Motocicleta

Honda CG 160 ganha versão Start por R$ 7.390

Versão de entrada tem apenas freio a tambor

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Lançada em agosto passado, a Honda CG 160 ganha em abril sua versão de entrada, a Start. Custará a partir R$ 7.390 e o que tem de especial é ser mais simples que as versões Fan (R$ 8.390) e Titan (R$ 9.755). Além de novo grafismo e tampa do tanque de combustível do tipo esportivo, a versão Start recebe o motor de 162,7 cm³, que gera 15,1cv @ 8.000rpm e 1,54kgfm @ 6.000rpm, quando abastecida com etanol, e 14,9cv e 1,40kgfm nas mesmas rotações utilizando gasolina.

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por 11 de março de 2016 Honda, Lançamentos, Motocicleta

BMW mostra conceito futurista e novas tecnologias em Las Vegas

Híbrido i8 sem retrovisores e capacete com head-up display também se destacam

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A BMW praticamente transformou a Consumer Electronics Show, feira de tecnologia realizada em Las Vegas, num Salão do Automóvel. A marca aproveitou o evento para mostrar o conceito i Vision Future Interaction, que segundo a própria fabricante, mostra uma ideia de como serão seus carros no futuro, tanto esteticamente, quanto no que diz respeito às inovações. Com design inspirado no híbrido i8 Spyder, o modelo, conversível e sem portas, é autônomo e apresenta a evolução de algumas conveniências, como os comandos por voz e via sensores de movimentos e a conectividade.

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Victory traz a Magnum X-1

Rival da Harley-Davidson promete viagens ‘em milhas e decibéis’
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Viajar de moto hoje tem um conforto maior que há alguns anos, uma vez que determinados segmentos das duas rodas trazem uma infinidade de recursos para quem quer mais comodismo para pegar a estrada. Mas o que dizer de uma moto cujo som pode ter mais potência que aquele que o condutor tem em casa? Eis o caso da Victory Magnum X-1. magnum_x1_angles_45_front_left_[2]
A marca americana, concorrente direta da Harley-Davidson, tem 17 anos de existência, e anuncia “viagens em milhas e decibéis” para seu novo modelo, maior novidade da linha 2016. E, nesse caso, os decibéis não vêm só do escapamento do potente motor da Magnum, mas também do sistema de som de 200 watts de potência e nada menos que dez (!) alto-falantes para as diferentes frequências de som. Outras diferenças frente à Magnum “comum” estão nos faróis de LED, na pintura e nas rodas.
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E para conciliar a potência de som com a potência do desempenho, o motor é o nada modesto Freedom 106, um grande V2 de 1.731cm³ com potência de 90cv e o robusto torque de 14,7kgfm, associado ao câmbio de seis marchas. A moto pesa 345kg a seco. A marca ainda não tem representação nem vendas oficiais no Brasil. Mas, bem que com a presença da Harley e a chegada da Triumph (outra rival de peso) por aqui, a Victory podia pensar a respeito…

por 17 de março de 2015 Lançamentos, Motocicleta

Ducati confirma produção nacional da Monster 821

Naked já teve unidade montada em Manaus para testes e homologação
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Um dos mais recentes lançamentos da Ducati, a Monster 821 foi apresentada na Europa no ano passado. E o modelo já está sendo feito no Brasil! Foi o que informou a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas e Similares (Abraciclo), que confirmou que uma unidade da nova naked da montadora italiana foi fabricada em Manaus mês passado. Inclusive, a própria Ducati confirmou a produção da moto, que deve dar as caras no Brasil no segundo semestre desse ano, sendo uma das atrações do Salão Duas Rodas 2015. Ducati-Monster-821-06
A marca informa também que a unidade fabricada foi montada em parceria com a Dafra para testes e homologação, e que, por enquanto, a Monster 796 continuará em linha no Brasil, ainda que em outros países já tenha sido descontinuada. Seguindo as inovações empregadas na Monster 1200, a 821 possui motor com refrigeração líquida e seu visual ganhou modernidade, quando comparada com a 796.
Ducati-Monster-821-08 O motor é um bicilíndrico em “L”, com 821 cilindradas, capaz de gerar 112 cavalos de potência a 9.250rpm e 9,1kgfm de torque a 7.750rpm. Ele traz acelerador do tipo eletrônico, proporcionando mapas de pilotagem, e trabalha em conjunto com controle de tração (8 modos). Com freios ABS de 3 níveis de ajuste, a naked pesa 205,5kg em ordem de marcha, com o tanque carregando até 17,5 litros de combustível.
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por 17 de março de 2015 Ducati, Lançamentos, Motocicleta

