Sustentabilidade

PSA apresenta modelos HYbrid4 com biodiesel no Rio de Janeiro

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Enquanto a Conferência Rio +20 2012 acontece no Rio de Janeiro, a Citroën resolveu mostrar em solo brasileiro o seu projeto de tecnologias mais limpas: juntou o sistema HYbrid4 (com motores a diesel e elétrico) e o biodiesel 100% brasileiro e vegetal. Os modelos DS5 HYbrid4 e 3008 HYbrid4 já são vendidos na Europa e, conforme a marca, são os carros de série, equipados com motor a combustão ou híbridos, com menor nível de emissões de CO2/km a rodar no Brasil. PSA_HYbrid4_3008 e DS5_TexBank Image03
Os veículos já estão rodando no Brasil. Abastecidos com o biodiesel B30, desenvolvido como parte do Projeto Biodiesel Brasil, uma parceria entre a PSA Peugeot Citroën e o Ladetel PSA_HYbrid4_Botão seletor de opção do HYbrid4_VF(Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas), da Universidade de São Paulo, ser]ao incluídos na frota da Peugeot e Citroën utilizada nos testes da 3ª fase do Projeto Biodiesel Brasil, e devem participar também dos testes de viabilidade do biodiesel B100 (100% bio). O Grupo PSA está investindo R$ 1,5 milhão nesta fase do projeto até 2013. A tecnologia Hybrid4 associa um bloco diesel HDi de 163 cv à eficácia de um propulsor elétrico, totalizando 200 cv. As emissões de CO2, que seriam de 99g/km com diesel normal, caem para 75g/km com o uso de biodiesel brasileiro. Um carro popular com motor 1.0 flex e de menos de 70 cv emite cerca de 100g CO2/km. Isso demonstra, de fato, a menor emissão dos motores à diesel. O consumo dos franceses pode chegar a incríveis 26,3 km/l. Pena que o governo brasileiro ainda restrinja o uso de diesel e biodiesel a veículos pequenos.

por 13 de junho de 2012 Brasil, Citroën, Peugeot, PSA, Sustentabilidade

Foco no controle de emissões

Por Fernando Calmon CO2 emissionsEmbora o Brasil ainda não tenha alcançado alta taxa de motorização (5,5 habitantes/veículos contra menos de 2 hab./veic. nos países centrais), algumas regiões metropolitanas se aproximam de índices das nações avançadas. No aspecto de cuidados com o meio ambiente ao envolver uma frota de 35 milhões de automóveis e veículos comerciais, além de 12 milhões de motocicletas, até que o País se situa razoavelmente bem. Desde 1986, o Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) provou ser iniciativa de sucesso. Veículos leves com motores de ciclo Otto cumpriram as seis fases de redução de emissões gasosas, que resultaram em queda significativa da poluição. Veículos pesados com motores de ciclo Diesel sofreram tropeços no cronograma. Só agora, em 2012, entrou nos eixos ao estrearem novos motores e combustível de baixo teor de enxofre (50 mg/kg ou 50 ppm). No próximo ano chegará o diesel S10, de apenas 10 ppm de enxofre. A fim de discutir o futuro do controle de emissões, inclusive motos, a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva organizou um seminário recente em São Paulo. A fase L-7 para automóveis está prevista para 2015 ou 2016. Teor de enxofre na gasolina (etanol não tem enxofre) será diminuído para 50 ppm em 2014. Abre caminho, assim, aos motores flexíveis etanol/gasolina com injeção direta de combustível. Essa conquista tecnológica exige gasolina de baixo teor de enxofre para se obter economia de combustível e simultâneo aumento de potência, além de cortar emissões. A injeção direta é um sistema de formação de mistura ar-combustível que consegue subverter a lógica de maior potência, maior consumo. A atual injeção indireta representou um passo adiante. Porém, a tendência no exterior é substituí-la, mesmo a custo maior. Ponto interessante do seminário foi a pouca divulgada política do governo de São Paulo para combater gases de efeito estufa, responsáveis por possíveis mudanças climáticas no planeta. Trata-se da iniciativa estadual mais relevante no País, que organiza, em junho, a Conferência das Nações Unidas de Desenvolvimento Sustentável (Rio +20). Existe a pretensão de emitir 20% menos gás carbônico (CO2) em relação a 2005, em território paulista. CO2 é subproduto atóxico da combustão de motores convencionais. Os meios de transporte respondem, em média, por um quinto das emissões de efeito estufa no mundo. Não há filtros ou catalisadores: só resolve se reduzir consumo de combustível. São Paulo considera que seu perfil socioeconômico exige maior atenção ao controle da frota. Estima-se que veículos motorizados respondam, no Estado, por cerca de 30% do total de CO2 emitido. Eis algumas propostas para o segmento de veículos leves: ampliação da inspeção ambiental • incentivo ao uso de etanol • programa de renovação e reciclagem de veículos • selo socioambiental nas compras oficiais • ampliação de etiquetagem veicular (consumo de combustível). Para tornar competitivo o etanol, o governo cogita de criar a chamada nota fiscal “verde” emitida nos postos de abastecimento. Afinal, biocombustível de cana anula, praticamente, a emissões de CO2 no escapamento, quando a planta cresce no campo. Não é possível com combustíveis fósseis.fscalmon23_thumb133322[3][2][3][2][3][3][3][3][3][3][3][3][3]

