Suzuki

Suzuki convoca recall do Ignis no Brasil por risco de incêndio

Os componentes necessários para reparo ainda não estão disponíveis

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A Suzuki iniciou um chamado de recall no Brasil para todos as unidades do Ignis fabricadas entre 26 de outubro de 2001 e 29 de novembro de 2002, com chassis não sequenciais de JSAFHX51S25100155 a JSAFHY51S35150074. A convocação se dá pela possibilidade de problemas no conjunto da chave de ignição. Segundo divulgado pela fabricante, o conjunto da chave de ignição do veículo pode perder seu isolamento elétrico pela carbonização da graxa utilizada nos componentes. Com isso, há o risco de incêndio proveniente de faíscas que podem ser geradas durante a partida do veículo. A Suzuki ressalta que os componentes necessários para o reparo ainda não foram disponibilizados, orientando que os proprietários dos Ignis envolvidos no chamado fiquem atentos a qualquer anormalidade nos carros, como cheiro de queimado ou fumaça na região do painel ao dar partida. Caso o veículo apresente algum dos indícios, é recomendado que o motorista pare imediatamente em um local seguro. Para contato, estão disponíveis o telefone 0800 770 3380 e o site oficial da Suzuki no Brasil.

por 15 de maio de 2015 Recalls, Suzuki

Suzuki transfere produção do Jimny para Catalão e encerra atividades em Itumbiara

Jipinho será produzido na fábrica dos Mitsubishi para cortar custos

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A Suzuki vai encerrar suas atividades na fábrica de Itumbiara (GO), que desde 2013 era responsável pela produção do jipinho Jimny. Se até então o modelo era finalizado na unidade, agora será totalmente fabricado na unidade da Mitsubishi em Catalão (GO). Segundo a Suzuki, a medida foi tomada “em busca do máximo de eficiência devido ao momento atual do mercado, no qual os custos têm crescido e o mercado automotivo segue retraído.”

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Encaramos o Suzuki Adventure com um Jimny

Suzuki e Mitsubishi são representadas pelo grupo Souza Ramos no Brasil, daí a proximidade entre as operações das duas empresas. A unidade de Itumbiara tinha capacidade para 7 mil carros por ano e representa investimento de R$ 150 milhões. Com seu fechamento, a Suzuki dispensará 60 dos 100 funcionários em junho. Mas o restante, se quiser, poderá ser transferido para a unidade de Catalão, a 207km de distância. Mas, em meio a tudo isso, a Suzuki descarta abandonar novamente o Brasil.

por 9 de maio de 2015 Mercado, Suzuki

Primeiras impressões – Suzuki S-Cross é racional em tudo, menos nos preços

Desempenho do motor 1.6 é bom, mas preços começam em R$ 74.990

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Carros que misturam características de segmentos diversos podem ser facilmente identificados como crossovers. Esse é o caso de Kia Soul, Peugeot 3008, Fiat Freemont, Mitsubishi ASX e agora também do Suzuki S-Cross. É a evolução do antigo SX4, mas que mudou tanto que já não é um hatch médio. IMG_8927
O nome do antecessor permanece estampado na traseira acima de ‘S-Cross’, seu novo nome de guerra. Nada mais justo, pois sua pegada está diferente. Se antes o destaque era o tamanho reduzido e a tração nas quatro rodas sempre presente, hoje tem dimensões semelhantes às dos utilitários compactos (leia-se Honda HR-V, Jeep Renegade e Renault Duster) e até tem versões com tração apenas na dianteira. Bem normal, aliás. É um bom carro japonês – embora seja fabricado na Hungria -, com acabamento simples e bem executado. O painel até tem a faixa central emborrachada, mas o visual não impressiona. O motorista se acomoda bem com o volante regulável em altura e profundidade, mas um pouco inclinado à esquerda.
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Atrás, três passageiros se acomodam com certo conforto. Há espaço para a cabeça e as pernas, e o terceiro passageiro ainda terá encosto de cabeça e cinto de três pontos, que sai do teto. No porta-malas, a boa capacidade de 440 litros. O visual comportado do S-Cross fez o capô ser baixo e a linha de cintura também, melhorando a visibilidade e eliminando a sensação claustrofóbica que se tem em um carro com cintura alta – principalmente atrás.
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57Mas a casca pouco ousada do Suzuki esconde uma parte técnica que impressiona. Meus olhos de estudante de engenharia mecânica brilharam ao ver a distribuição de aços de alta resistência e prensados a quente em pontos estratégicos da carroceria. Com eles, usa-se menos aço na construção e a carroceira fica mais leve e rígida. Dos 1.335kg do antigo SX4, que era menor, passa a no máximo 1.190kg na versão mais completa. O alívio de peso provoca o efeito dominó que toda a indústria automotiva busca. Um carro mais leve acelera mais rápido, freia melhor, tem menos desgaste de componentes e é mais econômico. Racionais, os japoneses se embasaram nisso na hora de aposentar o motor 2.0  16v de 145cv e 18,7kgfm e escolher o novo 1.6 16v de 120cv e 15,5kgfm. Engana-se quem acha que o desempenho piorou: o tempo de 0 a 100km/h caiu de 12s para 11,7s!
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A versão de entrada, GL, é a única com câmbio manual de cinco velocidades. As demais usam um novo câmbio automático do tipo CVT (com relações continuamente variáveis) que simula sete marchas e tem borboletas para trocas sequenciais.