KTM traz a 1190 Adventure para o Brasil

Maxitrail vem diretamente da fábrica de Mattighofen, na Áustria

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A KTM já fincou bandeira no Brasil, mais precisamente desde o ano passado. E segue se expandindo em território nacional. Depois das motos de baixa cilindrada, uma das suas maiores representantes no segmento de alta cilindrada (e, ainda por cima, das maxitrail), desembarca por aqui: trata-se da 1190 Adventure. 2015-KTM-1190-Adventure-R2 O modelo chegou a partir da última segunda-feira, 9, oferecida nas cores laranja e cinza. Ela vem equipada com um motor de dois cilindros em V, de 1.195 cilindradas, que entrega 148 cv de potência, acoplado a uma transmissão manual de seis velocidades. Ela vem importada diretamente da fábrica da KTM em Mattighofen, na Áustria, e traz ainda chassi tubular ultraleve, acelerador eletrônico “Ride-By-Wire”, embreagem deslizante, conjunto de suspensões de alto curso WP (invertidos na dianteira e com regulagens eletrônicas de amortecimento e carga na traseira) e o amortecedor de direção WP.
99379_1190_Adventure_MY_2015 Em termos de frenagem, o conjunto é da marca italiana Brembo, com pinças radiais de 4 pistões na roda dianteira e com duplo pistão na roda traseira, e, pensando na segurança, ela traz o C-ABS (Combined ABS) com modos de regulagem eletrônica e com atuação otimizada em curvas. E, para o conforto, além do assento em dois níveis, há regulagem para o suporte dos pés, e ajuste do para-brisa dianteiro.
2014-KTM-1190-Adventure-Reviews A modernidade aparece no painel em LCD configurável com botões, onde toda a tecnologia da nova aventureira pode ser regulada. É possível controlar o MTC (Motorcycle Traction Control) e os 4 Ride Modes (Sport, Street, Rain e Off-Road), sendo o Off-Road Mode o que permite reduzir a ação do ABS na roda traseira para uma pilotagem mais esportiva (ou mais radical, já que ela também tem determinada aptidão para terrenos ruins). 2015-KTM-1190-Adventure-R4

por 11 de março de 2015 KTM, Lançamentos, Motocicleta

ABS ou CBS passam a ser obrigatórios em motocicletas a partir de 2016

Introdução dos equipamentos acontecerá aos poucos

11-Honda-CBR250R-f-brake Seguindo a linha dos automóveis, que foram obrigados oferecer airbags e ABS de série, agora são as motocicletas que receberam a obrigatoriedade. Publicada hoje, a resolução 509 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) torna obrigatório o sistema antitravamento de freios em motocicletas, motonetas, triciclos e quadriciclos novos a partir de 2016. A resolução torna obrigatória a aplicação de um dos assistentes de frenagem e acontecerá aos poucos. No primeiro ano de vigência da norma, por marca, 10% das motocicletas novas produzidas e vendidas no país terão de ter ABS ou CBS. No ano seguinte esta exigência passará para 30% e para 60%, em 2018. A partir do dia 1º de janeiro de 2019, todos os modelos terão de sair com um dos dois itens. abs_motos
O popular ABS, sistema que impede o travamento das rodas durante a frenagem e o CBS, que combina a atuação dos freios durante uma parada, ajudando a manter o controle do veículo, são comuns em motos de maior cilindrada e preço. De acordo com a medida, as motos abaixo de 300cm³ obrigatoriamente terão que ter o CBS de fábrica e oferecer o ABS como opcional. Já as mais potentes, com mais 300cm³, o ABS será obrigatório.

