Shelby

Ford Shelby GT350 e GT350R serão limitados na linha 2015

Os preços dos bólidos, porém, ainda não foram divulgados


De forma oficial, a Ford anunciou que a linha 2015 dos novos Mustang Shelby GT350 e GT350R serão vendidos como série limitada. Ambos deverão ser lançados ainda este ano, mas nem pense em vê-los no Brasil.

O primeiro a chegar ao mercado norte-americano deverá ser o Shelby GT350, uma vez que foi apresentado em novembro de 2014, durante o Salão de Los Angeles, e tem estreia prevista para o quarto trimestre de 2015. O esportivo será limitado a 100 unidades, sendo 50 equipadas com um pacote tecnológico e 50 com um voltado à esportividade. Mais “manso” que o topo de linha GT350R, o GT350 é equipado com um motor V8 5.2 que rende “mais de 520cv”, de acordo com a Shelby.
Enquanto isso, o GT350R, revelado em janeiro deste ano no Salão de Detroit, terá apenas 37 unidades, tornando-se assim ainda mais exclusivo. Com credenciais voltadas para o uso em pistas, como a drástica redução de peso, o modelo carrega um motor V8 5.2 com mais de 500cv auxiliado por uma transmissão manual de seis velocidades. De acordo com a montadora, o GT350R chega “ainda em 2015”, ou seja, sem data marcada até o momento.

por 29 de abril de 2015 Ford, Lançamentos, Shelby

Shelby Cobra ganha série limitada para comemorar seus 50 anos

Há opção de carroceria de fibra de carbono ou alumínio polido

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Clássico norte-americano, o Shelby Cobra completa 50 anos em 2015 e para comemorar a Shelby American lança a série especial 50th Anniversary 427 Cobra. Serão apenas 50 unidades que podem ter carroceria de fibra de carbono ou alumínio, mas sempre com um grande V8. 13222513861282476244
Para suas bodas de ouro o esportivo é pintado de azul com faixas brancas, mas as versões com carroceria de alumínio podem ficar apenas na chapa, apenas com um polimento especial. Os logotipos “50th anniversary” dourados se destacam com as duas cores. Além disso, os freios são de competição e as rodas aro 15” são exclusivas, e os carros ainda ganham capa alusiva à série.16678262691988740809
O moto é o famoso 7.0 V8 427 da Ford. A potência não foi divulgada, mas fala-se em 400cv. Mas os preços iniciais não consideram o motor: partem dos 119.995 dólares (R$ 318.900), mas a versão em alumínio pode ser até 50% mais cara. As encomendas terão início em 13 de janeiro.61970682252072139

por 31 de dezembro de 2014 Lançamentos, Shelby

Novo Ford Mustang Shelby GT350 tem mais de 500cv

Versão esportiva será uma das novidades do Salão de Los  Angeles

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A Ford não se controla. Mesmo que a apresentação oficial do novo Mustang Shelby GT350 aconteça ainda nesta semana, com a abertura do Salão de Los Angeles, ela já divulgou as primeiras imagens da nova geração da versão esportiva, lançada originalmente em 1965. Só não deu muitos detalhes do motor. 12102775611142777079
O que está garantido é que o novo Shelby GT350 tem motor 5.2 V8 aspirado com mais de 500cv e 55kgfm de torque, o que não é nada mal. O câmbio é manual de seis marchas com radiador de óleo, mas haverá opção de câmbio automático. Diferencial Torsen de deslizamento limitado é de série.
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A plataforma foi reforçada, e a Ford num aumento de 28% da rigidez torsional, sem contar que os freios são da Brembo, de 394mm na frente e 380mm atrás. Ainda há amortecedores ajustáveis eletronicamente, rodas de 19 polegadas, grade em fibra de carbono e bancos esportivos da Recaro. Tudo bem que o mais importante é o desempenho, mas há equipamentos de conforto como o sistema multimídia MyFord Touch com tela de 8”, ar-condicionado dual-zone e direção com cinco modos de operação.