Bom de curva

Japoneses adoram câmbio CVT e são os que mais investem no sistema. O lado bom está em explorar ao máximo o torque gerado pelo motor, buscando o modo de funcionamento ideal a todo momento. O carro fica muito mais econômico do que se tivesse câmbio automático convencional. Mas também economiza na diversão se você não utilizar o modo sequencial…
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Saio de São Paulo e desço a serra rumo ao Guarujá. Com longos trechos em descida, o S-Cross se sente à vontade, com motor trabalhando quieto, abaixo dos 2000rpm a 110km/h, chegando a registrar média de consumo próxima dos 17km/l. Mas em acelerações, subidas e ultrapassagens as limitações do motor aparecem. Ele se esforça, aumenta o giro e seu ruído invade a cabine sem cerimônia para conseguir cumprir as exigências. Câmbio CVT 7 MarchasÉ que na lista de preferências do Suzuki S-Cross aparecia estradinhas sinuosas, e não rodovias. A suspensão é firme e controla bastante o comportamento do carro nas curvas, mas o que realmente faz diferença é o sistema de tração integral que funciona sob demanda, o chamado AllGrip, opção na versão intermediária GLX e de série na GLS, a mais completa Por padrão, o sistema envia a força apenas para as rodas da frente, mas está sempre lendo condições de tração, aceleração e esterçamento do volante e usa estes parâmetros para decidir se envia força para as rodas de trás. Na prática, basta simular uma manobra brusca para sentir “algo” te empurrando para o lugar certo.

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No console, o seletor da tração mostra do que o S-Cross é capaz. No modo Sport, além de garantir ao menos 15% de força nas rodas de trás, as respostas do acelerador ficam mais rápidas e o motor passa a girar mais. No modo ‘lama e neve”, obriga a tração a controlar a tendência a escapar em pisos escorregadios  e o modo “lock”, no qual a divisão é 50/50, é ideal para locais de baixa aderência ou para sair de um atolamento.

Números irracionais

Lembra-se quando a professora de matemática falou sobre conjuntos e explicou sobre os números irracionais? Ela se referia aos preços do Suzuki S-Cross. Tudo começa nos R$ 74.900 da versão GL manual, que tem ar-condicionado manual, rádio com Bluetooth, rodas de liga leve aro 16”, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, Isofix para e seis airbags.IMG_8901
A versão GLX com tração dianteira sai por R$ 88.900 e soma o câmbio CVT com borboletas, rodas aro 17” e ar-condicionado digital com duas zonas de resfriamento. A tração integral AllGrip eleva o preço a R$ 95.900 e ainda soma bancos em couro. Mas a versão que realmente seria competitiva diante de todos os modelos que o S-Cross consegue ameaçar é muito cara. Cobra R$ 105.900 e soma faróis bi-xênon com leds diurnos, teto solar elétrico de dupla abertura e central multimídia com DVD baseada em Android e capaz de rodar qualquer aplicativo, até o Waze. É muito legal, mas o motorista precisa compartilhar a internet do smartphone pela rede WIFI para ser atualizado. Mas quem for se aventurar por lugares sem sinal de celular pode ir despreocupado: há outro navegador que não depende de internet.