por 10 de dezembro de 2014 Leis, Motocicleta

Honda Bros 2015 vai além de novo design

Motor 160cc³ e estrutura também são novos

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De olho num segmento que conhece bem – o das motos de uso misto, ou seja, on/off-road – a Honda atualizou a sua representante entre as mais em conta, a Bros. As mudanças não ficaram somente num retoque estético aqui ou um novo item acolá: é, de fato, nova, e com várias mudanças em relação a geração anterior. A começar pelo design, agora a Bros está mais esportiva e robusta. O farol tem carenagem que o integra ao novo painel, digital. Nele estão contidas as informações de velocímetro, tacômetro, hodômetro total e parcial, marcador de combustível, luzes indicativas do funcionamento do sistema elétrico, tudo de fácil visualização.
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E o motor também é novo. Agora a cilindrada aumentou para 162,7 cm³. Refrigerado a ar, ele é de um cilindro do tipo OHC (Over Head Camshaft,) com balancins roletados para diminuir atrito e vibrações, e injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e câmbio de cinco velocidades. Ele é flex, e desenvolve 14,5cv de potência e a 8.500rpm (gasolina) e 14,7 cavalos (etanol) e torque de 1,46kgfm a 5.500rpm (gasolina) e 1,60kgfm a 5.500rpm (etanol). O tanque da Bros 160 tem 12 litros e, além de novas formas, ganhou bomba de combustível interna. Além disso, o novo banco é mais estreito e próximo ao tanque, com altura de 842 mm em relação ao solo, guidão mais baixo e novo escapamento, reposicionado com maior ângulo de inclinação da ponteira. Na estrutura, ela também foi revisada, tendo agora quadro de semiberço duplo em aço, garfo telescópico na dianteira, com curso de suspensão de 180 mm e suspensão traseira do tipo monoamortecida, com curso de 125 mm e possibilidade de ajustes na pré-carga da mola. Aguenta a buraqueira da cidade sem broncas, e até trilhas leves, mas nada no nível de um Rally dos Sertões…
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A nova moto chega disponível em duas versões: ESDD, com freios a disco tanto na dianteira quanto na traseira, e ESD, cujo sistema a disco fica só na dianteira, com preço sugerido de R$ 9,3 mil para o estado de São Paulo.

por 12 de novembro de 2014 Honda, Lançamentos, Motocicleta

Harley-Davidson ‘do povo’, Street 750 será o modelo mais acessível da marca no Brasil

A mais barata era Sportster 883R, de R$ 32.900, que deixa de ser vendida

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O último Harley Days em São Paulo reuniu vários proprietários e fãs das americanas Harley-Davidson, e ainda foi palco do anúncio de uma boa novidade para o Brasil. Lá a marca mostrou ao público pela primeira vez a nova linha Street, incluindo a Street 750, que deverá ser a moto mais barata da marca no país. Entretanto, a marca ainda faz mistério sobre a data da chegada dela ao Brasil, mesmo que haja grandes possibilidades disso. Harley Street 750 (2)
Há, inclusive, uma Harley de cilindrada ainda menor, a Street 500, que foi preterida ao Brasil, pois a marca por aqui prefere ter a imagem de premium, investindo em modelos de maior cilindrada. Inclusive, apesar da não-confirmação, a linha street teve outro “sinal” dado pela marca, durante a apresentação da linha 2015, no dia 17 de outubro. Dessa maneira, a Street 750 deve tomar o lugar da Sportster Iron 883, de R$ 34.100. A irmã desta, a Sportster 883R, de R$ 32.900 deixa de ser vendida no país, e até então era o modelo mais em conta na linha nacional da Harley. A Street 750 tem como base o motor V2 750 (daí o nome dela), com refrigeração líquida e 6,01 kgfm de torque (a Harley não divulga a potência de seus modelos). E, desde o lançamento da V-Rod, em 2000, essa é a primeira Harley a trazer chassi e motor 100% novos. Apesar de parte da produção dela ser nos Estados Unidos e outra estar na Índia, ela deverá ser montada em Manaus para a venda no mercado nacional.

