Sustentabilidade

Acelerador ativo da Bosch promete economia de combustível

A ideia é fazer o motorista sentir como dirigir de forma eficiente

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Econômetro, indicador de mudança de marcha, alertas sonoros e dicas no computador de bordo são algumas formas que fabricantes usam para indicar aos motoristas a forma mais econômica de conduzir seus carros, mas nem sempre resolve. Mas a Bosch culpa seu pé direito (de chumbo, certamente) por 1/4 do consumo do carro e quer contornar isso com um pedal de acelerador inteligente.

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por 15 de fevereiro de 2016 Sustentabilidade, Tecnologia

Renault Megane é o primeiro hibrído da fabricante francesa

Nova versão estará disponível a partir de 2017

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Lançada recentemente pela Renault no Salão de Frankfurt, a nova geração do Megane abre as portas do mundo híbrido para a fabricante francesa. A estreia da tecnologia “Hybrid Assist”, que combina motor elétrico com um outro a Diesel, será com o modelo e estará disponível no início de 2017. Leia mais ›

Audi A6 TDI ultra atravessa 14 países com um tanque de combustível na Europa

O sedã atingiu a média de consumo de 27km/l

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Já imaginou, em tempos de gasolina cara, viajar por 14 países sem precisar parar para abastecer? Pois, na Europa, a Audi mostrou que isto é possível. Embora pareça um anúncio publicitário, a frase anterior não tem exagero algum. Com tal feito, a marca entrou para o livro dos recordes (Guinness) com um Audi A6 2.0 TDI ultra, vendido por 41.800 euros (R$ 146 mil) iniciais na Alemanha.

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por 15 de junho de 2015 Audi, Curiosidades, Sustentabilidade, Tecnologia

Goodyear desenvolve pneu que gera energia elétrica

Componente visa ajudar na autonomia dos carros elétricos

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O grande problema encontrado pelos carros elétricos atuais, além do preconceito, é a baixa autonomia e falta de lugares para o carregamento correto. Visando ajudar a viabilizar este conceito de sustentabilidade, a Goodyear desenvolveu um pneu que gera energia através do movimento do carro. A empresa norte americana desenvolveu um pneu que é capaz de produzir a energia elétrica para alimentar as baterias dos motores, assim como outras tecnologias dos automóveis. Uma solução inovadora com pretensão de revolucionar o futuro dos carros elétricos. O pneu, conhecido pelo código BH03, possui duas formas de produzir energia: A primeira acontece por transformar o calor produzido no interior do pneu em energia, pela absorção do luz/calor do rolamento quando está em movimento. A segunda utiliza as vibrações e as deformações das estradas para gerar energia elétrica. Os novos materiais formam uma rede 3D que constitui a estrutura interna do pneu. Com isso, além de gerar energia, a estrutura pode suportar o peso do automóvel caso o pneu fure – adeus runflat? –. download (1)
Contudo, o pneu é apenas um protótipo e servirá para estudos futuros: "Estamos convencidos que este pneu servirá de inspiração e que o conhecimento aplicado será refletido em desenvolvimentos futuros,” referiu Jean-Pierre Jeusette, Diretor Geral do Centro de Inovação da Goodyear em Luxemburgo, onde o protótipo foi desenvolvido.