por 27 de abril de 2015 Lançamentos, Suzuki

Suzuki aposta em conceitos para o Salão de Genebra

Novos ventos sopram na marca nipônica

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De olho em brechas em diferentes nichos no mercado europeu, a Suzuki aposta em táticas que caminham em direções opostas. Por um lado, a marca apresenta o conceito iK-2, que adianta a investida da marca japonesa no segmento dos hatches compactos. Ele conviverá com concorrentes de peso, como o Opel Corsa, o VW Polo e o Ford Fiesta. Por outro lado, seu segundo conceito, o iM-4, quer aliar a aptidão 4×4 com baixo preço e design de personalidade. O Salão de Genebra está apenas começando: ele abre as portas amanhã, dia 5 de março.

iK-2

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O protótipo iK-2 é um hatch compacto construído com base em uma plataforma inteiramente nova. Seu design é baseado na identidade “Fluxo Líquido”, que a Suzuki caracteriza como dinâmica e sóbria. A frente se destaca pela grade que parede deslizar dos faróis de LED. Definitivamente, é diferente da maioria dos Suzuki que vimos até aqui. A nova plataforma aposta em aumento na rigidez e redução de peso, o que contribui para a redução de combustível, segurança e estabilidade. Essa plataforma passará a ser usada nos outros modelos da marca. A meta é que a partir da atual sejam formadas outras duas, totalizando três, que substituiriam os quatro modelos atuais de plataformas. suzuki-ik-2-1 (1)
Alinhado com o downsizing inteligente no peso, está o novo motor 1.0 turbo movido a gasolina, batizado de BOOSTERJET. Apesar do nome, digamos, peculiar, o propulsor promete não decepcionar na combinação entre eficiência energética e torque e potência. A fórmula do iK-2 para a Europa será o tamanho: terá mais de 4m de comprimento e mais de 2m de entre-eixos, acima da média dos hatches compactos. A velha e boa tática mais por menos. O Swift custaria o mesmo preço, oferecendo uma proposta diferente (tamanho reduzido e pocket rocket). Algo como Clio e Sandero. O lançamento fica para 2016.

iM-4

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Lembra das fórmulas de cinemática? S = S0 + vt + at2/2 é uma delas. A fórmula para o iM-4 promete ser bem mais simples: um pequeno 4×4 com um exterior esplendoroso e baixo consumo de combustível. A regra é Jimny para os puristas e iM-4 para os hipsters. Sem deixar a desejar no design, o iM-4 encararia desde rotas na neve até as trilhas mais difíceis de um terreno acidentado. O design surpreende e foge de qualquer Suzuki já visto – mais do que o próprio iK-2. O formato em caixote foge de referências anteriores (como o Kia Soul) e, não fosse a lateral, proporcionaria algum déjà-vu com o BMW i3. As rodas são um dos principais destaques do conjunto, que aposta na jovialidade e na diferenciação dos outros off-roads da Suzuki, em geral com design defasado ou mesmo eternizado. suzuki-im-4-2 O iM-4 é construído sobre a mesma plataforma do iK-2. A única diferença fica por conta do motor, que desta vez é um 1.2 DUALJET – sem turbo – e do tamanho. Esse crossover é consideravelmente menor que o hatch compacto. Dessa forma, a ideia é que ele não seja muito maior do que um Opel Adam ou do que um Ford Ka. No final das contas, ele é quase um kei-car.

por 4 de março de 2015 Europa, Salão de Genebra, Suzuki

Suzuki divulga teasers dos conceitos do novo Jimny e de hatch inédito

Jipe terá nova geração em 2017 e hatch maior que o Swift chega em 2016

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A Suzuki antecipou duas de suas atrações para o Salão de Genebra, que começa em março. Um deles é o conceito im-4, que seria uma prévia da próxima geração do Jimny, o menor 4×4 da marca. O outro é o conceito IK-2, uma prévia do novo hatch premium da marca. Suzuki-iK-2-Concept As linhas do IK-2 são compatíveis com a do YRA, um hatch maior e mais versátil que seria posicionado próximo ao Swift na gama da marca e já foi flagrado pronto na Índia. O lançamento deste hatch está previsto para 2016 e um de seus principais concorrentes seria o Honda Fit. O Suzuki im-4, por sua vez, dá pistas da nova geração do Jimny. A ideia é continuar como um carro leve, com motor pequeno e com a mesma capacidade fora de estrada, mas com projeto atualizado para os padrões atuais. Isso também diz respeito ao design, que desde já aparenta estar muito a frente do atual. O lançamento está previsto para 2017.