por 13 de junho de 2012 Alta Roda, Sustentabilidade

Agrale levará Marruá elétrico para a Rio +20

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A Agrale, montadora brasileira com fábrica situada na cidade gaúcha de Caxias do Sul, anunciou um protótipo elétrico do jipe Marruá. O conceito será exposto durante a Rio +20, conferência internacional da ONU que será realizada a partir de hoje (13) até o dia 22. Outra montadora aproveitará o evento para divulgar suas tecnologias tecnológicas: a BMW. No caso da Agrale, trata-se de um modelo sem previsão de lançamento, mas que combina conceitos inusitados. Isso porque jipes não costumam aliar a imagem verde ao desempenho off-road, mas a Agrale garante que ele segue as características – elogiadas, por sinal – dos outros modelos comuns da marca. Produzido em conjunto com a Itaipu Binacional e a fornecedora de componentes Stola do Brasil, o Marruá elétrico é movido por um motor elétrico de 54 cavalos e de torque máximo de 13,3 kgfm, que por sua vez é alimentado por duas baterias de sódio. Segundo Pedro Soares, diretor técnico da Agrale, esse tipo de tecnologia é positivo pois adapta melhor o modelo ao clima tropical, além de aproveitar a abundância do sódio na natureza e o fato de ser três vezes mais leves que as convencionais de chumbo-ácido. A montadora gaúcha não confirma sua produção, mas disse que seu uso poderia ser focado em áreas de preservação ambiental, já que ele não poluiria nem o ar nem o ambiente sonoro dos animais. Esperamos que seja produzido.

por 13 de junho de 2012 Agrale, Sustentabilidade

BMW mostrará modelos elétricos na Rio+ 20

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Entre os dias 13 e 22 de junho acontecerá no Rio de Janeiro a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, ou Rio+ 20, e uma das atrações será a apresentação de dois veículos elétricos da BMW. Os modelos serão o BMW Concept ActiveE e o Mini E, que serão referências para a criação dos veículos da divisão i da BMW, como o i3 e o i8. mini_e_1810_3[3] O Autódromo de Jacarepaguá será o palco dos testes de dez veículos elétricos, cinco de cada modelo, que serão guiados por jornalistas e alguns convidados. O evento contará com a presença do presidente do BMW Group Brasil e de alguns executivos da matriz alemã, em debates de questões relacionadas à sustentabilidade.
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Os principais assuntos apresentados pela fabricante serão as metas e sugestões de mobilidade, além do propósito de sua divisão BMW i, criada com o objetivo de oferecer soluções sustentáveis de mobilidade e que até aqui possui dois modelos, o i3 e o i8, na imagem acima.

