e no ano que vem ela iniciará a fabricação de carros no Brasil na fábrica que constrói atualmente em Jacareí (SP). À Venko Motors restou as operações da Rely, submarca da Chery voltada para os utilitários, que chega ao Brasil em breve.

Lifan

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A Lifan chegou ao Brasil na primeira metade de 2010 trazida pelo Grupo Effa, com o sedã 620 e o hatch 320 (a famosa cópia do Mini Cooper), ainda hoje os únicos modelos que oferece no país. Cheguei a passar por uma concessionária da marca no caminho de casa duas vezes para conhecer os carros. Na primeira só havia o 620. Custava R$ 39.900 na época, e apostava no pacote de equipamentos e em seu motor 1.6 16v, que o vendedor insistia em dizer que era Toyota. Muito se fala, aliás, que o 620 é baseado na geração anterior do Corolla (antes de 2002). O carro não parecia ser muito ruim, mas não pude dirigi-lo por não terem ainda uma unidade de test-drive. Cheguei a fazer um texto para o Motorpasión na época, que viria atrair alguns interessados no carro. 100_5465
Tempos depois o 320 chegou. Conhecido por ser uma cópia do Mini Cooper, ou como diz o inglês Jeremy Clarkson, do Top Gear, “um Mini Cooper descrito pelo telefone”, apostava em seu aspecto simpático para conquistar os jovens. E lá fui eu conhece-lo… Portas desalinhadas e com fechamento difícil, costuras irregulares, plásticos mal encaixados… No fim, as impressões foram tão ruins que eu não escrevi nada sobre o carro. Se há mais pontos negativos que positivos eu prefiro ficar na minha. Vale lembrar que os Lifan 620 e 320 são montados no Uruguai, assim como o Chery Tiggo, e chegam sem pagar IPI de carro importado. Este ano não está bom para a Lifan. A matriz chinesa da Lifan decidiu assumir suas operações na América do Sul, tirando a Effa do negócio. Com isso dezenas de concessionárias foram fechadas, a fábrica de construiriam juntas suspensa e os lançamentos também. A semelhança entre 320 e Mini Cooper virou caso de justiça, e o chinês chegou a ter importação, distribuição, promoção proibidos (veja aqui)… O futuro da Lifan no Brasil por enquanto é uma dúvida.

JAC Motors

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A JAC Motors foi a última chinesa que iniciou suas operações no Brasil, em março de 2011, é a que melhor fez o dever de casa entre as conterrâneas. Por trás das operações no Brasil está o Grupo SHC, também importadora da Aston Martin e que comanda grande parte das concessionárias Citroën no Brasil. Destaques dos carros da JAC não são apenas os equipamentos, mas também a série de alterações dos modelos para o mercado brasileiro e a garantia de seis anos. A JAC não aumentou o preço de seus carros com o aumento do IPI, pelo contrário, até reduziu. Os primeiros modelos lançados por aqui foram J3 e J3 Turin, que são também os de maior sucesso, com média de 700 e 500 unidades vendidas mensalmente este ano, respectivamente. O J3 foi o modelo melhor avaliado pelo “Longa Duração” da Quatro Rodas nos últimos tempos, e muito disso devido ao bom atendimento da rede de concessionárias. CRL_7909_0 Após o J3 vieram a minivan J6 e o sedã médio J5. Mais caros, estes ainda tem participação modesta no mercado, com pouco mais de 200 unidades vendidas no mês passado, cada. Até o final do ano chega o subcompacto J2, que será seu modelo de entrada. De todas as fabricantes aqui citadas, a JAC Motors é a que tem melhor avaliação no site Reclame Aqui: “regular”, enquanto as outras ou não tem (Chana) ou recebem um “não recomendado” ou “ruim”. 93,2% das reclamações foram respondidas e 79,7% solucionadas.
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Interessante notar que todas as fabricantes chinesas ao menos uma vez responderam uma reclamação, ao contrário das grandes quatro grandes fabricantes. Das 10 mais vendidas, apenas Nissan, Toyota, Peugeot e Hyundai-CAOA respondem, tendo a Toyota a melhor reputação delas: “ruim”. Outra característica positiva da JAC Motors é que ela cede seus carros para a imprensa especializada com frequência, desde revistas a sites e blogs – ainda que nossas solicitações não tenham sido atendidas -, ou seja, confia em seu produto. A Chery até empresta, mas é mais restrita.