por 18 de novembro de 2014 Ford, Salão de Los Angeles, Shelby

Shelby leva a Nova York um rival para o Bugatti Veyron

Edição revisada do Shelby 1000 S/C agora desenvolve 1.200 cv Mustang-GT1000-3[3] No Salão de Nova York de 2012 a Shelby causou espanto ao revelar o modelo 1000, baseado no GT500. A versão de rua debitava 950 cv, e a dedicada para as pistas passava desse patamar, chegando a 1.100 cv transferidos para as rodas traseiras. Potência mais que suficiente para fazer a frente do bólido sair do chão em arrancadas mais fortes. Mas o time da preparadora do falecido Carrol Shelby provavelmente não achou isso suficiente.Para a edição 2013 do mesmo evento eles estão lançando um 1000 S/C ainda mais violento. Agora a potência esbarra nos 1.200 cv, o que o deixa no mesmo nível do todo-poderoso Bugatti Veyron SuperSport.   Mustang-GT1000-1[3] Para chegar a níveis estratosféricos de potência, a Shelby revisou todo o motor, que teve a cilindrada aumentada de 5,4 para 5,8 litros. Muitas partes foram mantidas, como os pistões reforçados e toda a parte de sobrealimentação e arrefecimento (para manter a temperatura do motor). Além do propulsor, a suspensão é ajustável e os freios também foram melhorados. Mustang-GT1000-2[3] Números de performance ainda não foram divulgados, mas talvez nem precise, uma vez que ele é desde já o muscle-car mais potente e veloz já visto, ainda que não tenha posto os pneus na pista para prova-lo. Segundo a Shelby, apenas 100 serão feitos, e o preço é de 154.995 dólares. Uma pechincha perto do que a Bugatti cobra pelo Veyron SuperSport.