por 6 de fevereiro de 2015 Salão de Genebra, Segredos, Suzuki

Suzuki terá seis novos modelos até 2017

Nova geração do Jimny é um deles

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A Suzuki espera por um futuro melhor. Apesar da presença discreta, a marca vende bem seus compactos na Europa e na Ásia, mas quer ir mais além. Está em seus planos o lançamento de seis novos modelos até 2017, assim como reestilizar boa parte dos modelos atuais até lá. suzuki-celerio-28-1
Não entra na conta o pequeno Celerio, que chega às concessionárias da Europa nas próximas semanas, mas um novo compacto urbano deverá aparecer para complementar a gama de modelos de entrada da marca.
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Acima, o Swift permanece pelo menos até 2016 dos seus bons resultados em vendas na Europa e em outros mercados, como a  Índia, onde é um dos carros mais vendidos. Mesmo assim, a Suzuki pretende ter um carro maior e mais espaçoso no mesmo patamar. Este modelo em questão é conhecido como YRA e já foi flagrado praticamente pronto.
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Entre os SUVs a Suzuki tem nas mangas a nova geração do Vitara que começa a ser vendida em janeiro, mas planeja ter um utilitário mais em conta e racional. Ela ainda pode criar uma espécie de crossover baseado no novo compacto que lançará no ano que vem.
0 A última novidade desta safra será a nova geração do Jimny, já em 2017. Manter a mesma capacidade fora de estrada em um carro leve, com motor pequeno e barato de manter é fundamental. A ideia é atualizar o projeto para os dias atuais.

por 1 de dezembro de 2014 Segredos, Suzuki

Salão de São Paulo – Suzuki S-Cross chega em 2015 para substituir o SX4

Novo crossover que se tornar o carro mais vendido da marca

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Desde que retornou ao Brasil, em 2008, a Suzuki aposta numa presença modesta e só este ano resolveu ir além dos SUVs, jipes e aventureiros lançando o Swift Sport. O compacto esportivo ainda soa como novidade no estande da marca, mas o grande destaque é o crossover S-Cross, substituto do SX4 que chega às lojas em meados de 2015. 07 - UsjlJwY
Se a Suzuki precisou inventar o termo “sportcross” para definir o SX4, uma espécie de hatch médio altinho com tração integral, mais difícil ainda será encontrar uma definição para o S-Cross que, apesar da proposta parecida, terá versão com tração dianteira, ou seja, sem qualquer vantagem sobre um hatch médio da mesma faixa de preço.
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Aliás, a faixa de preço começaria nos R$ 70 mil, chegando próximo dos R$ 100 mil nas versões mais completas. Serão versões com tração integral ou dianteira e câmbio manual ou automático CVT com borboletas para trocas sequenciais. O motor é um 1.6 de 120cv e 15,5kgfm de torque, mas que poderia chegar aos 142cv do Swift Sport para melhorar sua imagem diante do consumidor. 24 - sjZq3dp
Curiosamente nesta faixa de preço do S-Cross estão SX4 – com quem conviverá por algum tempo –, Grand Vitara e o Swift Sport que, entretanto, tem proposta completamente diferente. Mesmo assim, a fabricante japonesa espera que o modelo se torne seu carro mais vendido, posto que hoje pertence ao Grand Vitara. Aliás, a Suzuki ainda não tem definição a respeito da importação do novo Vitara, apresentado no mês passado no Salão de Paris. E, segundo representante da marca, se houvesse algo definido isso não seria anunciado agora.
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Crosshiker –
A Suzuki também mostra no Salão do Automóvel o Crosshiker, um conceito de crossover urbano com design futurista, teto de cristal e peso de apenas 810 kg. O motor é de um litro a gasolina com consumo de 32km/l. Seu design agrada mas ainda está distante de um possível modelo de produção. Sua primeira aparição foi no Salão de Tóquio passado, no final de 2013.