por 5 de novembro de 2014 Brasil, Harley-Davidson, Motocicleta

Profissionais de moto ganham adicional de insalubridade

Acréscimo de 30% foi aprovado este mês

Adicional (2)
Na última terça-feira, 14, os profissionais que trabalham sobre duas rodas tiveram um importante avanço em seus direitos trabalhistas. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), publicou no “Diário Oficial da União” a portaria que aprova o Anexo 5 da Norma Regulamentadora 16 (NR-16), que trata das situações de trabalho com utilização de motocicleta que geram direito ao adicional de periculosidade. Ele foi criado pela lei 12.997 de 18 de junho de 2014, tendo a norma sido acrescentada à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
O adicional de periculosidade é correspondente a 30% do salário do empregado, excluindo-se os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações de lucro. O direito, por sinal, passa a valer desde a data de aprovação, ou seja, 14 de outubro. Entendendo melhor As atividades consideradas perigosas contemplam as que utilizam a motocicleta ou motoneta para fins de trabalho. Logo, por exemplo, não são consideradas perigosas a utilização da motocicleta ou motoneta exclusivamente no percurso da residência para o local de trabalho e vice-versa. Também não entram na lista atividades em veículos que não precisam de emplacamento ou que não têm necessidade de CNH para serem conduzidos. Atividades com motocicletas ou motonetas em locais privados e atividades com uso de motocicleta ou motoneta de forma eventual, ou, se for habitual, ocorrer por tempo extremamente reduzido também não têm direto ao adicional.
Adicional (3)
Os profissionais contemplados pelo adicional de insalubridade são motoboys, mototaxistas e motofretes, assim como toda e qualquer outra atividade laboral que seja desempenhada com o uso de motos. E, para discutir a implementação do adicional, o MTE constituiu um grupo técnico tripartite, que elaborou a proposta de texto do Anexo da NR-16, que foi submetido à consulta pública por um período de 60 dias. Antes disso, a CLT considerava perigosas as atividades que representassem risco acentuado ao trabalhador em virtude de exposição a produtos inflamáveis, explosíveis ou energia elétrica, além de seguranças pessoais ou de patrimônio. Estes já tinham o adicional de periculosidade de 30%.

por 22 de outubro de 2014 Leis, Motocicleta

Ducati Scrambler é apresentada no Salão de Colônia

Modelo deve ter preços em R$ 30 mil para atrair compradores mais jovens

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Sem dúvidas, uma das motos mais divulgadas e aguardadas nos últimos meses. Enfim a nova Ducati Scrambler foi apresentada na última semana no Salão de Colônia. Revivendo o estilo Enduro das antecessoras de mesmo nome (com 250 e 450 cilindradas nos anos 60 e 70), ela não é uma moto retrô, e sim uma homenagem ao mundo Ducati. 10718040_694274353994435_1651906114_o
Na parte técnica veio o esperado. Ela herda o propulsor bicilíndrico de 803 cilindradas (o V-Twin) da Moster 796 modificado para ter acelerações mais suaves com 75 cv, numa boa relação peso/potência para a enxuta marca de somente 170 kg (a seco). O chassi de treliça em aço forma conjunto com a balança de alumínio e rodas aro 18″ na dianteira e 17″ na traseira e os pneus são próprios para Enduro, feitos pela Pirelli. Os freios são a disco nas duas rodas com ABS de dois canais, enquanto que a suspensão da Kayaba, consistem em garfos dianteiros de 41 mm e monoshock na traseira, ajustável na pré-carga da mola. Com o guidão alto e aberto, a posição de pilotagem da Scrambler é confortável, e o assento de apenas 790 mm de altura torna a viagem cômoda até para motoristas mais baixos. E, apesar de se ruma releitura de um clássico, ela se rende a algumas modernidades. Há um porta-objetos debaixo do banco com uma entrada USB e ainda há farol e lanterna de LED’s, além do painel de instrumentos digital. Ela também já tem rota certa para o Brasil, e chega com preço na casa dos R$ 30 mil, condizendo com a proposta da marca italiana de fisgar consumidores mais jovens com a nova moto.

por 7 de outubro de 2014 Ducati, Motocicleta