por 27 de março de 2013 Salão de Nova Iorque, Shelby

Porra, por que não produziram!? – Shelby GR1

Esportivo poderia ter sucedido o Ford GT, mas não passou da fase de conceito

Ford Shelby GR-1 Concept
Uma das coisas mais comuns no mundo dos automóveis, os carros-conceito servem para expor novas tecnologias, mostrar o potencial de uma marca ou, em alguns casos, simplesmente mostrar o que está por vir dentro do line-up da montadora. A Mercedes-Benz, por exemplo, quando lança um conceito com o nome “Vision”, é quase certeza de que será produzido, como foi com os Vision SLR e Vision CLS, e quase sempre vêm com poucas e pontuais mudanças em relação à versão conceitual. Ford Shelby GR-1 Concept
Mas, para a tristeza de muitos entusiastas, alguns carros-conceito além de belíssimos, são totalmente viáveis para rodar em ruas e estradas – e até autódromos – e não chegam nem perto da linha de produção. Foi pensando nisso que Novidades Automotivas criou essa série, e semanalmente aparecerá um conceito que fará os leitores pensarem, como diz o título dela, “porra, por que não produziram!?” O carro que marca a estreia dessa série é nada menos que o Shelby GR1. A ligação entre Carrol Shelby e a Ford é longa, existindo desde a década de 60. E, em 2004, a montadora americana e o ex-piloto e construtor texano já haviam (re)feito a parceria para mostrar o Ford Shelby Cobra Concept (que brevemente aparecerá nessa série). Mas, tal qual aconteceu com o Shelby Cobra original, Carrol e a Ford criaram um “irmão” para o roadster. Daí nasceu o Shelby GR1 Concept. GR1 vem de “Group Racing 1”, o que já dá uma boa ideia da índole que o protótipo possuía.
Ford Shelby GR-1 Concept
Diferente de muitos carros-conceito, que apostam em tecnologias mirabolantes que levam décadas para aparecer em carros de série, o GR1 era perfeitamente viável para ser produzido. Muita dessa viabilidade vem do fato dele compartilhar com o Ford GT – que, à época, era fabricado e era um senhor carro de sonho – o chassi e itens como direção, suspensão e freios. Dessa maneira, a Ford economizou tempo não só no desenvolvimento do protótipo, como o adequou a uma possível realidade que (ainda?) não veio. Para desenhar a carroceria, a ideia era, logicamente, fazer uma referência moderna ao clássico Cobra Daytona dos anos 1960. E nisso a equipe de J. Mays fez um ótimo trabalho. Os primeiros esboços foram feitos por um dos designers do time, George Saridakis, e, após alguns meses, as formas definitivas estavam prontas. A carroceria de alumínio, além de conferir beleza e leveza ao bólido, tornaria a produção mais barata que se fossem usados materiais como fibra de carbono. Outro traço de modernidade aparece nas portas no formato de asa de borboleta, como no McLaren F1. O peso, apesar do uso do alumínio, ficava relativamente alto, na casa dos 1.700 kg.
Ford Shelby GR-1 Concept
Para impulsionar o GR1, era necessário um motor à altura. Mas diferente do Daytona original, não veio um V8, e sim um V10 de 390 polegadas cúbicas (o equivalente a 6,4 litros), que debitava 613 cv a 6.750 rpm e 69,3 mkgf de torque a 5.500 rpm. Ou seja, mesmo em 2004 o GR1 já tinha números de potência e torque próximos dos esportivos atuais. Não havia números oficiais de desempenho, mas estima-se que o 0-100 km/h dele seria cumprido em menos de quatro segundos, e que a máxima passaria com facilidade dos 320 km/h, ainda que o único protótipo existente tenha limitação eletrônica inferior a essa velocidade. Para colocar o carro para andar, uma transmissão transeixo de seis marchas da Ricardo. Com o motor na frente e o câmbio atrás, a distribuição de peso era próxima da ideal. Por dentro, nada do arrojo ou do futurismo dos carros-conceito. O interior do GR1 foi pensado para se assemelhar a um carro de corrida. Isso significa que os bancos são conchas de carbono e o painel guarda quase todos os mostradores analógicos, com a exceção do velocímetro digital. No carro havia também um sistema de som capaz de, não só ler, como também gravar arquivos em MP3 (a Ford pensou nisso como uma maneira de o piloto gravar as próprias impressões ao dirigir num circuito). No painel, o motorista-piloto também poderia conferir aceleração e pressão dos pneus, além das forças G em curvas e frenagens, que eram transmitidas a ele ao passageiro em tempo real. Apesar de ter sido apresentado e ter chamado bastante atenção do público nos salões onde ficou exposto, o GR1 acabou não sendo produzido. Em 2007, quando a produção do Ford GT já estava perto do fim, houve alguns boatos de que o GR1 poderia finalmente chegar às ruas. Mas, no final das contas não passou de um boato. É esperar que um dia isso aconteça… será?