por 7 de abril de 2015 Elétricos, Sustentabilidade

Qualidade do ar exige harmonia

Por Fernando Calmon

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Por muito tempo ainda as grandes cidades do mundo terão de conviver com os problemas de emissões de sua frota circulante. Os parâmetros são difíceis de estabelecer entre o viável, técnica e economicamente, e as exigências de ambientalistas. Esses sempre querem metas exageradas, como se nenhum progresso tecnológico tivesse sido feito em décadas de contínua evolução que resultou em nítida melhora da qualidade do ar. Há exemplos claros, como Los Angeles, nos EUA, e mesmo São Paulo, que avançou em relação a 20 ou 30 anos, apesar do grande aumento de veículos. Em Paris, recentemente, um embate menos técnico do que político levou ao rodízio emergencial 50% da frota, porém suspenso antes de afetar os 50% restantes, no segundo dia. Referências da OMS (Organização Mundial de Saúde) são, obviamente, rígidas e aceitas em países de alto poder aquisitivo e populações de idade avançada. Médicos cumprem o papel de minimizar riscos; não precisam fazer contas. Seminário de Emissões 2014, organizado em São Paulo pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), debateu este tema. Discutiu-se harmonização de regras antipoluição (Nota Verde) e de eficiência energética (redução de consumo) do programa Inovar-Auto. Ao homologar há que se verificar se a versão do modelo cabeça de família em termos de emissões é a mesma que apresenta o menor consumo. Uma sugestão seria dispensar modelos eficientes de nova certificação complexa e onerosa. Por outro lado, se notou alguma resistência em aumentar custos com adoção de sistema a bordo do veículo para recuperação de vapores no abastecimento em postos. Menor reatividade do etanol na atmosfera, utilizado em larga escala no Brasil (sozinho ou adicionado à gasolina), já ajuda. Este controle, no entanto, beneficia frentistas expostos a concentrações de vapores de hidrocarbonetos cancerígenos como o benzeno. Especial atenção terá de se dar aos motores com injeção direta de gasolina. Sua capacidade de diminuir consumo (consequentemente emissão de CO2) e aumentar potência/torque vem acompanhada de maior liberação de material particulado. Ou seja, ao seu custo elevado deverá se somar um filtro similar, porém mais simples e barato, aos utilizados em motores a diesel. Apenas o etanol é livre de particulados em sua combustão. A interrupção da inspeção veicular ambiental no município de São Paulo também chamou atenção. Será restabelecida nos próximos meses com periodicidade anual só para veículos com mais de 10 anos de uso. Até três anos estão dispensados (a exemplo do resto do mundo); entre 4 e 10 anos, inspeção bienal, como no exterior. Motores diesel continuarão com inspeção anual na capital paulista. Programas experimentais apontaram que 10% mais emissores emitem o mesmo que os 90% menos poluentes. O resultado ambiental seria extraordinário, se a grande evasão não fosse justamente daquele grupo menor pesquisado. Carros com placas de outros municípios, que circulem mais de 120 dias por ano em São Paulo, deverão também passar por inspeção. Uma falha no programa está na ausência de medições com motor em carga, quando rolos mecânicos simulam o mundo real. Motocicletas também teriam que ser inspecionadas todos os anos em função do uso intensivo.

por 1 de setembro de 2014 Brasil, Mercado, Sustentabilidade

Hyundai estaria preparando um concorrente para o Toyota Prius

Híbrido ainda teria uma versão familiar, a exemplo do Prius V

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Apesar de ter tido sua imagem maculada por erro nos números de consumo de seus carros, a Hyundai conquistou uma parcela dos norte-americanos com seus novos produtos. O próximo passo seria lançar um modelo exclusivamente híbrido, tal como o Toyota Prius, aponta a AutoGuide. Hyundai-Blue-Will-4
As pistas seriam um i30 flagrado camuflado e com traseira alongada, reforçando os rumores de que a Hyundai está mesmo disposta a ir além de híbridos derivados de modelos já consagrados. Ainda sugere que a fabricante sul-coreana trabalha em duas versões de carroceria, com direito a uma versão familiar aos moldes do Prius V. E um concorrente Hyundai seria importante para o Toyota Prius, visto que o Honda Insight, seu principal concorrente, deixará de ser produzido no final do ano para que a Honda possa atualizar suas tecnologias. Não se preocupe com as fotos, são do conceito híbrido Blue-Will, de 2009

por 21 de agosto de 2014 Hyundai, Segredos, Sustentabilidade

Carros serão vendidos no futuro?