por 8 de junho de 2012 BMW, Elétricos, Sustentabilidade

Volta rápida – Volvo C30 Eletric

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Existem muitos alguns carros elétricos e com motores a combustão enfadonhos, mas este não é o caso do Volvo C30 Eletric. Tive a oportunidade de dar uma volta pelo centro de Itajaí (SC) ao volante deste modelo durante o Volvo Ocean Race. A volta foi rápida, mas suficiente para eliminar o conceito de veículo elétrico que formei com o uso de bicicleta, scooter e carros de golf elétricos. Volvo C30 Eletric (8)
O Volvo C30 Eletric tem tração totalmente elétrica, que está a cargo de um motor de 82 kW (equivalente a 111 cavalos). Potência de motor 1.6, mas o torque é maior que o da maioria dos motores 2.0, inclusive o do C30 civil; são 22,4 kgfm de torque, que estão disponíveis a qualquer momento. Por ter sido desenvolvido para também encarar o gélido inverno sueco, um aquecedor movido a etanol pode entrar em operação para deixar as baterias (instaladas no lugar do tanque de combustível e da transmissão) e o motorista na temperatura ideal de funcionamento. Estas baterias (que pesam 280 kg juntas) garantem autonomia de 150 km.Volvo C30 Eletric (9)
Após enfiar a chave – toda feita em plástico – em seu devido local, sou instruído por Bengt, um sueco, ex-piloto de rali e há 25 anos instrutor da Volvo, a pisar no freio e girar a chave. O passo seguinte é desativar os freios elétricos de estacionamento; pressiono a alavanca e ouço um ruído de efeito especial de Star Wars vindo das rodas. Isto me credencia a pisar no acelerador e sair do Race Village para saber qual é a desse C30.
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As características do C30 Eletric são capazes de fazer feliz quem gosta de acelerações rápidas e contínuas, mas que não ultrapassa os limites de velocidade legais. É legal para quem gosta de sair rápido de semáforos. Isto porque, apesar da força, o peso extra das baterias o deixa com 1.600 kg, e com aceleração de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos – um 2.0 o hatch é 1,5 s mais rápido. A velocidade máxima é reduzida, limitada a 130 km/h para garantir a autonomia e a vida útil da bateria, ante os 210 km/h que a versão normal pode atingir. high_INTL_30646 Talvez por ser elétrica, a direção do C30 Eletric se mostra mais pesada, mas se mantém firme. O peso extra das baterias mostram seus efeitos no comportamento do carro, por abaixarem seu centro de gravidade, o deixando mais agarrado nas curvas, sem afetar a boa suspensão, independente nas quatro rodas. Isso também favoreceu o desfavorecido porta-malas, que não perdeu nenhum dos seus 251 litros.
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Apesar de a sensação ser a de dirigir um automóvel diesel com os ouvidos tampados, o Volvo C30 Eletric é divertido. Se por um lado é um C30 adaptado, por outro isto o torna um exemplar dos raros elétricos bonitos em produção – ainda que experimental. Até o final deste ano, 250 unidades do Volvo C30 Eletric terão saído da fábrica de Gotemburgo para cair nas mãos de órgãos governamentais de Suécia, Bélgica, Holanda e Noruega. Volvo C30 Eletric (4)Volvo C30 Eletric (3)
Fotos | Henrique Rodriguez * Viagem a convite da Volvo Cars

por 24 de abril de 2012 Eventos, Sustentabilidade, Volvo

Volkswagen anuncia Golf elétrico para 2014

Volkswagen-Golf_blue-e-motion_Concept_2010_800x600_wallpaper_01 A Volkswagen divulgou alguns detalhes da versão 100% elétrica do Golf, a Blue-e-motion. O modelo só chegará ao mercado em 2014, e usará de partes mais aerodinâmicas na carroceria, pneus de baixa resistência e freior regenerativos. Mas nesse caso, o objetivo não é a redução de consumo de combustível ou de emissões, e sim a economia da energia armazenada em uma bateria de íon-lítio de 26,5 kWh. Volkswagen-Golf_blue-e-motion_Concept_2010_800x600_wallpaper_0f É essa bateria que alimenta o motor de 115cv de potência e garante autonomia de 150km. Mesmo com velocidade limitada em 135km/h o desempenho é rasoável, indo de 0 a 100 km/h em 11,5 seg. Mas isso é com o máximo de desempenho… O modelo ainda conta com outros dois modos de condução mais econômicos, um com 88cv que chega a 115km/h e outra ainda mais fraca, que chega aos 105 km/h com a força de 69cv. Volkswagen-Golf_blue-e-motion_Concept_2010_800x600_wallpaper_11

Fonte | iCarros

por 11 de novembro de 2010 Europa, Sustentabilidade, Volkswagen

Lula adia discussão sobre incentivos ao carro elétrico no país

Audi e-tron Lula elétricos 3) Na última semana o presidente Lula deveria ter anunciado incentivos aos veículos elétricos no país, mas divergências entre ministérios fizeram com que as medidas fossem adiadas  para junho. Os ministérios da Fazenda, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia defendem as medidas, mas o Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio teme que os incentivos venham a prejudicar a competitividade do etanol e do biodiesel. O presidente defende com unhas e dentes o uso do etanol e os carros flex, que ele apresenta lá fora como sendo o combustível alternativo oficial no Brasil. Nada contra, nosso etanol, da cana-de-açúcar, é dos que tem o melhor aproveitamento energético. Entretanto, os carros elétricos são o futuro da indústria automobilística mundial, sendo a solução ideal para o transporte urbano. Audi e-tron Lula elétricos (1) Audi e-tron Lula elétricos (2)Enquanto lá fora há incentivos aos veículos elétricos e de baixas emissões, e as montadoras investem nisso, e inclusive já vendem seus carros híbridos e elétricos. No Brasil não há incentivo nem para os carros flex! Que dirá para os elétricos… Na segunda-feira o presidente Lula esteve na cerimônia de abertura do Challenge Bibendum, evento organizado pela Michelin para debater sobre soluções de mobilidade e alternativas ao uso do petróleo, e andou no Audi e-tron, um esportivo elétrico, e em um ônibus movido á hidrogênio. Mas se mostrou duvidoso com relação à viabilidade dos elétricos quando disse:

"É carro elétrico para cá, carro elétrico para lá, mas não se sabe ainda se alguém vai produzir em grande escala"

Audi e-tron Lula elétricos () Espero que depois de diser isso o Lula tenha prestado atenção no evento e nos veículos expostos. Se ele fez isso, viu que a eletricidade termina sendo mais barata que os combustível, e que o carro elétrico é silencioso e não polui (ele não polui, dependendo da fonte de energia). Entre os benefícios que seriam anunciados, estava a redução do IPI e a inclusão da tecnologia elétrica no planejamento energético do país. No Challenge Bibendum, a  CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) mostrou unidades do escandinavo THINK City que farão parte de sua frota. Totalmente elétrico, ele roda em média 160km com uma carga, e há planos de que a THINK venda seus elétricos no país, mas isso depende dos incentivos…

por 2 de junho de 2010 Brasil, Eventos, Sustentabilidade

DianZi Neo, compacto elétrico será vendido no Brasil em breve

A DianZi Motors, uma empresa nacional, lançará ainda neste ano o primeiro veículo elétrico do Brasil para comercialização em massa, trata-se de um compacto urbano importado da China, onde é produzido pela Anhui Anchi. O carrinho é bastante compacto, com duas portas e espaço para quatro passageiros.
O carro será batizado de Neo por aqui. O DianZi (eletricidade em Mandarim, idioma oficial da China) Neo terá vidros e travas elétricas, faróis de neblina, rodas de 15 polegadas e repetidores de pisca nos retrovisores. Como opcionais possui alarme, bancos em couro sintético, sensor de estacionamento e películas. Direção hidráulica, ar-condicionado e airbags não são citados.
Na questão beleza o carrinho se dá bem, mas isso está longe de ser suficiente. O motor elétrico gera apenas 8,8 cavalos, porém com picos de 20 cv, suficiente para levar seus 850kg à velocidade máxima de 80 km/h. A Autonomia é de 150 km com velocidade constante de 55 km/h. As baterias de chumbo demoram 8 horas para serem carregadas. Em quatro horas é possível carregar 80% da capacidade.
A marca inicia suas operações em abril, e o preço do Neo ficará entre 55 e 65 mil reais (obrigado ao leitor “Pintomix” pelo dado). Para este carrinho fazer sucesso será necessário uma boa divulgação e alguns detalhes irão atrapalhar, como falta de ar-condicionado, direção hidráulica, ABS e airbags. Talvez estejam alguns deles disponíveis, mas não foram citados até aqui. As baterias poderiam ser de lítio, porém estas são mais caras e o preço será de fundamental importância. É esperar para ver.

Fonte | Auto Diário

por 25 de fevereiro de 2010 DianZi Motors, Lançamentos, Sustentabilidade

Toyota MR2 Sports Hybrid Concept é revelado

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Ainda que seja um mero protótipo, o  Toyota MR2 Sports Hybrid Concept, que está em exibição no Tokyo Auto Show adianta o projeto de um futuro roadster híbrido da Toyota, um rival para o Honda CR-Z  em um futuro não muito distante. Toyota-MR2-Sports-Hybrid-V6-58 Desenvolvido em colaboração com a Gazoo, empresa especializada na preparação dos carros de competição da Toyota, ele usa estrutura do roadster MR2. Com um motor V6 3.3a gasolina com 400 cavalos e um motor eléctrico que faz mover as rodas dianteiras o conceito vai de 0 a 100 km/h em menos de 4,5 segundos. Mesmo com o peso das baterias, ele não é pesado, com apenas 1300 kg. Toyota-MR2-Sports-Hybrid-V6-53

Fonte | Carscoop

por 18 de janeiro de 2010 Salão de Tóquio, Sustentabilidade, Toyota

Chevrolet Volt terá versão 100% elétrica

Chevrolet-Volt_2011_800x600_wallpaper_04 Durante o Salão de Detroit, o vice-presidente da GM, Bob Lutz disse que há pretenção de lançar uma versão 100% elétrica do Chevrolet Volt para competir mercado com o Nissan Leaf. Certamente esta versão terá mais batertias para ter autonomia maior do que os 65km da versão híbrida, que consegue rodar 97,7km com um litro de gasolina. Ter mais baterias afetará diretamente o preço, que na para a versão híbrida é estipulado em US$ 35.000 (R$ 60.000). A versão híbrida será lançada no ano que vem, já a elétrica ainda não tem data definida.

Fonte | Autoblog

por 14 de janeiro de 2010 Chevrolet, Segredos, Sustentabilidade