por 26 de janeiro de 2013 Conceitos, Shelby

Orgulho americano, revisado e refinado

Por Pedro Ivo Faro

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Se há um país onde o patriotismo impera, esse país é os Estados Unidos. Eles não só mostram isso ao mundo, como “vendem” também (a indústria cinematográfica está aí para comprovar). E têm um tremendo orgulho em exibir para os outros que o que eles fazem tem o selo “Made in U.S.A.”. Nos carros não é diferente, mais precisamente no mundo dos esportivos. Mas, nesse campo, parece que eles aprenderam com os rivais europeus. corvette_stingray_11
Diferente do futebol, onde os americanos ainda estão um pouco distantes da qualidade de ingleses e alemães, por exemplo, no universo dos esportivos e/ou supercarros, a diferença se dilui. Se há menos de vinte anos seus esportivos seguias a máxima “motor grande, muito torque e suspensão molenga”, hoje essa máxima carece de revisão, urgentemente.
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O melhor exemplo são os três esportivos mais emblemáticos da terra do “Stars and Stripes” (como eles batizaram sua seleção de futebol): o recém-lançado Corvette Stingray, o SRT Viper e o Ford Mustang Shelby GT500. O “Vette” está mais refinado do que nunca. Mais leve, com peças de composto misto de fibra de vidro e carbono e capô e teto de fibra de carbono. No câmbio, sete marchas à frente. E a suspensão – item que deixava qualquer carro americano aquém dos europeus – o Chevrolet agora vem bem-servido do opcional MagneRide de 3ª geração.
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Se os 456 cv soam poucos para encarar os 570 de uma Ferrari 458 Italia, vale lembrar que ele é o primeiro da nova linhagem. Para os próximos anos podemos aguardar um novo ZO6 e, quem sabe, outra monstruosidade chamada ZR1. E não custa lembrar que boa parte da atitude menos americana e mais europeia do Corvette nas ruas e estradas vem das vitórias que a Chevrolet obteve em várias corridas de longa duração mundo afora nos anos 2000.
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O SRT Viper não fica atrás do rival, mas é mais “americano” que o Chevrolet. Desde o enorme V10 de 8,4 litros e 648 cv até a transmissão manual de seis marchas – mais convencional que a de sete do Corvette –, o Viper traduz melhor a máxima do saudoso Carrol Shelby, de que “não há substituição para polegadas cúbicas”. Nem mesmo a aquisição da Chrysler pela Fiat fez com que o Viper perdesse a “índole” americana. Ele agora é mais refinado, possui controle de tração, de estabilidade e suspensão ajustável para rua ou pista, mas dificilmente isso põe rédeas na selvageria do V10.
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Dos três o Mustang talvez seja o menos lembrado nesse momento. Com alguns anos de lançado, o brilho do cavalo galopante americano já não é tão evidente como em outros tempos, mas mesmo ele está muito mais refinado que seus antecessores. A versão Shelby GT500, que rivaliza com Viper e Corvette vai além do V8 de 650 cv: traz controle de largada, diferencial de deslizamento limitado e freios de competição Brembo, além de, é claro, controle de tração. E, como o próprio Shelby disse antes de morrer, “qualquer carro hoje passa dos 600 cv”, então sob a supervisão dele a preparadora fez um GT500 com 1.000 cv. Tá bom ou quer mais?
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Quem sentiu falta do Chevrolet Camaro nessa lista (que se tornaria um quarteto), pode ter certeza que ele não foi esquecido. Na verdade, de todos os americanos aqui, talvez ele seja o que mais recorde a velha-guarda ianque em performance na versão SS. Todas as publicações que testaram o carro enfatizaram que ele é mais firme que os americanos de antigamente, mas aquém de Ferraris, Porsches e Lambos, assim como os freios, que são mais propensos ao “fading”, que os concorrentes. Por outro lado, a versão ZL1 joga os parâmetros para outro patamar, usando e abusando de itens já descritos aqui, deixando o esportivo de entrada da GM no mesmo patamar dos europeus. No final das contas, constata-se que o Velho Mundo trouxe boas lições para os americanos. O orgulho ianque permanece, mas revisto e refinado.

por 21 de janeiro de 2013 Chevrolet, Dodge, Ford, Shelby

Shelby cria pacote de melhorias para o Focus ST

Pacote custa US$ 14.995 sem o carro, que parte dos US$ 23.700

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O novo Ford Focus ST é o mais novo modelo da gama da Shelby American.  A empresa apresentou no Salão de Detroit o pacote Shelby para o hatch. Serão apenas 500 vendidos atualmente ao preço de US$ 14.995 (R$ 30.640), sendo que só o carro custa mais US$ 23.700 (R$ 48.430). Muito dinheiro. 13324106821289494757
Vale à pena? Bem, o hatch conta com um motor 2.0 EcoBoost de 250 cv (o mesmo do Fusion) e com o pacote recebe novas rodas calçadas com pneus de alto desempenho, novo conjunto de suspensão que o deixa mais baixo, Há ainda freios com disco perfurado e sistema de escape Borla. Por fora, além das rodas, há três pacotes de personalização com decalques, entradas de ar funcionais, apliques de fibra de carbono na dianteira e traseira e spoilers feitos do mesmo material. O interior também é customizado à moda da Shelby, com pomo do câmbio exclusivo e identificação da Shelby. Sob o capô há apenas insertos de fibra de carbono, mas a Shelby trabalha em pacote opcional para deixar o ST ainda mais potente.