Outros casos:

Great Wall chegou a ter um importador em Brasília em 2008. Tão rápido apareceu como desapareceu. roewe-550_1024
Morris Garages (MG)
, de origem britânica, foi comprada por chineses e vende no Brasil carros de luxo fabricados na China. Até hoje só vi unidades de homologação. Shineray chegou vendendo motos e este ano passou a trazer utilitários. O site da marca se resume a especificações de seus carros e listas de concessionárias (normalmente revendas) em 2 arquivos em PDF. Haima, Brilliance, BYD e outras fabricantes chinesas já demonstraram interesse no mercado brasileiro, mas seus planos estão paralisados aguardando definições do governo em relação a carros importados.   Na verdade não há invasão chinesa no mercado automotivo. Não em proporções que justificassem a majoração do IPI para importados- que foi voltada para as fabricantes chinesas. As fabricantes chinesas sequer dominam seu próprio mercado! Outros setores da indústria, como o têxtil, de eletrodomésticos e de eletrônicos é que hoje necessitam desta “proteção” do governo. Mas é importante lembrar que em pouco tempo para elas se igualarem com fabricantes tradicionais no que diz respeito à qualidade.

por 29 de agosto de 2012 Chana, Changan, Chery, CN Auto, Effa, Haima, Jac, Lifan, Mercado, MG

MG Icon Concept aparece em sketches

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A MG prepara para o Salão de Pequim, que abrirá as portas dentro de uma semana, o conceito Icon, um mini-SUV com linhas inspiradas no MG Spider da década de 1960 e perfil que remete ao Nissan Juke, com grandes chances de entrar em produção. image Desenvolvido sobre a mesma plataforma usada pelos MG350 e MG5, o SUV ainda não teve detalhes mecânicos confirmados, mas aposta-se em um bloco 1.5 turbo. A SAIC, chinesa que atualmente detém a MG, aponta que o Icon é voltado para o mercado chinês, mas não descarta a possibilidade de vender ele na Europa.
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Fonte |
China Car Times

por 17 de abril de 2012 MG, Salão de Pequim

MG Motor revela o novo MG5

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Agora a MG Motor ataca com um hatch médio. A fabricante de origem britânica que hoje pertence aos chineses da SAIC divulgou as primeiras imagens do MG5, modelo com o qual promete encarar concorrentes bem quistos, como Golf, Astra e Focus no Reino Unido, onde será lançado dentro de 18 meses. Dentro da linha MG ele será posicionado entre o compacto MG3 e o MG6, vendido no Brasil por R$ 99.789. mg5-oficiales01
O MG5 comprova a rápida evolução dos carros chineses, ao menos em questão de design. Em se tratando de motores, isto só depende de boa vontade. Na China o MG5 será  comercializado com um motor 1.8 a gasolina de 105 cv de potência, enquanto que na Europa contará com uma gama de propulsores que incluem versões a diesel e gasolina entre 1.0 e 1.5, com potências que variam entre 115 e 162 cv.
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Segundo os chefes de projeto e design da MG, Dave Lindley e Tony Williams-Kenny, as unidades destinadas à Europa terão acabamento e ajustes de suspensão bem diferentes dos adotados na China. Como há chances do MG5 chegar aqui, esperamos que venha na configuração europeia.
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por 10 de março de 2012 MG

MG5 é flagrado sem disfarces

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O MG5, a principal atração da MG para o Salão do Automóvel de Pequim já foi fotografado diversas vezes com disfarces durante testes. Desta vez, porém, o carro foi exposto às lentes sem disfarces, por vários ângulos e até seu interior foi revelado. O carro foi desenvolvido pelo centro técnico da MG no Reino Unido e é uma das armas da empresa para ganhar espaço no mercado de compactos. Jan2012-MG51Jan2012-MG54
Este será também o primeiro modelo da marca nesta nova era a contar com a opção de propulsor a diesel. Visualmente o hatch é agradável com linhas modernas, dinâmicas e com personalidade, principalmente na parte externa. O interior é mais conservador, mas apresenta detalhes prateados e bancos em couro. Destaca-se também uma tela de LCD no console central.
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O carro terá transmissão manual de cinco velocidades e automática com apenas quatro marchas. O motor será um 1.5i 16v e em breve uma versão sobrealimentada deste mesmo propulsor estará disponível. Estes motores são para a China, na Europa estará disponível também um motor diesel, mas ainda não há informações sobre ele.
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por 13 de janeiro de 2012 MG, Segredos