por 30 de outubro de 2014 Salão de São Paulo, Suzuki

Suzuki Grand Vitara 2015 tem versão sem estepe na traseira

Nova versão de entrada com câmbio automático custa R$ 79.990

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O Suzuki Grand Vitara já tem sua linha 2015 nas lojas e as novidades ficam por conta de novas versões, uma delas sem o tradicional estepe pendurado na tampa do porta-malas, além de uma nova versão 4×2 com transmissão automática mais acessível. Os preços variam entre R$ 78.490 e R$ 104.290. 236818_445884_gv_preto
O motor 2.0 de 140cv e 18,7kgfm se mantém em todas as versões, com câmbio automático de quatro marchas e opção de câmbio manual nas versões 4×2 e 4×4. A versão mais barata é a 4X2 MT, que custa R$ 78.490. Em seguida vem a 4×2 AT, que custa R$ 79.990 ante os R$ 88.990 do 2014, mas perdeu teto solar e tem rodas aro 17” ao invés de 18”. Assim, seu origem a versão 4×2 AT Premium, pelos mesmos R$ 88.990 atuais. A principal novidade é a versão Special Editon, que troca o estepe pendurado na traseira por um kit de reparo rápido para pneus furados, com um compressor e uma borracha líquida. Por R$ 95.790, é 4×2 AT e tem aerofólio, rodas aro 18”, piscas nos retrovisores, central multimídia, bancos em couro e sensor de pressão dos pneus (exclusividade na linha).
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Versão mais cara é a Limited Editon, vendida apenas na cor bronze com o interior bege por R$ 104.290. Preços da linha 2015 do Grand Vitara:

  • Grand Vitara 4×2 MT – R$ 78.490
  • Grand Vitara 4×2 AT – R$ 79.990
  • Grand Vitara Premium AT 4×2 – R$ 88.990
  • Grand Vitara Special Edition AT 4×2 – R$ 95.790
  • Grand Vitara Limited Edition AT 4×2 – R$ 96.290
  • Grand Vitara 4×4 MT – R$ 87.490
  • Grand Vitara Premium AT 4×4 – R$ 96.990
  • Grand Vitara Limited Edition AT 4×4 – R$ 104.290
por 20 de outubro de 2014 Lançamentos, Suzuki

Nova geração do Suzuki Vitara é mostrada em Paris

Vendas começam no próximo ano

899387517556600007 A nova geração do Vitara está sendo mostrada pela Suzuki no Salão de Paris. Baseada no conceito iV-4, atração do último Salão de Frankfurt, mantém um desenho com muitas linhas retas, como a atual geração.

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Sob o capô, motor diesel M16 1.6 de 122 cv e 32,6 kgfm, acoplado à transmissão automática de seis velocidades ou manual de cinco. O sistema de tração integral ALLGRIP, oriundo do SX4 S-Cross, será opcional. Por padrão a tração será dianteira. Com uma ampla gama de cores e personalização , o lançamento no Reino Unido acontecerá no terceiro trimestre de 2015.

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por 2 de outubro de 2014 Salão de Paris, Suzuki

Suzuki Hayabusa ganha série especial RAZ

Esportiva ganha novo visual e alguns detalhes a mais 10668477_680505642037973_255158373_n[2]

Uma das motos mais velozes do mundo, a Suzuki Hayabusa ganha uma série especial no Brasil. Batizada de RAZ, a moto ganha novo visual e já está disponível nas concessionárias da marca sob o preço-base de R$ 61.900. De fato, a diferença que a esportiva traz frente às Hayabusa “comuns” é apenas o novo grafismo em dois tons, misturando preto e vermelho (cor esta que está, inclusive, no assento, nas pinças de freio e no aro dos pneus). Outra novidade estética é o novo emblema “S”.
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Quanto à motorização, que é o maior destaque da moto desde sempre, ela continua igual: O motor quatro tempos de quatro cilindros, 16 válvulas, DOHC (duplo comando de válvulas no cabeçote) e refrigeração líquida tem 1.340cc e rende 197 cv de potência e 15,81 kgfm de torque. A Hayabusa RAZ também traz freios ABS de série, e rivaliza, entre outras motos, com a Kawazaki Ninja ZX-14R pelo título de mais veloz do mundo.

por 9 de setembro de 2014 Lançamentos, Motocicleta, Suzuki