por 18 de janeiro de 2013 Ford, Salão de Detroit, Shelby

Shelby SuperCars quer marca de carro mais rápido do mundo de volta

ssc-teaser(1) Em junho o Bugatti Veyron Super Sports chegou aos 431km/h tomando do Shelby SSC Ultimate Aero, e seus 412,28 km/h, o posto de carro mais rápido do mundo. Mas a Shelby SuperCars não quer deixar barato e ainda neste ano irá apresentar a nova geração de seu esportivo. A Shelby já colocou em seu site um teaser da nova geração do SSC Ultimate Aero, onde diz em inglês “Because life Begins at 250” (“Porque a vida começa aos 250”), referente à barreira de 250 milhas por hora, ou 400km por hora. O novo modelo terá 12 unidades produzidas cada uma com preço entre US$ 800 mil e US$ 900 mil (entre R$ 1,4 milhão e R$ 1,575 milhão) e deve fazer seu teste de velocidade no mês que vem. 12820494252832ultimate-aero-nv-2 (Custom)(1)(1)

Fonte | MotorDream

por 17 de agosto de 2010 Bugatti, Shelby

Mustang Shelby ganha versão GT350 2010

07shelbygt3502011 A Shelby, preparadora de esportivos da Ford divulgou nesta última terça-feira, a mais nova versão do Mustang GT350. Esta é a última geração da versão, lançada há 45 anos, e utilizará o novo motor 5.0 V8 com maisde potência vinda de um supercharger. 05shelbygt350201106shelbygt3502011 Embora os dados tecnicos não tenham sido divulgados, é quase que certo que ele tenha mais de 500cv. Para aprimorar sua performance, foi instalado freios com discos de 14” e pinças de seis pistões na dianteira e sistema de suspensão esportiva desenvolvido pela Ford. 10shelbygt3502011 O interior recebeu marcadores de pressão do óleo, combustível e pressão de trabalho do supercharger na coluna A. Tapetes da série GT350, assim como uma plaqueta de identificação. O pacote GT350 poderá ser adicionado a qualquer Mustang GT V8 da nova geração por nada mais que US$ 33.995 (R$ 60.000).

Fonte | Carro Online

por 20 de janeiro de 2010 Ford, Lançamentos, Shelby

Mustang chega oficialmente ao Brasil em 2010

SuperSnake A Ford do Brasil anunciou, nesta quarta-feira (9), que o Mustang será vendido no Brasil por meio de importação oficial, e não independente como até então. A iniciativa vem do empresário Juarez de Souza, dono de uma loja em São Paulo. Segundo a montadora, a Ford Racing, divisão esportiva da Ford, fez um acordo com Souza no mês passado, para poder implantar no Brasil um importador oficial da Mustang Shelby. Além dos veículos importados, o empresário também disponibilizará uma oficina autorizada e, consequentemente, uma garantia de dois anos. 2008_mustang_shelby_gt500kr A partir de janeiro do ano que vem, os Mustang já estarão à venda na atual loja da Forest Trade e depois irão para uma nova loja, em um ponto ainda não especificado na Avenida Juscelino Kubitscheck, na cidade de São Paulo. De acordo com Souza, o primeiro lançamento no ano que vem será o do Shelby Super Snake, modelo esportivo com motor de 750 cavalos. Produzido apenas sob encomenda, o veículo sairá por cerca de R$ 475 mil. glass-mustang Em comparação aos outros modelos, ainda segundo Souza, o GT 500, de 540 cavalos e 5.4 cilindradas, será vendido no Brasil por volta de R$ 170 mil. Na família Shelby, veículos especiais como os modelos FR 550 e FR 475 (esta com câmbio automático), ambos preparados com o kit Ford Racing que inclui compressor, suspensão e freios especiais, custarão em cerca de R$ 230 mil e R$ 240 mil, respectivamente.

Fonte | G1

por 10 de dezembro de 2009 Ford, Lançamentos, Shelby