MG Motors lançará cinco novos modelos até 2015

06 A recém-chegada MG Motors – que já oferece o fastback MG 6 e o sedã médio MG 550, produzidos na China mas com padrão inglês – anunciou cinco novos modelos para o mercado brasileiro que chegarão até 2015. A marca britânica trará o hatch de entrada MG 3, o sedã compacto MG 350 e o três-volumes grande MG 750 até outubro deste ano. Além disso, a MG pretende lançar por aqui um conversível e um utilitário-esportivo, além de um hatch médio baseado no conceito MG5, apresentado no Salão de Xangai. A montadora ainda deseja totalizar 25 concessionárias no Brasil até 2012. MG 750 1 Mas apesar do número pequeno de revendas, a expectativa da MG Motors é vender 1,5 mil automóveis neste ano, sendo que no ano que vem o número estimado é de 2.500 unidades. “Um número totalmente viável, pois temos como meta atingir 25 concessionárias nas principais capitais até o final do ano de 2012. Este volume ainda é pequeno considerando os números da SAIC na China, que produziu mais de 3,5 milhões de carros em 2010”, afirma Márcio Munaro Milani, diretor de Marketing da marca. MG3 “Os próximos passos serão definidos após uma análise crítica do mercado.” A empresa quer se posicionar junto ao consumidor brasileiro como uma marca Premium, além de explorar a força da imagem da MG, pouco conhecida por aqui. “Após conquistarmos o posicionamento desejado, buscaremos um volume mais agressivo de vendas, com um crescimento de cerca de 25 % ao ano até 2015”, completa Milani. Fonte | Carsale

por 4 de agosto de 2011 Brasil, Mercado, MG

MG Motors inicia suas vendas oficiais no Brasil

image001[2] A MG (Morris Garages Motors) iniciou ontem (8) suas vendas oficiais no Brasil. A marca, de origem inglesa e de fabricação chinesa, é conhecida pela sua crise na Europa, seu país de origem, que fez com que ela fechasse as portas juntamente com a Rover em 2000. 7 anos depois, assumida pelo grupo SAIC, uma empresa chinesa, a MG vem se reestruturando e deixando o estereótipo dos veículos chineses bem longe com modelos de boa qualidade. A sua primeira loja no Brasil fica na simbólica Avenida Europa, em São Paulo, capital, avenida onde se localizam os carros mais caros e luxuosos do mundo. Até agora, será o único ponto de venda da marca no Brasil, mas o seu representante no Brasil, a importadora Forest Trade, pretende abrir mais 11 concessionárias nesse ano e ter no total 25 em 2012. Curitiba, Brasília, Florianópolis e Belo Horizonte estão na lista das cidades que irão receber a MG, já o Rio de Janeiro, por incrível que pareça, não receberá uma unidade da MG até o momento. mg-550-01[4] 
Um de seus modelos é o sedan de luxo MG550, que custa a partir de R$ 94.789, trazendo um generoso pacote de equipamentos. Dentre estes, estão ar-condicionado dual-zone, teto solar elétrico, bancos de couro com regulagem elétrica, sistema multimídia com oito alto-falantes e DVD, piloto automático e itens de cortesia, como persiana traseira. Outro modelo que será oferecido pela MG é o MG6, um fastback, que se diferencia bastante do sedan MG550. Ele compartilha o mesmo motor do MG550, além da mesma suspensão, e conta com um pacote de equipamentos semelhante, contando também com apliques que imitam madeira no interior. Custa R$ 5 mil mais que o MG550, totalizando R$ 99.789. Ambos foram expostos no Salão do Automóvel de São Paulo, no fim de 2010.
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Futuramente, a marca pretende trazer outros modelos, como o MG750, o mais luxuoso sedan vendido pela montadora, o MG3, um hatch que competirá com o Mini Cooper, e o MG350, um sedan compacto do porte do Corolla, porém, com equipamentos muito mais convidativos. O preço do MG3 deve ficar em torno de R$ 58.800, enquanto o MG350 custará cerca de R$ 68.000. autowp.ru_mg_350_2[4] 
Seus modelos contam com sete anos de garantia, superando a JAC Motors no Brasil, que passou a oferecer recentemente a garantia de 6 anos a seus carros. Para tanto, as revisões dos carros da MG deverão ser feitas a cada 5.000 quilômetros.
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Apesar de não contar com tradição no mercado brasileiro, a MG é otimista. Pretende vender pelo menos 1.200 unidades até o fim deste ano, sendo 45% destas unidades do MG6 e 55% do MG550. A marca, inclusive, pretende construir uma fábrica no Brasil até 2014. Caso seus carros comprovem suas virtudes, o fim do preconceito contra chineses deve ser bem-vindo assim como a montadora. 

Com informações da Quatro Rodas
por 9 de junho de 2011 Brasil, Lançamentos, MG