Por Fernando Calmon

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Entre as visões sobre o futuro do automóvel nas cidades aparece uma dúvida. Os carros continuarão a ser comprados (à vista ou financiados) como hoje ou a comercialização vai evoluir para a utilização partilhada em que o interessado pagaria exclusivamente pelo uso? Tudo indica que as duas opções coexistirão, mas a tendência é o avanço na direção dessa espécie de aluguel por horas ou mesmo por alguns dias. Independentemente de uma concessionária vir a se tornar também uma locadora e vice-versa, dependendo da legislação específica de cada país, há experiências em curso. Compartilhar carros por curto prazo não é, de fato, uma novidade. Várias empresas especializadas em locação na América do Norte, Europa e até no Brasil já oferecerem esse serviço. Alguns fabricantes de veículos, porém, decidiram aprofundar esse negócio a fim de avaliar o real interesse de compradores em abrir mão da propriedade física em troca do simples uso em momentos convenientes. Tudo começou em outubro de 2008 com a criação do projeto car2go, em Ulm, Alemanha. A iniciativa da Mercedes-Benz envolve o microcarro de dois lugares smart, sempre escrito em letras minúsculas, como o nome do projeto. A alternativa, no caso, foi que os automóveis não ficassem obrigatoriamente em postos fixos. Podem ser reservados, apanhados e devolvidos também em locais públicos, dentro de uma área previamente conhecida. Por isso, iniciou naquela cidade de 120.000 habitantes, a 100 km de Stuttgart, onde se poderia avaliar o funcionamento da operação com 200 unidades. No momento está em 17 cidades da Europa, EUA e Canadá, a frota é pouco superior a 5.000 unidades e passou a incluir versões elétricas do smart. Recentemente, recebeu o reforço de uma plataforma de mobilidade, por meio da rede de telefonia celular, batizada de moovel (também em minúsculas). O moovel é um aplicativo capaz não apenas de localizar e reservar os microcarros de aluguel de curto prazo. Também oferece um modo de avaliar as alternativas de transporte público com horários disponíveis, tempo de deslocamento e tarifas. O serviço inclui a possibilidade de chamar um táxi e até de pagar antecipadamente o serviço de ônibus, trem, bonde ou metrô. Existe a facilidade adicional de interagir às redes de programas de caronas, onde elas existirem. A flexibilidade, assim, é ampla, mas se aplica, por enquanto, às cidades de Stuttgart e Berlin. A car2go parece uma operação consolidada e tem uma base internacional de mais de 200.000 clientes porque o sistema permite alta rotatividade da frota relativamente pequena. Não quer dizer que deu certo em todos os lugares: foi suspenso em Lyon, França. BMW e Volkswagen também iniciaram experiências semelhantes. Já Renault e Peugeot-Citroën introduziram seus carros elétricos, por meio de uso compartilhado, em esquema parecido. Toda essa organização, no entanto, mostra baixa adaptabilidade ao uso mais abrangente do automóvel, que inclui liberdade total de ir e vir por estradas e outros caminhos. Mas como no futuro há espaço para as chamadas rodovias inteligentes, não se descarta que possam se integrar aos programas urbanos.

por 2 de fevereiro de 2013 Mercado, Sustentabilidade

20 Toyota Prius nas praças de São Paulo

Até 116 unidades do híbrido podem ser entregues à cooperativas de táxi

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O lançamento do Toyota Prius no Brasil estava previsto para este final de ano, mas pelo visto ficou para 2013. De toda forma, 20 unidades do híbrido foram entregues a empresas frotistas da cidade de São Paulo que aderiram ao Programa de Táxis Híbridos, implementado pela Prefeitura da cidade em meados deste ano. Malagrine
A Toyota ainda poderá ofertar outros 96 carros, totalizando 116, de acordo com o decreto municipal 53.223. O Toyota Prius é equipado com um motor à gasolina 1.8 de ciclo Atkinson de 98 cv em sincronia com um motor elétrico de 650 Volts que funciona para potencializar o desempenho em altas velocidades e impulsionar as rodas quando o veículo estiver funcionando exclusivamente no modo elétrico. A potência máxima combinada (motores a combustão e elétrico funcionando juntos) é de 138 cv. Há alguns meses alguns Nissan LEAF, 100% elétricos, também integram a frota de táxis de São Paulo.
Malagrine

por 11 de dezembro de 2012 Sustentabilidade, Toyota

Nissan e Petrobras firmam parceria para expandir rede de recarga de elétricos

1 Petrobras Distribuidora e Nissan assinam memorando de entendimentos sobre recarga de veículos elétricos (1) - Cópia
Com  objetivo de estudar a expansão da infraestrutura necessária para a recarga de veículos elétricos no Brasil, a Nissan do Brasil e a Petrobras Distribuidora assinaram nesta terça-feira (19) um memorando de entendimentos, cujos frutos devem ser vistos a médio e longo prazo. Essa parceria envolve desde a infraestrutura e produtos até os serviços necessários para que a Rede de Postos Petrobras possa atender a demanda dos veículos puramente elétricos e híbridos plug-in. nissan-leaf_posto-do-futuroNo evento de formalização do acordo, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro, com a presença do presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, e do diretor-geral da Nissan, François Dossa, falou-se um pouco sobre o futuro do carro elétrico no Brasil. Para Dossa, o consumidor logo irá cobrar por veículos com emissão zero de poluentes, auxiliando as fabricantes na negociação com o governo federal em busca de incentivos para estes veículos. As duas empresas já eram parceiras desde o ano passado, quando a Petrobras recarregou uma unidade do LEAF no no Posto do Futuro Petrobras, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O LEAF é a grande aposta na Nissan neste sentido. Lançado em 2010 como o primeiro veículo 100% elétrico produzido em larga escala, tem autonomia para 160 quilômetros, menos da metade do que um carro com motor térmico é capaz de rodar, daí a importância de uma ampla rede de recarga. Utilizando um carregador de 400 volts, 80% da carga é alcançada em apenas 30 minutos. Questionado a respeito dos modelos que serão fabricados na planta que a Nissan construirá em Resende (RJ), François Dossa confirmou apenas o compacto March, descartando em um primeiro momento a produção de outros modelos na fábrica – os cogitados Versa e Juke, com os quais o March compartilha a sua plataforma. O executivo apontou que a terraplanagem do terreno já está sendo feita e que a planta entrará em operação em fevereiro de 2014. Fotos | Henrique Rodriguez, Divulgação

por 19 de junho de 2012 Nissan, Sustentabilidade

PSA apresenta modelos HYbrid4 com biodiesel no Rio de Janeiro

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Enquanto a Conferência Rio +20 2012 acontece no Rio de Janeiro, a Citroën resolveu mostrar em solo brasileiro o seu projeto de tecnologias mais limpas: juntou o sistema HYbrid4 (com motores a diesel e elétrico) e o biodiesel 100% brasileiro e vegetal. Os modelos DS5 HYbrid4 e 3008 HYbrid4 já são vendidos na Europa e, conforme a marca, são os carros de série, equipados com motor a combustão ou híbridos, com menor nível de emissões de CO2/km a rodar no Brasil. PSA_HYbrid4_3008 e DS5_TexBank Image03
Os veículos já estão rodando no Brasil. Abastecidos com o biodiesel B30, desenvolvido como parte do Projeto Biodiesel Brasil, uma parceria entre a PSA Peugeot Citroën e o Ladetel PSA_HYbrid4_Botão seletor de opção do HYbrid4_VF(Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas), da Universidade de São Paulo, ser]ao incluídos na frota da Peugeot e Citroën utilizada nos testes da 3ª fase do Projeto Biodiesel Brasil, e devem participar também dos testes de viabilidade do biodiesel B100 (100% bio). O Grupo PSA está investindo R$ 1,5 milhão nesta fase do projeto até 2013. A tecnologia Hybrid4 associa um bloco diesel HDi de 163 cv à eficácia de um propulsor elétrico, totalizando 200 cv. As emissões de CO2, que seriam de 99g/km com diesel normal, caem para 75g/km com o uso de biodiesel brasileiro. Um carro popular com motor 1.0 flex e de menos de 70 cv emite cerca de 100g CO2/km. Isso demonstra, de fato, a menor emissão dos motores à diesel. O consumo dos franceses pode chegar a incríveis 26,3 km/l. Pena que o governo brasileiro ainda restrinja o uso de diesel e biodiesel a veículos pequenos.

por 13 de junho de 2012 Brasil, Citroën, Peugeot, PSA, Sustentabilidade